Casa das Máquinas | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje é para quem curte o Rock N’ Roll em suas origens e está pronto para se inovar a cada dia. Agora eu convido você, ai do outro lado, a conhecer a banda Casa das Máquinas!

Sejam bem-vindos ao Agatacett’s Blog. Antes de mais nada, gostaria de falar que o nome da banda me intriga, acho super bacana. Como foi a escolha?

Bem, o nome Casa das Máquinas nasceu de uma escolha do antigo empresário, a banda veio do Novos Incríveis que era uma nova banda formada nos moldes dos Incríveis: bateria, duas guitarras, baixo e um músico que além de tocar sax, flauta, também tocava um pouco de órgão e piano, quando estava para sair o LP, seu empresário achou que não deveria ter o nome Novos Incríveis, sabiamente, e sugeriu o nome Casa das Máquinas, que acabou perdurando até hoje.

Tem novidade vindo aí, né? Conta um pouquinho para a gente!

A Casa teve três LPs gravados na década de 70, o último foi em 76 Casa de Rock, de lá para cá a banda parou uns anos e voltou em 2006 e se firmou novamente em 2010, mas todos esses anos com várias mudanças em sua formação não conseguiu gravar nada novo. É com esses novos músicos juntamente comigo e o Marinho Thomaz, que fazemos parte praticamente desde o início da Casa, que estamos depois de quarenta e poucos anos gravando um novo trabalho, trabalho que já deveria ter sido lançado, mas com essa Pandemia, tivemos que parar pela metade, mais que a metade, juntamente com a Monstro Discos estamos lançando em todas as plataformas novos trabalhos, e assim que for possível voltaremos para o estúdio e finalizaremos esse trabalho que será lançado em CD, VINIL e talvez K7, juntamente com a Monstro Discos e com a seguinte formação: Testoni, Marinho Thomaz, Cadu, Geraldo Vieira e Ivan Gonçalves.

Como está sendo trabalhar com música no cenário que estamos vivendo?

Acredito que em todos os setores está sendo difícil, mas uma coisa tem que concordar comigo, a música apesar de estar sendo MUITO difícil é o que mais tem se destacado, hoje temos música na NET 24 horas full time, eu digo MUITO difícil porque sempre foi difícil, hoje é MUITO, mas estamos aí, de alguma forma o mundo está se reinventando e a única coisa que estes em evidência é a música…….. acho que só perdemos para os nossos POLITIQUEIROS…….. mas estamos sobrevivendo, dando aulas, fazendo live’s, workshop, produzindo vídeos, etc…

Como a banda pretende contribuir para a evolução constante na música do nosso país? O que facilitaria o trabalho de um músico ou banda?

Primeiramente o ser humano tem que rever tudo que está fazendo, não adianta nada você querer passar alguma coisa que o público não entende, não assimila. Enquanto tivermos esse conceito de imediatismo midiático, e as pessoas não procurando crescer intelectualmente, culturalmente, nada vai acontecer, fazemos nossa parte, gravamos com encadeamentos harmônicos trabalhados, contra pontos, linhas melódicas e poemas (letras)…… o que temos hoje é a raspa do tacho da cultura, do conhecimento, da vontade de aprender, etc… Importante que se diga que não é só aqui no País das bananeiras que isso acontece, claro que aqui é bem mais trágico, já tivemos o artigo de exportação aceito e comprado no mundo todo, trazendo divisas ao País, qual é? A música, chorinho, samba, bossa nova, MPB, até o Rock. Hoje temos o que? mas, vamos continuar tentando fazer com que mudem esse pensamento destrutivo, que leva a maioria do povo à falência intelectual.

Qual o seu recado para a galera que nos acompanha aqui no blog?

Primeiramente, quero agradecer à vocês por essa oportunidade de poder expressar o que penso e contar um pouco da Casa das Máquinas, um pouco do recado já passei na questão anterior, mas fica aqui a confirmação, querem mudar para um planeta melhor? Comecem a estudar, se interessar pelas coisas que irão acrescentar boas informações para tudo e todos, respeitem para poder serem respeitados, e dizendo um pedaço de uma letra já gravada da Casa: …. o homem um dia vai evoluir pra poder amar, e amar muito mais pra poder evoluir. Fiquem em casa com a Casa, um grande abraço!

Stone Age AD | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Pensa em uma banda com uma vibe bem Rock N’ Roll, que te tira do chão, mesmo quando você escuta apenas no fone de ouvido. Pensou? Então agora eu te apresento a banda Stone Age AD.

É um prazer ter uma banda tão autêntica aqui no Agatacett’s Blog. Quem faz esse som acontecer? Quem faz parte disso?

Esse projeto foi uma iniciativa minha (Matheus Campista-Guitarrista) através de um oportunidade que apareceu de um edital cultural municipal para financiar o a produção. Nosso álbum teve sua sonoridade construída por nós mesmos e foi esculpida pelos engenheiros Warney Romanhol e Nando Costa, que cuidaram da gravação, mixagem e masterização.

Quando a banda foi criada e qual foi a maior motivação de vocês?

Ela surgiu em 2008 e nossa maior motivação era tocar as músicas de bandas que gostávamos. Aquela coisa juvenil de querer ser como os ídolos sabe..rsrs

Todo mundo tem suas inspirações, quem inspira a banda? As bandas mais clássicas e ícones o rock ou as mais recentes?

Nosso caso de amor sempre foi com as bandas mais clássicas, principalmente da era de ouro do Rock que foi os anos 70! Bandas com Led Zeppelin, Deep Purple, Jethro Tull, Pink Floyd e outras da época sempre tiverem no nosso radar. Atualmente bandas como Rival Son´s , The Black Keys e Vintage Trouble, tem chamado a atenção também.

Qual foi a música que vocês mais gostaram de compor? Como o momento que estamos passando está afetando essas composições e o trabalho de vocês?

Pergunta difícil…rssrrs! Na minha opinião seria a faixa título do álbum: The Awakening of Magicians, ela catalisou tudo que a banda pode oferecer naquele momento. Temos aproveitado o tempo livre pela falta de shows na produção de novas músicas,clipes e recentemente fizemos uma LIVE solidária super bem produzida que ficou linda, tocamos varias músicas dos nossos ídolos, além de várias do nosso álbum!

Segue o link da Live: https://www.youtube.com/watch?v=F8cnZN6Xnsw

Hora de falar com nossos leitores! Qual é o seu recado para o pessoal aqui do blog?

A todos os amantes do Rock n` Roll temos a oferecer através da nossas músicas uma experiência que vai do Blues ao Rock Progressivo em uma linguagem moderna e mantendo a reverência aos Deuses do Rock! Para quem quiser conhecer nosso trabalho, em nosso canal do Youtube vocês podem assistir clipes de músicas covers e autorais em alta qualidade de áudio e vídeo, além do nosso álbum estar disponível em todas as plataformas digitais.

The Atomic Drive | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Acharam que as entrevistas com as bandas incríveis tinham acabado? Que nada! Estão só começando e hoje você vai conhecer um pouquinho sobre a banda The Atomic Drive.

É uma grande prazer receber a banda aqui no Agatacett’s Blog! Conheci vocês através do Instagram. Como as redes sociais ajudam no trabalho da banda?

Então Agata, acho que as redes sociais ajudam e muito as bandas, acaba sendo uma ferramenta pra divulgar melhor. Hoje em dia a maioria das bandas não tem tantos local para chegar e mostrar seus trabalhos, a maioria das casas preferem bandas covers então com as redes sociais divulgando o som você consegue tentar abrir um espaço para tentar estar conseguindo mostrar seu trabalho para as pessoas 

Qual foi a coisa mais louca que aconteceu com a banda e qual show mais gostaram de fazer?

A coisa mais louca que aconteceu com a banda foi no show de lançamento da demo, o meu irmão que é o baixista o Douglas Souza, bebeu muito antes mesmo de chegar no show e quando a gente foi tocar ele estava muito muito bêbado, encostou na parede na hora que a gente estávamos tocando quase não acertou algumas notas, mas no contesto geral acabou sendo um show legal. O show que eu mais curti fazer com a banda foi um show beneficiente, que aconteceu em 201 2 lá no Aquarius Rock Bar, patrocinado por motoclubs era um evento beneficiente, foi feito pelo Amigos da Lua, Alquimistas e o Tomodashi. 

Como vocês percebem a cena do rock no Brasil hoje? Como podemos ajudar os artistas?

Então a cena hoje no Brasil não é uma cena forte em si, isso porque grande parte do publico infelizmente vai atrás de banda cover, então os espaços que tem a maioria são para bandas covers.

Quando tocávamos, de qualquer forma tinha que implementar algum tipo de cover, para tentar tocar em algum outro espaço, pois só com o autoral é um pouco difícil, então infelizmente eu não vejo uma cena tão forte, algo que é interessante que outros estilos fazem como o Sertanejo, o pessoal do Funk que um ajuda o outro. A única forma mesmo seria todas as bandas se unirem para fazerem como a sua iniciativa com a playlist Autorais do Momento e divulgar outras bandas, procurar com seus amigos quem tenha banda, para participar de projetos para enfim conseguir ajudar a cena também.

Tem novidade a caminho? Quais são os planos a banda? 

Temos novidades sim, mas agora com esse tempo de pandemia, nós estávamos parados. Já faziam alguns anos e estamos compondo para poder voltar a ativa, então já estou com algumas musicas, com material, letras e instrumentais para voltar. A ideia é essa, gravar uma nova demo, tentar divulgar ao máximo e quem sabe com união de bandas fortalecer uma cena. 

Deixem um recadinho para os nossos leitores. 

O recado que eu deixo aos seus leitores, é que sempre possam apoiar acena underground, porque só com renovação de bandas, que a cena continua existindo, só tendo renovação de bandas que o rock não morre, as pessoas falam muito desse negócio de o rock vai morrer, o rock só não morre se você apoiar, como a Agatacett faz. 

Banda Lemak | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje é com a banda Lemak, que me encanta a tempos e que está sempre com o blog em conteúdos incríveis. Bora conhecer mais desse pessoal?

Que a Lemak mora no meu coração vocês já sabem né e esse amor surgiu com uma campanha de pre-save que vocês fizeram (Vou falar dela de novo sim haha). Como surgiu essa ideia de um lançamento personalizado?

Nós começamos uma série de lançamentos para este ano e vimos a importância que o pré-save tem nesses lançamentos – ainda mais quando se é um artista independente. Quando estávamos pra lançar ‘Tempo’ nós pensamos numa campanha muito maneira, mas que, infelizmente, não pode ser concluída por conta da pandemia. Fizemos 300 biscoitos da sorte e íamos distribuí-los nas ruas com a nossa Kombi. Fizemos um banner lindão com todos os dados e já tínhamos como rotear internet pras pessoas. Era bem simples: faz o pré-save e ganhe um biscoito. E dentro dos biscoitos vinham frases da nossa música! Só que veio o corona e a campanha não pode ser veiculada. Acabamos pedindo pras pessoas e conseguimos um bom número no fim das contas, mas não
foi a mesma coisa. Depois veio ‘Saudades Mãe’ que foi muito fácil: a música já tinha todo um apelo e estávamos coletando vídeos para o clipe. Isso ajudou muito na campanha. Acho que em Notícias nós só queríamos agradecer a todo mundo mesmo.
Uma coisa foi certa em Notícias: todo mundo que fez algum dos pré-saves anteriores recebeu uma carta. E teve gente nova recebendo também. Foi uma campanha muito maneira de se fazer. É uma forma de retribuirmos o carinho dos fãs.

Como surgiu a ideia da banda, desde o nome até o ritmo? 
A banda surgiu de uma composição do Diogo (vocalista). Nós já tínhamos tido outros projetos com música antes, mas nenhum que fosse tão longo e tivesse tanto compromisso. No início o Diogo me chamou e chamou o Jimmy (guitarra), que é amigo nosso de muitos e muitos anos. O resto veio vindo com o tempo. Estevão (baterista) é o mais recente e ele nós conhecemos já em São Paulo.

O estilo musical também veio após diversas mudanças de membros, formações e até do nosso amadurecimento como músicos. Atualmente nos encontramos num espectro de mpb/rock que muito nos agrada. Nos permite ter muita versatilidade na criação e composição e ainda incluir elementos do rock ou da mpb conforme nos da vontade.

Já tem planos para o futuro? Quais os próximos passos da banda?
Estamos gravando novas músicas nesse momento. Nossos atuais planos incluem lançamentos contínuos de músicas nas plataformas. Temos muitas músicas que gostamos e queremos mostrar tudo isso aos fãs. É claro que pra cada uma delas vamos tentar pensar numa campanha legal que entregue algo bacana pros nossos fãs. Afinal, eles sempre nos entregam muita coisa legal
nessa jornada. Nós só podemos recompensar com música e atenção nesse momento de isolamento.

Tem alguma história bacana de shows ou fãs para compartilhar com a gente?
Ah! Temos muitas! De show vou contar uma que aconteceu no ano passado e que achamos engraçadíssima! Foi durante a Oktoberfest da Paulaner que rolou aqui em São Paulo. Toda a festa foi muito maneira, com um palco incrível e uma organização ímpar! Durante o show nos dois dias a galera ficava nos oferecendo cerveja na beira do palco com aqueles copos gigantes
da Oktober! Tipo… O público literalmente comprava cerveja pra gente e entregava na beira do palco! Foi engraçadíssimo!

Pra trazer também uma história dos nossos fãs e mostrar como eles são pessoas maravilhosas queria falar sobre alguns fãs nossos que nos pediram ajuda pra divulgar seus projetos durante a pandemia de coronavírus. Tivemos dois fãs muito engajados em distribuir comida pra gente com fome e moradores de rua. Nós fizemos a nossa parte com eles.

Deixem um recadinho para os nossos leitores.
Nossa principal mensagem é uma mensagem de liberdade. A única coisa que nos torna únicos nesse mundo e absolutamente iguais é a nossa liberdade. Por isso que há tempos nossas músicas tentam trazer essa mensagem de diferentes formas, seja da liberdade no amor, na vida, nas escolhas e até a libertação de doenças como a depressão e a ansiedade. Single após single nós trazemos da nossa maneira essa ideologia, mas frisamos aqui que a nossa liberdade vai até o momento em que ela interfere na liberdade alheia. Precisamos ser totalmente livres, mas não podemos impedir que mais alguém o seja.

Banda Matadoro | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Entrevistar bandas da cena underground do Brasil e do mundo é uma tradição aqui no Agatacett´s Blog e para iniciar essa nova temporada com chave de ouro, vamos conhecer hoje a banda Matadoro.

A banda Matadoro é um power trio muito diferente do que você já conhece, afinal, a banda é formada por músicos brasileiros de diferentes regiões e todo material é produzido a distância por eles. Esse é ou não é o modelo de banda perfeito para uma pandemia mundial?

O JC, vocalista da banda e que hoje mora em Londres, nos contou um pouquinho mais sobre esse projeto. Confira um pouquinho do nosso bate-papo.

Quem e a banda Matadoro?
Fala galera eu sou o JC da banda Matadoro, um power trio que surgiu na cidade de Miracatu no interior de São Paulo.
A banda mistura vertentes do metal e hardcore e uma mistura de new metal. Com vocal falado e gritado e som pesado com atitude, a gente expressa nas nossas musicas relatos e historias do cotidiano.
Lançamos o nosso primeiro ep Longe de Tudo que inclui 4 faixas, Longe de Tudo, Don´t Cry, Crença e As Virtudes.
Esse ep tem um sabor especial pra banda não só por ser o primeiro ep da banda disponível me todas as mídias digitais, mas pelo lance de ele ter sido 100% produzido e mixado pela banda, gravado a distancia. baixo e batera foram gravados no brasil e as guitarras e vocais foram gravados aqui no meu studio em Londres.

Quer saber mais? Então assista a entrevista completa nesse vídeo incrível que o JC preparou para a gente!

Você não é melhor do que ninguém (e também não é pior)

Oi pessoas, tudo bem?

Pausa no Rock N’ Roll e gritaria desse blog para falar de um assunto sério: autoestima.

Ai Agata, serio isso? Sim! Bem sério. Aqui vou falar das pessoas que dedicam suas vidas a fazer arte, a fazer o que ama, dedicam-se incessantemente por levar energia e sorriso para as pessoas, mas saiba que esse conselho é para todo mundo, ta?

Nas minhas conversas com músicos, por exemplo, escuto muito ”tenho que tocar para ganhar dinheiro” ou ”to nessa a um tempo, não vinga, já pensei em desistir” ou melhor ”isso aqui ta bom? o que acha disso ou daquilo?”. É uma falta de confiança tremenda e com razão, pois a vida e as pessoas nos obrigam a desacreditar do nosso potencial constantemente, sim CONS-TAN-TE-MENTE, é uma luta diária!

Lembre-se que você não é melhor do que ninguém, você é diferente, tem suas particularidades e é isso que faz de você um ser humano único, especial, capaz de ir até onde seu corpo, mente e coração desejarem, mas você precisa entender que você também não é pior do que ninguém. Se você se matou para estudar, aprender e ainda não chegou onde queria, você não é ruim e não é incompetente ou atrasado, apenas não chegou o tempo certo ainda, então aproveite para aprimorar ainda mais cada um de seus dons.

Nunca permita, independente do cargo, da posição, da altura, do lugar e de nenhum outro fator ou circunstância que algo ou (principalmente) alguém te diminua, te menospreze, te desvalorize, seja na música, no teatro, na dança, no relacionamento, no trabalho ou qualquer âmbito da sua vida. Você é especial por ser diferente e no tempo certo a pessoa certa vai fazer florescer tudo de melhor que há em você.

Aprimore-se para ser melhor para si, aprenda para se sentir completo, lute para ser mais forte, mas não faça isso para provar nada para ninguém, porque a única pessoa que vai estar com você até o seu último suspiro é você mesmo, então seja sua própria fortaleza, siga em frente e faça a sua arte como se o seu último suspiro fosse amanhã.

Rock nos desenhos | Scooby Doo

Oi pessoas, tudo bem?

Eu, no auge dos meus 21 anos, posso me considerar viciada em desenhos animados e quando vem acompanhado de boa música, então, eu me apaixono.

Um desenho que me surpreende muito sobre isso é o Scooby Doo. Confesso que não sou fã da trama, acho repetitiva, mas se começo a assistir algum mistério, só saio quando descubro quem era o fantasmo. Brincadeiras a parte, acho genial como o desenho uniu o Rock N’ Roll aos seus episódios, mantendo as características das bandas e inserindo elas ao contextos dos episódios.

É claro que a minha performance favorita foi a da banda Kiss (sem novidades até ai), mas percebo que isso é bem presente no desenho: ótima trilha, ótimas bandas, músicas icônicas e claro, muito mistério. E ai, qual desenho da sua infância também tinha ótimas músicas?

New Wave | Quase Punk

Oi pessoas, tudo bem?

Quando falamos em Rock N’ Roll, pensamos sempre naquela vibe mais clássica, com instrumentos tradicionais e nas vertentes mais conhecidas, mas hoje, vamos falar de um gênero que eu particularmente gosto muito, o New Wave.

New Have é um movimento da música que teve seu auge nos anos 80, hoje em dia o gênero ainda respira, mas as grandes bandas desse nicho ficaram nesta década mesmo. Com um pé no Punk Rock, o New Wave tem um som característico da europa, com traços americanos, alguns dançantes e outros mais baladas que podemos até considerar românticas.

Este nicho é mais delicado, sutil, quando comparado ao punk, que tem suas características bem definidas, assim o New Wave ganha espaço com doçura, mas também potência. No Brasil, a banda Metrô conquistou uma geração com músicas como Tudo Pode Mudar e Johnny Love.

Agora chega de falação e vamos ouvir música, afinal, é para isso que estamos aqui, não é?

A importância da música

Oi pessoas, tudo bem?

Muitas vezes eu me pergunto o motivo de continuar amando a música, falando de música e dedicando meu tempo a espalhar um pouco desse amor por ai, mas já descobri a resposta: é porque a música muda uma vida.

Se você está ai do outro lado e, assim como eu, ama o que faz e se dedica a ouvir música de verdade, daquelas que interagem com seu corpo, alma e coração, saiba que está no caminho certo. Viver de música realmente não é nada fácil, não é simples levar bons sons para combater a mídia em massa, que hoje zela a performance acima dos acordes.

Mas não é impossível. Não importa se uma ou se mil pessoas escutam a sua arte, pois saiba que independente do número você consegue impactar vidas e é isso que você precisa – encontrar o seu lugar no mundo.

Agora é a sua hora de refletir: qual é a importância da música na sua vida?

 

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O Poder da Esperança | Abril

Oi pessoas, tudo bem?

Em abril, fiz a leitura do livro que foi a iniciativa de alguns estudiosos, intitulado O Poder da Esperança. Nele, conceitos bíblicos são discutidos e adaptados à vida cotidiana.

Confesso que no início acreditava ser um manual de auto-ajuda, do tipo ”coma melhor, beba mais água e medite durante 30 minutos”, mas na verdade este livro te dá alguns socos no estômago. Ele não fala dos ensinamentos religiosos como o que você DEVE seguir, afinal todos nós temos o livre arbítrio, mas sim tratar isso como um tratamento alternativo e complementar para os problemas da vida.

O livro também é muito interessante para quem sofre ou conhece alguém que está passando por depressão, ansiedade, síndrome do pânico ou vícios, pois ele te dá uma ‘fórmula’ para tentar levar uma vida melhor.

É uma leitura rápida e que traz sentimentos reflexivos, vale a pena, independente de crenças e preceitos.

 

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