Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Faz um tempo que não falamos de filmes aqui, não é? Então acompanhe algumas das novidades que vai ter nos cinemas brasileiros e conta pra gente quais desses você quer assistir na primeira fila!

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Filme: Amityville: O Despertar

Lançamento: 29 de junho de 2017

Gênero: Terror

Sinopse: Uma jovem jornalista decide fazer uma reportagem para revelar todos os acontecimentos de Amityville, desde 1976. Ela chega ao local acompanhada de padres, outros jornalistas e de investigadores de atividades paranormais. No entanto, os fenômenos de antigamente voltam a acontecer.

 

Filme: Mulher Maravilha

Lançamento: 1 de junho de 2017

Gênero: Ação

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

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Filme: Annabelle 2: A Criação do Mal

Lançamento: 17 de agosto de 2017

Gênero: Terror

Sinopse: Anos após a trágica morte de sua filha, um habilidoso artesão de bonecas e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um amendrontador demônio do passado: Annabelle, criação do artesão.

 

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Filme: It – A Coisa

Lançamento: 7 de setembro de 2017

Gênero: Terror

Sinopse: Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

 

Resultado de imagem para A Torre Negra 2017Filme: A Torre Negra

Lançamento: 27 de julho de 2017

Gênero: Fantasia

Sinopse: Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

 

Filme: Star Wars – The Last Jedi

Lançamento:  14 de dezembro de 2017

Gênero: Ficção

Sinopse: Após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker (Mark Hammil) em uma ilha isolada, a jovem Rey (Daisy Ridley) busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren (Adam Driver) se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde.

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Filme: Thor – Ragnarok

Lançamento: 2 de novembro de 2017

Gênero: Ação

Sinopse: Thor (Chris Hemsworth) está preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destruição de seu mundo, que está nas mãos da poderosa e implacável vilã Hela (Cate Blanchett).

 

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Filme: Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar

Lançamento: 25 de maio de 2017

Gênero: Aventura

Sinopse: O capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da Terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar.

 

Filme: Liga da Justiça

Lançamento: 16 de novembro de 2017

Gênero: Fantasia

Sinopse: Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

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Fonte: Adoro Cinema 2017

”Playlist” de Filmes

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje vai ser bem diferente do que vocês estão acostumados. Conversei com os garotos da banda Rural 64 sobre a ligação entre a política do nosso país e a música. Tenho certeza de que você vai curtir essa conversa.

 

As bandas de Rock mais conhecidas no Brasil trazem letras de música de falam de suas indignações com a política, entre 1960 e 1990. Vocês acreditam que isso continua até hoje? Também é o foco de vocês?

Cássio: Acredito que, por conta dos problemas mais recentes na politica, as bandas estão focando mais nos casos atuais. Quanto a nós, utilizamos em shows covers de músicas que foram usadas como forma de protesto nessa época citada, “Que país é esse?” da Legião Urbana, que apesar de ser uma música antiga, diz sobre nossa situação atual. E ainda em nosso EP, temos uma música que será apresentada em Março, que nela diz sobre uma consequência de problemas políticos vívida no exterior, que é o caso das guerras.

Hudsonn: Apesar de muitas bandas não fazerem mais músicas com assuntos, que acredito que seja de fato a cara do rock, que é o “protesto”. Eu vejo e tenho a convicção, de que, mesmo sendo poucas, existem bandas com essas letras vivas sem perder a atitude. Quanto a nós, tenho em mente que estamos preparando, para não falarmos de de forma errada algo tão importante.

 

A juventude do Rock N’ Roll ainda é taxada como rebelde e desordeira. Vocês têm alguma causa específica ou acreditam que isso é só um preconceito com e entre as tribos?
Cássio: Isso seria na verdade um estereótipo, creio eu que todos que possuem o rock “no sangue”, possuem também um espírito de protesto, que como Hudson disse na primeira resposta, é a cara do rock. Mas como sabemos, existe uma variedade de personalidades, portanto existem sim aqueles “desordeiros”, existem o mais discretos, entre outros, mas todos lutam pela mesma causa.
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Qual a mensagem que a banda de vocês tenta passar para o público e qual o lugar mais alto que vocês querem chegar?
Cássio: Por meio de nossas músicas, tentamos mostrar a vida como ela é, representando situações reais (inclusive vívidas por membro da banda), situações fictícias que poderiam vir a acontecer e situações que acontecem pelo mundo a fora. Nós pretendemos chegar no ponto onde podermos trabalhar e focar somente na música, para assim podermos estar trazendo o melhor ao máximo para nosso público
Hudsonn:Primeiramente procuramos mostra as nossas ideias, e até mesmo um certo conforto, para que o público esteja mais íntimo para exigir algo que precisa ser falado. Muitas das vezes até com um pouco de humor. Pretendemos chegar aos ouvidos e mentes.

Uma pergunta clássica para as bandas de rock: qual a melhor história desde que a banda surgiu que vocês podem contar?

Cássio: Eu entrei posteriormente na banda, então não tenho tanto a dizer, mas teve um dia que íamos fazer um show e precisávamos levar equipamento de som e a bateria, no dia, eu e Pablo (guitarrista da banda) éramos os únicos disponíveis pra transportar as coisas. Fomos andando e pegamos chuva até o local que usamos pra ensaiar, que é um prédio, subimos até o terraço, que é onde fica as coisas. Subimos e descemos pra trazer cada peça da bateria, cada som e cada instrumento pra levar ao local.

Hudsonn: Tem muitas, isso eu posso dizer. Algumas muito engraçadas outras nem tanto. Mas logo no início da banda, éramos sete integrantes. Sendo que não tinha funções e nem instrumentos para todos. A bateria era feita no teclado, e passávamos cinco horas tocando apenas uma música, que é de autoria da banda, e se chama Índios. Não tínhamos nome. Até um certo tempo, em que a formação diminuiu. E as ideias começaram a surgir.

 

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Vocês tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Cássio:  Pessoal, somos gratos por terem lido sobre a gente até aqui, espero que nossas palavras tenham ajudado vocês de alguma forma, em Março estaremos lançando nosso primeiro EP, o “Vamo de Rural”, onde vocês poderão ver sobre músicas que comentamos nessa entrevista, em breve mandaremos novidades, e vamos à luta, porque não podemos parar até conquistarmos nosso objetivo, grande abraço e até a próxima!! o/

 

 

A política do Rock N’ Roll | Rural 64

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Oi oi meus amores, a conversa de hoje é com o Rodrigo Vizzotto da banda Eletroacordes e eu fiz uma pergunta que nunca tinha feito antes…qual é a sensação de ter uma banda de Rock N’ Roll?

Qual é a sensação de ter uma banda?
É um canal de expressão que a música proporciona para exteriorizar a criatividade, transmitir sensações e mensagens sobre o que você ouve, vê e pensa. E dividindo estas vibrações com seus parceiros de banda, te possibilita sentir a resposta do som que a Eletros cria junto ao seu público ouvinte. Então, ter uma banda é experimentar estas múltiplas sensações, em alguns casos, até ao extremo, sejam elas boas ou ruins. As sensações de ver seu trabalho reconhecido e do retorno do público, ou então inversamente, de receber a crítica pela mídia ou do público formador de opinião te levam a identificar qual caminho percorrer, e por consequência, vivenciar novas experiências. Tudo consequência de uma trabalho, no caso, em ter uma banda.
Vocês têm muito material. Como foi cria-los?
Sim. O processo de criação da banda é intenso e sempre em movimento. Hoje temos dois EP’s, três clipes roteirizados, 18 registros de vídeos gravados e um set list com mais de 20 canções autorais, fora os covers. Ou seja, em um só ensaio já não é possível passar todas os sons. A banda se dedica a compor músicas inéditas porque acredita em mostrar novas vertentes do rock sem formulismos ou receitas pré-concebidas. Por isso expandimos nossa criatividade e as composições surgem de forma natural, com os arranjos elaborados em estúdio. Também participamos no último semestre de duas coletâneas: da Rádio Graviola e da Rock Soldiers Volume 21. E tem ainda as canções executadas ao vivo em programas, entrevistas e ainda do que foi coletado em shows e ensaios. Vamos partir este ano para a execução de um primeiro CD, com novas composições, novos arranjos e claro, aproveitar o material de gaveta que ainda é inédito. Mas sem relançar as músicas que foram incluídas nos trabalhos anteriores. Então podemos dizer que tem material de sobra. Mas não significa que abrimos mão da qualidade pela quantidade de composições. Apenas aproveitamos ao máximo de nossas potencialidades.
Pode nos dizer suas cinco músicas favoritas?
Impossível! Pois cometeria o pecado de deixar alguma música de fora neste universo que inclui rock, blues, jazz, psicodélico, reggae, entre outros gêneros. Para demarcar melhor o conceito que a banda se inspira, cito as próprias composições da Eletroacordes, como Respire Fundo, Tensa Cidade, Forno Alegre, Insanos e Quem foi que disse. Todas pra free download em www.eletroacordes.com.br . No YouTube há vários registros de shows e peças promocionais montadas para quem gosta de ouvir o autêntico rock, sem truques ou firulas.
Música me lembra….? E por que?
Me lembra momentos, sentimentos, memórias, conceitos, verdades, sensações, pois cada uma dessas variantes remete a uma passagem na vida, a uma lembrança, a um determinado pensamento. Para não ficar abstrato, é só imaginar o seguinte: sabe aquele hit de verão que o Jorge Benjor lançou na metade da década de 90? Ou aquele som dos Tribalistas que ouvi no exterior em 2002? Ou o lançamento daquele disco de regresso do Pink Floyd sem Roger Waters naquele Natal de 1987? Pois então, as sensações de tempo e espaço aparecem na memória. Entende? O universo é muito amplo para conceituar qualquer lembrança musical. E aqui não descrevo a inspiração para as composições da Eletroacordes, que multiplica ainda mais as recordações ou sensações para cada canção. Desde o momento de como ela foi criada em estúdio ou até a ideia de como ela se apresentou pela nossa criatividade ou determinado instrumento. Um acorde, que carregou consigo uma ideia, uma inspiração. Aliás, foi daí que surgiu o nome da banda: um simples acorde de violão ou piano que se transformou em ritmo e arranjo por meio elétrico até se constituir em expressão pela música. E foi assim que surgiu a denominação Eletroacordes.
O que quer para o futuro?
Harmonia! Esta é a palavra-chave para todos os males de nossa sociedade, dividida, e atualmente em alto conflito ideológico para seus dilemas sociais e políticos. E harmonia para a Eletros, tanto para as composições da banda como para sua relação com os fãs, parceiros, mercado e apoiadores. Acho que tá faltando sensibilidade, ou então, porquê não dizer, muitos excessos na imaginação coletiva das pessoas. Lembro que o mundo já foi mais simples, sem tanta polêmica, sem tanta hostilização, sem tanto embate. Essa divisão desmancha conceitos, elimina novas formas de pensamento, cria segregação. Não quero que as pessoas deixam de ter seu conceito crítico, mas que este conceito, não seja só o seu ou o único. É preciso aceitar também. Pode parecer jargão ou ideia pronta, mas passa por aí um pouco do que é ter a harmonia em uma coletividade. Creio que a música pode ajudar na aproximação, ou pelo menos, destituir o preconceito e as diferenças.
Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Então, é preciso fomentar a nova cena autoral e independente e o blog precisa preservar este espaço e revelar novas tendências, estilos e novidades. Abrir mentes, sem preconceito. Então leitores, sigam em sintonia que conteúdo de qualidade não faltará. Assim imagino que, onde houver um canal de divulgação, se propagam novas ideias, abrem-se novos caminhos. Hoje têm diversos blogs e vlogs musicais, webrádios, portais para a contracultura e mais espaços se criando. De certa forma, quebrao um pouco a hegemonia que a mídia tradicional insiste em não se desprender. Então, é preciso resistir como espaços com Agatacett’s Blog.
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Eletroacordes

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Oi pessoas, tudo bem?

Quando a banda faz um som de qualidade, ela sempre volta para o Agatacett´s Blog e disso vocês já sabem. Por isso eu conversei com o Breno Rissardo e trouxe muito mais música para vocês!

 

 

Rock nacional cantado em inglês perder o encanto?

Não acredito que perca o encanto, música é ilimitada, se você consegue se expressar em algum idioma especifico e soar bem, Mas talvez perca um pouco do espaço na mídia mainstream do Brasil, mas como não tem rock na grande mídia isso não importa muito agora.

 

Você acredita que o Rock pode salvar uma geração ou ainda é algo utópico?

Ideologicamente o Rock N’ Roll salva pessoas diariamente, quando alguém esta pensando em se matar mas consegue conforto ouvindo alguma música, mas no sentido de unir uma geração já aconteceu, hoje é menos e como é cíclico, alguma hora acontece de novo.

 

Qual o objetivo principal da sua banda?

O objetivo principal é nunca parar de criar sons.

 

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 Qual a música que te ajuda nos dias difíceis?

Muitas, escolhendo uma, John Frusciante – Been Insane

 

O que você mais gosta no mundo da música?

O mais interessante da música é que é invisível, mas ela te provoca as sensações mais profundas, tristes ou alegres, e você pode trabalhar dentro dessas possibilidades é quase inacreditável.

 

Algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog? 

Busquem a verdade, cresçam, se expressem, acompanhem a banda, vão aos shows, acompanhem o blog, obrigado pelo espaço.

 

Voltando para casa |The Dirty Boys Rollercoaster

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Oi pessoas, tudo bem? O Agatacett´s Blog trouxe uma entrevista cheia de Metal, opinião e estilo com a banda Motherhate!

Metal virou moda? Qual é a sua opinião?

Pelo contrário, o rock foi deixado de lado pela mídia e há mto tempo não surge algo relevante para o grande público. O rock não morreu e nunca morrerá, é como um idoso com alzheimer, só foi dar uma volta no quarteirão e se perdeu, mas logo volta.

 

Qual das músicas da sua banda é a favorita?

A minha referida é Avoid Bloodshed, que equilibra muito bem melodia e agressividade, com uma letra forte.

 

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O Rock N’ Roll tem a mesma força que tinha a 25 anos atrás?

Não, infelizmente. Há 25 anos havia mais o que dizer, vontade para lutar, mais inspirações na minha opinião, e as grandes bandas estão acabando e não deixando representantes a altura. São outros tempos, temos que aceitar e prosseguir.

 

Como foi escolhido o nome da banda?

Surgiu do nada, buscando palavras que expressassem nossa proposta, achei que soaria bem e acabei falando para todos, que concordaram com a sugestão.

 

 

 

”Estilo Metal” atrai ou assusta as pessoas? Tem alguma história sobre isso?

O termo na minha opinião afasta um pouco pessoas mais leigas, por ser uma palavra “forte”. Suas vertentes “Death, Melódico, Sinfônico, Doom, etc” acabam confundindo e até desunindo as pessoas, em certas situações. Eu acho que tudo deveria ser mais simples, rock pesado, música boa, letras bem feitas, no final é tudo o que importa.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Agradeço a oportunidade, aos leitores que leram até aqui e peço para que ouçam nosso som. E breve estaremos tocando por toda a capital e região para divulgação do nosso primeiro EP.

 

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O verdadeiro Metal | MotherHate

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Oi pessoas, tudo bem?

Hoje temos uma novidade no Agatacett´s Blog: uma banda que entrou recentemente no Cena Underground do Rock N’ Roll: a Fourtress.

Vocês começaram a pouco tempo na Cena. Como se sentem?

Estamos muito felizes com que a banda tem conquistado! A verdade é que se inserir na cena não é uma tarefa fácil e que o Rock tem cada dia mais espaços limitados, porém temos muito orgulho de fazer um som autoral, legítimo e com muita verdade. Estamos orgulhosos!

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Com quantos anos você começou a pensar que se dedicar a música seria uma boa ideia?

Todo mundo na banda toca desde bem novinho. Natã (vocalista) e Fabrício (baterista) se conhecem desde pirralhos, China (baixista) é cunhado do Natã, e o Heitor se formou com o Natã também. No fim, todo mundo, diretamente ou indiretamente, tem uma ligação e isso nos fortaleceu. Desde o início da Fourtress, o intuito sempre foi evoluir e mostrar nossa arte para quem quisesse ouvir não importa onde.

 

O que você já deixou para trás para seguir o seu sonho?

Sempre deixamos algo para trás, isso faz parte da vida! É um tempo que abrimos mão de nossas famílias, namoradas e até mesmo, muita vezes, amigos. Hoje dividimos o tempo cada um com seu trabalho porque ainda não conseguimos viver apenas de música. Mas a cada dia o tempo dedicado à banda aumenta, a demanda de ensaios crescem e a agenda  enche cada vez mais.

 

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Quais as expectativas da banda para o futuro?

Queremos nos fortalecer a cada dia no cenário musical. Nossas composições falam do que sentimos, imaginamos ou vivemos e queremos dividir isso com outras pessoas, para que possam talvez se identificar ou apenas curtir. Estamos planejando o lançamento de um EP ainda para este ano, muitas novidades na fanpage e shows!

 

 

Como tudo começou para vocês?

A Fourtress iniciou sem nome e tinha apenas o intuito de se reunir para fazer um som de garagem, bem amador. Nessa época o China tocava guitarra e Diego Lima, um salve para ele, fazia parte da banda como baixista, e mais tarde ele saiu. Tivemos um hiato grande depois disso, mas percebemos que a música nos chamava e precisávamos fazer a nossa arte! O universo trouxe até nós o Heitor que assumiu a guitarra e o China, com muita autoridade, assumiu o baixo. E nesse momento nos surge o nome para banda: Fourtress.
Nos sentimos assim: uma fortaleza de quatro homens que buscam o seu lugar no mundo magnífico do autêntico Rock.

 

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett´s Blog?

Obrigado por lerem entrevistas como essa, porque a existência de espaços assim para novas bandas e leitores que se importam em saber a história de pessoas que ainda não têm grande fama que nos dão força para seguir em frente e lutar. Um forte abraço em cada um de vocês, sintam-se a vontade para curtir a nossa fanpage e redes sociais, e adicionar cada um de nós para trocar uma ideia. E, é claro, um muito obrigado para Agata que nos convidou e, parabéns pelo blog e iniciativa!

A novidade da Cena

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Aqui no Agataceett´s Blog os leitores também possuem voz e por isso você pode ver a sua playlist aqui. As músicas de hoje foram escolhidas pelo Gleidson

 

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1) Kamelot – Fallen Star
2) Eluveitie – King
3) Sonata Arctica – Fullmoon
4) Alice In Chains – Main The Box
5) Iron Maiden – Wasting Love
6) Metallica – Turn The Page
7) Angra – Lease Of Life
8) Skid Row – Remember You
9) Guns N’ Roses – November Rain
10) ReVamp – Sweet Curse

 

Playlist do Leitor I

Parceria Nova | Na Orelha FM

Padrão

Oi oi meus amores pessoas, tudo bem?

Nesse feriado de Páscoa, as bandas que ganham presentes! O Agatacett’s Blog fechou uma parceria com a Web Rádio Na Orelha e nós estamos em busca de bandas autorais de Pop-Rock para ter sua música tocando ao vivo! 

Para participar, vá até a nossa página no Facebook e nos mostre a sua música. Lembre-se que ela deve ter uma boa qualidade.

Estamos procurando novos talentos para mostrar ao mundo que o Rock N’ Roll ainda está vivo e forte. Então vamos à luta e viva a Cena Underground!

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Com a volta do blog agora em 2017, muitas bandas passaram por aqui e agitaram a Cena. Então já está mais do que na hora de eleger a Banda do Ano de 2017!

Essa competição vai voltar anualmente e as bandas que vão estar presentes nessa votação são as que cederam entrevistas exclusivas para o Agatacett´s Blog nesse ano. O vencedor terá a grande responsabilidade de nos representar e ainda vai contar um prêmio muito legal: uma assessoria de um mês pelo projeto independente de Marketing T2M ! Então preparem os gatilhos e votem na suas bandas favoritas!!!

A votação vai até o dia 8 de maio e o vencedor será anunciado na nossa página do Facebook , então fique de olho.

 

Banda do Ano 2017 | Vote

Nota

Olá Olá pessoas, tudo bem?

A conversa de hoje foi com o Renan Lynx, da banda Bogotah e ele me contou como toda essa história de ter uma banda funciona. Então vem ver o resultado!

 

 

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Ter uma banda de Rock trás alguma vantagem?

A grande vantagem é poder expressar seus pensamentos de uma forma única e com isso possibilitar a reflexão sobre determinados temas nas pessoas. Algo que só a arte, da forma mais sincera, pode te trazer.
Qual foi a banda que te impulsionou no mundo do Rock N’ Roll?

Black Sabbath, sem dúvidas. Especialmente o álbum “Heaven and Hell”.

 

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O que diferencia a sua banda das outras?

A fusão do que curtimos do rock antigo com as coisas do rock mais atual que crescemos ouvindo. Não soa nem tão jovem, nem tão velho. Além de tentarmos passar mensagens mais elaboradas nas letras.
Quais são os planos de vocês para o futuro?

No momento queremos trabalhar mais uma ou duas músicas do nosso mais recente álbum, “Um Brinde ao Fim do Mundo”. No entanto já estamos em processo de composição do próximo, ainda sem título definido. Também, neste ano, queremos profissionalizar ainda mais a banda e fechar novas parcerias criando metas para os anos seguintes a fim de focar nosso trabalho. Por sinal, novidades iradas estão vindo, fiquem ligados.

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Qual a principal diferença, para você, das bandas das décadas passadas para as de hoje?

O ineditismo. Qualidade é algo que você encontra em todas as gerações, não sou um nostálgico por natureza. Não compro o papo de que não existe coisa nova que é excelente. No entanto os caras do passado inventaram toda a base que temos hoje e essa originalidade jamais poderá ser superada.
 Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Apoiem as bandas autorais brasileiras! Não caiam nessa ladainha de que não tem rock no Brasil ou que tudo lá fora é melhor. Busquem as bandas novas que acharão coisas boas. E apoiem blogs e sites como esse que dão justamente o espaço que necessitamos.

Influência é Tudo | Bogotah