Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Hoje eu conversei com um dos caras mais icônicos de São Paulo. Se você quer ouvir o Victor Augusto e a banda Zona Western, basta ir até os pontos mais bacanas e variados da cidade.

Nenhum texto alternativo automático disponível.

É bem comum acompanhar o seu trabalho na cidade de São Paulo. Qual foi o lugar mais legal que você já se apresentou?

Nós tocamos em alguns lugares que foram icônicos pra nós, é difícil te dizer um só lugar, mas com certeza tem uma energia diferente tocar nas ruas de São Paulo. Nos últimos meses nó fizemos parte de um projeto no Mirante 9 de Julho, nos correspondeu com uma energia absurda!

 

O que você acha dos meios de divulgação que as bandas dispõem atualmente?

Acredito que hoje é bem mais fácil do que 10 anos atrás por exemplo. A cada dia que passa nós temos nas mão mais ferramentas para divulgação, mas em contra ponto temos muita divulgação de tudo, acredito que isso sature um pouco as pessoas e faça com que elas não olhem da mesma forma a sua timeline ou por exemplo os convites para eventos. Acho que o boca a boca e um bom show ainda são os mais eficientes.

 

A imagem pode conter: 1 pessoa, no palco, tocando um instrumento musical, violão, barba e chapéu

 

Em qual momento da sua vida você entrou no mundo da música?

Quando eu não me via mais fazendo outra coisa que não fosse música. Entre 16 ou 17 anos, então com 18 eu fiz uma grande amizade com Dan Muñoz que me introduziu no meio. Depois do primeiro cachê, eu já tinha decidido haha

 

Qual dica você tem para quem quer começar uma banda agora?

Comece! Toque com amor, tudo! E então as coisas vão acontecendo naturalmente.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Claro! LET’S ROOOCK! Que continuem lendo o blog, claro!! Que vá aos shows, conversem com a gente, tirem suas duvidas sobre o estilo e tudo mais. Gostaria de avisar que esse ano estamos prestes a gravar nossas musicas (do qual vc já tem um garantido, Ágata) e que continuem com esse bom gosto!

Rumo ao Oeste

Anúncios
Nota

Oi pessoas, tudo bem?

O post de hoje é muito importante porque ele mostra um pouco do carinho das minhas bandas com os meus leitores e vice-versa.

Quando entrevistei a Cristiano Guerra Band, tive o intuito de mostrar para vocês música boa, de verdade, como sempre fiz e pretendo fazer. Mas dessa vez foi diferente! O pessoal respondeu as minhas perguntas com um vídeo bem bacana e isso, para mim, que tem um blog sobre Rock N’ Roll a tantos anos, mostra que ainda há bandas empenhadas em mostrar o seu conteúdo e atenção e são atitudes assim que transformam o nosso mundo.

Agora vamos acompanhar como foi essa entrevista cheia de amor e Rock N Roll!

 

Cristiano Guerra Band | Amor acima de tudo

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

A conversa de hoje é com o Stephano, baterista da banda Feed My Soul. A entrevista foi bem completa e ele contou um pouco sobre o cenário underground no Rio de Janeiro? Cadê os leitores cariocas?

Como você poderia resumir a historia da sua banda?

Nossa primeira reunião como Feed aconteceu em agosto de 2010, já tínhamos tocados juntos em outras ocasiões, nossa união musical vinha desde a época de colégio e esse projeto tinha a ver mais com o fato de quatro amigos que queriam arrumar um jeito de estarem juntos fazendo o que gosta do que necessariamente fazer sucesso ou algo do tipo.

Tínhamos muito material próprio na gaveta e com isso resolvemos gravar um primeiro álbum como registro dessa amizade, o trabalho resumiu bem esse espírito, a sonoridade refletiu bem o que a gente estava ouvindo naquele momento, tinha muita coisa do Creed, Alter Bridge com pitadas de Metallica, Iron Maiden e até um q de progressivo em algumas músicas.

Com esse material em mãos fizemos alguns eventos na nossa cidade natal mas outros compromissos fizeram com que a gente tivesse que dar uma pausa no projeto… porém o “vício” de estar tocando e se reunindo como amigos falou alto no ano passado e então decidimos que era hora de nos juntarmos de novo e começar a pensar de forma mais estruturada como banda.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé

Quais as expectativas da banda para 2018?

Para 2018 vamos lançar nosso segundo trabalho autoral, que já está na fase final de pré produção, nele vamos tratar de todas as nossas influências e tentar traduzir isso de forma coerente, cada um aqui tem sua peculiaridade musical e estamos tentando colocar todo esse tempero de forma agradável.

Vamos ter a pegada post grunge, mas também vai ter uma pitada de funk rock, temas com violões e hard rock e esse trabalho será um epílogo de um álbum maior que virá no final de 2019, também vamos lançar um projeto que nele vamos mostrar influências nossas que não são necessariamente vindas do rock.

Além de, claro, tentar levar nosso som para cada vez mais longe, já estamos estudando propostas para Minas e São Paulo.

A imagem pode conter: texto

 

Como você sente a cena underground no Rio de Janeiro?

O Rio é muito diverso, tanto falando apenas de cidade como de estado também, existe bons espaços para todos os estilos e bandas que fazem um excelente trabalho, seria injusto citar apenas algumas mas gostamos de acompanhar o trabalho da Canto Cego, Q4rto Teto, Innocence Lost e Venus Café, em relação a espaço gostamos muito do trabalho feito pela Jack Daniels Rock Bar, Heavy Duty, Calabouço, na baixada tem o Gato Negro Pub e “do outro lado da ponte” tem o Rock’n Beer Pub em São Gonçalo.

Na nossa cidade natal a cena é bem menor e mesmo assim estamos nos juntando com outras bandas parceiras para tentar aquecer o rock na cidade e estamos começando a notar a diferença, o público está comparecendo mais e as casas investindo mais no estilo.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’ s Blog?

Nosso recado é que vocês continuem procurando coisas novas, isso é fundamental para que o rock continue vivo, sempre vamos ter como referência a galera das antigas, eles chegaram primeiro e possuem todo o mérito. Mas não podemos parar no tempo, tem muita coisa nova surgindo e essa galera precisa da força do público e hoje em dia com a facilidade do streaming você consegue conhecer bandas de todo o canto e isso é incrível.

 

 



 

Alô Rio! | Feed My Soul

Nota

Oi, pessoas, tudo bem?

A breve conversa de hoje foi com banda Velho Buffalo Ruffus. O som deles me chamou muito a atenção e eu tenho certeza de que você vai curtir também. Então aumenta o volume e continue lendo!

 

O som de vocês é diferenciado. Quais são suas inspirações?
Nossa, são muitas inspirações, que vai de AC/DC até ZZTop (risos), mas nesse disco está claro a influência do Motorhead e da banda Metallica. A grande diferença da banda é exatamente a diversidade de influências, cada um traz na sua essência, e mesclamos com a personalidade e também com o que a música quer transmitir.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
Quais as principais mudanças que você percebeu no mundo da música ao longo do tempo?
A falta de perseverança das bandas. Ok, o mercado mudou, mas ele sempre irá mudar, a facilidade de comunicação e tecnologia ajuda, mas, ao mesmo tempo também atrapalha.
Qual foi a experiência mais legal que você teve como músico?
A reação do público nos shows, o espanto e a procura de bandas novas e musicas novas, até porque já estamos perdendo vários artistas e banda, ordem natural da vida.
Chegou a hora do público se renovar ou vai ficar dependendo de banda cover, que não minha opinião é triste e muito previsível.
Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Claro! Ouçam Velho Buffalo Ruffus e aguardem que chegamos pra tocar o zaralho, estamos invadindo essa praia e esperem e peçam o nosso show na sua cidade!

Inspirações de A a Z | VBR

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Hoje a entrevista é com a banda Circo de Fantoches. Eles contaram um pouco sobre o intuito de suas músicas , seus fãs e os planos para esse ano. Vem conferir!

Qual é a principal mensagem da banda?
A mensagem da banda é o assunto principal para nós, em nossos sons, procuramos explorar temas do cotidiano dos brasileiros, como a nossa desigualdade social, os incansáveis e incontáveis casos de corrupção em nosso país e também problemas sociais que infelizmente ainda existem nos dias de hoje, como o racismo e o preconceito. Nós fazemos um Heavy Metal em português justamente para aproximar o público brasileiro ao nosso som.

 

A imagem pode conter: 3 pessoas
 

Como fazem para ficarem próximos aos fãs?
Procuramos sempre estar junto de nossos fãs em nossos shows, conversando e conhecendo um pouco mais sobre eles. Já no Facebook lançamos promoções em que premiamos nossos fãs que estão conosco na divulgação da banda, isso é muito gratificante para nós!
 

Qual é a sua maior expectativa sobre a banda?
Todo o feedback do disco e do clipe vem sendo muito importante para nós, principalmente para nos mostrar que estamos no caminho certo. A galera que ouviu o som apoiou muito a nossa decisão de fazer as músicas em português, com a agressividade que o metal pede sem deixar a melodia de lado. Temos a expectativa de a médio/longo prazo ser uma banda reconhecida dentro do Metal nacionalmente.

Vocês já tem planos para 2018?
Gravamos um disco, depois veio o Lyric Vídeo e agora o nosso primeiro clipe. Nossos próximos passos são: Montar uma agenda de shows que cubra o máximo possível de cidades e locais para divulgar nosso som e a nossa mensagem. Queremos muito tocar em um grande festival esse ano. De novidades, pretendemos lançar ainda neste ano outro material em vídeo.

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas no palco, pessoas tocando instrumentos musicais e violão
Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Fala pessoal do Agatacett’s Blog, muito obrigado por acompanhar essa breve entrevista. Foi um grande prazer fazer parte do dia de vocês, que tiraram alguns minutos para acompanhar e conhecer um pouco sobre a nossa banda. Para quem curtiu o nosso som, gostaríamos muito de ter você em nossa página nos ajudando a divulgar e apoiando o crescimento da banda!
Comprem nosso disco, desta forma vocês nos incentivam e garantem que o próximo material chegue em breve! Muito obrigado a todos vocês e principalmente a Agatacett por ceder esse espaço para nós! Um grande abraço a todos!

 

Vai pegar fogo! | Circo de Fantoches

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

No começo da semana, contei um pouquinho sobre o Matheus e o Thiago, da Banda AL9 e hoje vamos continuar o assunto, mas com algumas curiosidades sobre o single “Quando Te Conheci”.

 

  • Os meninos administram a própria imagem e cuidam dos posts e do relacionamento com os fãs através das redes sociais. Não é a toa que hoje eles contam com o apoio de pelo menos 5 fã clubes até mesmo pelo Whatsapp, sendo reconhecidos em viagens dentro e fora do país;

 

  • O Matheus Khouri tem 19 anos e o Thiago Khouri, 17 e moram na cidade de São Paulo. Eles afirmam que conquistaram todos os públicos, mas que a grande parcela de seus ouvintes são do gênero feminino.

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, texto

 

  • A música é de composição realmente autoral. A produção, arranjo e gravação ficaram por conta deles.

 

  • A maior influência dos meninos são os Beatles, a ponto de usarem instrumentos. A guitarra do Matheus é uma Rickenbacker 325 de 1994, mesmo modelo utilizado por John Lennon. O baixo do Thiago é um Hofner 5000/1 alemão de 1967, mesmo baixo que Paul McCartney usa até hoje. Até a gaita que Matheus usou para gravar é uma Marine Band, alemã, mesma gaita utilizada por John Lennon;

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas no palco, pessoas tocando instrumentos musicais, violão e área interna

 

  • Durante a gravação, Matheus e Thiago optaram em gravar da maneira que se gravava antigamente, ou seja, sem usar recursos de estúdio para afinação de vozes ou qualquer “correção” nos instrumentos. As vozes foram gravadas ao vivo e os instrumentos também;

 

 

Curiosidades | AL9

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Com uma proposta diferente, os meninos da banda AL9 estão dominando as redes sociais com seus vídeos e simpatia. Recentemente laçaram a primeira música autoral ”Quando Te Conheci” e é claro que o Agatacett´s Blog contou com uma entrevista exclusiva.

A Banda AL9 é formada pelos irmãos Matheus Khouri, 19 anos, no vocal e guitarra e Thiago Khouri, 17 anos, no vocal e baixo

 

Hoje vocês lançaram a primeira música autoral. Como foi essa realização? 

Lançar nosso primeiro single é uma sensação ótima, ainda mais que a composição é nossa (Matheus Khouri e Thiago Khouri). Nós produzimos, nós arranjamos, nós gravamos… Ou seja, é algo realmente nosso, que temos muito orgulho de lançar.

 

A Banda AL9 teve um sucesso e repercussão rápida nas redes sociais. Como é a A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé, céu e atividades ao ar livrehistória de vocês com a música?

Sempre escutamos muita música, nossos pais sempre curtiram esse estilo de música. E nosso pai sempre tocou guitarra como um hobby, ele acabou ensinando a gente e decidimos formar uma banda. Tentamos tocar com outros integrantes, mas nunca dava certo, então decidimos ficar apenas nós dois, e as coisas vem dando super certo!

 

Qual é a coisa mais legal que já aconteceu com vocês no mundo da música?

Acreditamos que a coisa mais legal é o momento que você começa a ser reconhecido na rua, no shopping. Vários fãs já nos encontraram, fomos reconhecidos até nos Estados Unidos, por fãs brasileiros e fãs americanos também, inclusive um vendedor de uma loja de instrumentos musicais em Orlando, nos reconheceu e pediu para tocarmos algo na sua loja, tocamos a música Mr. Postman, o vídeo está no nosso Facebook.

 

Qual é o próximo passo da Banda AL9?

Pretendemos lançar mais músicas autorais, e fazer muitos shows ao vivo para o lançamento dessas músicas.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Primeiramente, é um prazer está no Agatacett’s Blog, gostaríamos de agradecer a Ágata pela oportunidade. E se preparem que muitas novidades legais estão chegando aí, shows, músicas novas, fiquem ligados nas nossas redes sociais.

 

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé e texto

 

 

 

Eles estão dominando | AL9

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Recentemente que fiz uma perfuração e, por mais simples que seja, fiquei com muitas dúvidas, então conversei com a Body Piercing Danielle, que me esclareceu tudo. Espero ajudar vocês também!

A imagem pode conter: 1 pessoa

 

Quem é Danielle e como escolheu a sua profissão?
Eu sou uma pessoa apaixonada pelo diferente, desde criança me interesso muito por piercings e tatuagens.
Desde dos 12 anos meu sonho era trabalhar com isso. Sempre tive muitos piercings e admirava quem colocava como se admira um médico, por exemplo. rs
Quais são os benefícios e os malefícios da profissão?
Os benefícios são muitos, ver a pessoa feliz  e satisfeita com sua perfuração que queria muito, fazer algo que acho transformador pra quem tem problemas com auto estima. Pois o piercing por menor que seja ajuda muito nessa questão.

Os malefícios é que muitos clientes não cuidam devidamente. Alguns dormem em cima ou colocam a mão suja e mesmo eu entregando folheto com cuidados e explicando tudo detalhadamente, alguns se esquecem.
No que o seu estilo influenciou na sua vida?
Me fez ver que todo tipo de diferença física é interessante e bonito.

Sobre as perfurações, quais são suas recomendações para quem deseja fazer um piercing, por exemplo?
Ser maior de idade, estar totalmente saudável, apto para receber a perfuração.
Ter anatomia pra ter a perfuração desejada e saber que deverá cuidar devidamente até a cicatrização.

Quais perguntas você mais escuta sobre perfurações, modificações corporais…?
“Dói muito?”
“Posso fazer piercing onde eu quiser?”
” Você não tem receio de furar as pessoas?”
“Você não tem nojo de colocar a mão no nariz ou boca dos outros?”

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Gostaria de dizer que não importa o quanto a pessoa seja diferente fisicamente e tenha gostos considerados estranhos, ela merece todo respeito do mundo, assim como qualquer um. Ou seja, respeitem sempre os modificados! ❤

Piercing is love | Dicas

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Quem conhece a pessoa que vos escreve sabe o quanto eu amo a música e a subcultura Glam. Como era um tema que eu queria abordar aqui no blog de novo, nada melhor do que trazer os caras que entendem do assunto, então, apresento a vocês a banda Evil Matchers!

 

Pode nos apresentar um pouco da banda e seus integrantes?
Nós somos basicamente um bando de desajustados que passou a adolescência ouvindo rock n roll, consumindo bebidas alcoólicas baratas e formando bandas para matar o tempo. Como nenhuma dessas bandas durou muito, estávamos prestes a seguir outros rumos (Quem sabe abrir uma franquia de paletas, food trucks ou qualquer moda dessas que dura 6 meses), quando nos conhecemos e decidimos formar a Evil Matchers e salvar o rock brasileiro. Brincadeiras à parte, a Evil Matchers é uma banda originada em Belo Horizonte está na estrada fazendo Rock ‘n’ Roll e levando o Agito por onde a gente passa, desde 2013!

A banda é formada por:
Gringo – Guitarrista ,vocalista e galã (Seria o Fábio Assunção se ele fosse fã do Johnny Thunders)
Leo – Baixista, vocalista e marinheiro ( Literalmente o maior baixista de Belo Horizonte)
Punkerage – Guitarrista, vocalista e motoqueiro selvagem (O cara da jaqueta de oncinha)
Luis – Bateria, tatuagens (50% barba – 50% treta)

A imagem pode conter: 4 pessoas, texto

 

Como decidiram usar um visual voltado a cultura Glam?
Sempre curtimos esse tipo de visual mesmo antes da banda, e depois começamos a incluir mais características ainda. É visível a evolução do visual da banda desde sua formação.

A influencia musical do Glam Rock, do Proto-punk e principalmente do Glam Punk foi o que fez a gente cada vez mais incorporar esse aspecto no nosso visu. A Evil Matchers sempre quis ser a banda mais bem vestida da cidade, e estamos conseguindo manter o posto até o momento!
Bandas como NY Dolls, T-Rex, MC5, Stooges, Dead Boys, Johnny Thunders and the Heatbreakers, são sempre uma referencia pro visu, também gostamos bastante do visual anos 70 e 80 em geral, muito do Sleazy Rock, que acaba sendo uma releitura do Glam só que mais Dark e mais Punk.
Ah, o visual do Turbonegro, a gente também ama!

Somos uma banda que não apenas sobe no palco e toca suas músicas, nós damos um show. E o componente visual é importantíssimo para um verdadeiro show de rock, sempre foi na verdade, mas em algum momento alguns hippies ou esses indies dos anos 2000 decidiram que você devia subir no palco vestido como se fosse levar o cachorro pra passear no domingo é que era legal e foderam com a parte visual do rock. Nós estamos resgatando isso!

 

Qual é a pergunta que mais escutam referente ao estilo de vocês?

“Vocês não estão sentindo calor?!” – Essa pergunta é a clássica, e realmente em alguns lugares temos que nos adaptar para sobreviver.

Perguntam muito sobre as roupas, maquiagens e brincos. Sempre perguntam pra gente se são nossos mesmo ou se pegamos de irmãs ou namoradas. Isso a gente sempre responde que é da namorada e etc, mas é mentira. Temos uma extensa coleção de delineadores, sombras, lenços e brincos para as mais variadas ocasiões. Inclusive aprendemos na marra a passar o delineador uns nos outros sem cegar o coleguinha.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas tocando instrumentos musicais, pessoas no palco e noite

Necessariamente, o estilo reflete a personalidade?Reflete sim, cada um da banda tem seu estilo próprio, e a introdução de elementos visuais nas roupas é bem espontâneo, cada um cria seu visual que mais gosta e se alguma coisa fica legal pro resto, acabamos usando também!Isso tudo fica somente nos palcos ou vocês aderem ao estilo no dia a dia também?Nos palcos com certeza estamos mais livres pra usar o que quiser, no dia a dia acaba que temos que ser menos ousados, embora sempre rola um visual mais rock e com algum vestígio, por que faz parte da gente, usamos muito o termo “à paisana”, pra quando a gente não está tão no visu! A sociedade não está preparada para homens lindos de barba e maquiagem de 8 às 18, é uma pena.Tem algum recado para o leitor Agacett’s Blog?Primeiramente muito obrigado a Ágata por dar este espaço pra gente divulgar nosso som, e falar um pouco de coisas off-topic.Pra todo mundo que está lendo, a Evil Matchers intima vocês a se juntarem as fileiras do nosso exercito de Soldados do Agito, curtir nossa pagina no Facebook, seguir a gente no Insta, Twitter e escutem a gente no Spotify, Deezer, Google Play, em fim… estamos em todas as redes.

 

 

 

Queremos ver vocês agitando no maior Glamour nos nossos shows! Nossa agenda, dados de contato e outras informações sobre a banda estão no nosso site oficial, http://evilmatchers.com!

GLAM ! | Evil Matchers

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Eu estava com saudades de escrever para vocês. Mas estamos de volta para um novo ano cheio de música boa e histórias para contar, não é?

A entrevista de hoje é muito especial, pois essa banda ganhou o nosso concurso Mural do Rock 2017 com direito a um mês de assessoria gratuita, cedida pela Think2Mark.

A imagem pode conter: texto

 

A Mera Corte recebeu muitos votos e venceu o Mural do Rock 2017. Como se sentem com isso?

Muito felizes e satisfeitos, o Mural do Rock 2017 é uma boa oportunidade de suporte para o trabalho do artista independente e somos gratos a quem votou na nossa banda.

 

Qual foi o momento mais importante da banda até agora, para vocês?

Com toda certeza, o momento em que nosso primeiro single “Pobre Enrico” ficou pronto e pudemos ouvir juntos pela primeira vez nosso trabalho. A sensação foi de orgulho e dever cumprido.

 

Como surgiu a ideia de criar a Mera corte?

Bem, três de nós, Guilherme, Gustavo e Ygor já havíamos tocado juntos em uma outra banda anteriormente. Após ela acabar decidimos criar a Mera Corte e em seguida chamamos o Luiz pra ingressar nela. Já são mais de dois anos desde então.

 

 

Vocês tem uma música autoral favorita?

Temos um carinho especial por todas as nossas músicas, cada uma com sua particularidade. Mas das duas que já divulgamos até então, Pobre Enrico, por ser nossa primeira música, tem todo um simbolismo. Se for pra escolher uma é ela. Mas tem outras canções que adoramos ter feito, vindo por aí em breve.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Galera, apoiem a cena independente, tem muita coisa boa por aí querendo ser ouvido e buscando seu espaço. E ouçam a Mera Corte, esse ano será de grandes novidades e realizações pra gente.

Mera Corte | Mural do Rock 2017