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Nota

Hoje é dia de falarmos sobre curiosidades e pensei em contar para vocês a verdadeira história do Phineas e Ferb, seriado animado da Disney Chanel, então vou contar para  vocês o que eu lembro deste conto.

Candace, filha mais velha de um casal americano, era portadora de esquizofrenia e se tratava com um psicólogo. A garota tinha dois irmãozinhos mais novo: Phineas, um garoto que sofria de hiperatividade, e Ferb, que sofria de retardo mental.

A garota dizia para sua mãe que seus irmão construíam coisas bizarras no quintal e a mãe, sabendo do problema da filha e dos remédios que ela tomava, não acreditou nas história dela, então Candace escreveu em seu diário tudo que ”via” seus irmãos fazerem.

Um dia, Candace não aguentou mais e se matou com seus próprios remédios, ela também deixou uma carta, mas eu não lembro exatamente o que estava escrito nela. Sua mãe encontrou seu diário e vendeu os relatos descritos nele para a Disney, que criou um seriado animado sobre isso.

Vários músicos apareceram no seriado, entre eles o Slash. O desenho é marcado por muita música, onde a maioria delas pertencem ao Rock N´Roll, como por exemplo o  episódio em que o Baldit deu um show em um festival, onde o cenário foi o símbolo da anarquia e também a presença da banda Love Handel em vários episódios.

 

Histórias da Disney

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Nota

A primeira infância de Jimi não foi o que se considera normal. Sua mãe, uma jovenzinha de 17 anos, deu à luz em Seattle (Washington) em 27 de novembro de 1942, enquanto o pai, Al Hendrix, lutava na Segunda Guerra Mundial.

Na pré-adolescência descobriu, entre outros, Chuck Berry, Muddy Waters, Ray Charles e o Elvis da primeira época, formando uma base musical que no futuro lhe seria incalculavelmente valiosa.

”Hendrix era um cara muito simpático, calado, mas profundo. Justamente o contrário da imagem selvagem e enlouquecida que mostrava nos palcos.” Miles Davis

Considerado o melhor músico de guitarra elétrica da história do rock, Jimi Hendrix foi aceito no museu US Rock and Roll Hall of Fame em 2005. Foi o primeiro músico incluído na lista do Native American  Music Hall of Fame.

”Depois de vê-lo tocar, Chas Chadler, baixista do The Animals, ofereceu a ele um contrato para introduzi-lo no núcleo dos grandes artistas do momento.”

 

 

 

 

Guitar Collection EP 2: Jimi Hendrix

Nota

 

 Abóboras e velas: as abóboras simbolizam fertilidade e sabedoria, enquanto as velas servem para iluminar o caminho dos espíritos. Conta a lenda que a prática de cortar a abóbora e colocar uma vela acesa dentro dela surgiu da estória de Jack, homem que gostava muito de beber e que se encontrou com o diabo no dia em que bebeu em demasia. Esperto, aprisionou o diabo em vários locais até o dia em que, de tanto beber, morreu. Sua entrada no céu foi negada e no inferno também, já que humilhava o diabo em vida. A partir daí a alma de Jack passou a perambular pelo mundo. As abóboras iluminadas então passaram a ser utilizadas por Jack para fugir da escuridão e iluminar seu caminho.

 

 

Devido à adaptação da lenda de Jack o’lantern para o folclore norte-americano. Na Irlanda, acendiam velas dentro de nabos para afastar maus espíritos na festa celta de Samhain, que celebrava o fim do verão. O costume teria sido levado pelos imigrantes para os EUA e incorporado ao All Hallows Even (véspera do Dia de Todos os Santos), dando origem ao Halloween. Reza a lenda que Jack, homem que gostava de beber, cruzava com o diabo em seus porres e enganou o coisa-ruim várias vezes para não ser levado para o inferno. Até o dia em que, de tanto beber, morreu. Sua entrada foi negada no céu e também no inferno, já que humilhara o demônio em vida. Desde então, Jack passou a vagar com velas dentro de nabos para iluminar sua alma penada. Quando os irlandeses chegaram à América, teriam percebido que as abóboras eram mais abundantes por lá e passaram a usá-las no lugar dos nabos.

 

 

 

Fontes: Mundo Estranho & Brasil Escola

 

Jack…Abóbora

Nota

 ”Não espero que acreditem na história que vou contar. Eu seria louco se esperasse por isso… E não estou louco e muito menos sonhando. Mas vou morrer amanhã e preciso fazer uma confissão para aliviar a minha alma. Meu objetivo é mostrar ao mundo uma série de acontecimentos domésticos cujas consequências me deixaram apavorado e destruído. Para mim, esses acontecimentos produziram horror. Outros podem considerá-los menos terríveis.

 Desde pequeno me sobressaí pela doçura e humanidade d meu caráter. Eu tinha tanta bondade no coração que meus amigos caçoavam de mim. Eu gostava muito de bichos e meus pais então permitiram que eu tivesse vários animais de estimação. Ficava a maior parte do tempo ao lado deles, fazendo carinho e lhes dando comida. Com o passar dos anos, essa minha particularidade se acentuou, trazendo-me ainda mais prazer. Aos que já amaram um cachorro inteligente e fiel nem é preciso falar sobre satisfação, gratificação e recompensa. O animal tem um amor natural pelo homem, amor que vai direto ao coração de quem já teve muitas ocasiões de pôr à prova a amizade mesquinha e a frágil lealdade do Homem.”

 

Essa é a introdução da história O Gato Preto da edição bilíngue do livro Contos de Terror e Mistério. Essa é uma das histórias mais famosas de Edgar Allan Poe.

Essa introdução faz o leitor pensar que é uma dócil história sobre animais de estimação, o que é mentira, pois esse conto mostra que a tese de que gatos são diabólicos e podem levar a morte pode ser verdadeira.

 

 

O Gato Preto