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Nota

Eu particularmente adoro usar somente roupas pretas, – mesmo que o meu subgênero favorito do rock seja mais ”colorido” em relação aos outros – pois isso me deixa mais a vontade para fazer combinações. Isso funciona bem no frio, mas no verão é estranho sair nas ruas vestida completamente de preto, mas não é preciso mudar todo o guarda-roupa, com essas dicas que servem tanto para os garotos, quanto para as garotas.

As pessoas dizem que sentem mais calor quando usam roupas pretas, nunca percebi a diferença, mas vamos lá!

  1. Use acessórios como pulseiras lisas ou colares simples, isso deixa a roupa com uma aparência mais leve;
  2. Se seu estilo for voltado para algo mais glam, tente usar uma estampa mais ”chamativa” em relação as suas outras roupas, uma escrita também ajuda;
  3. Evite usar bandana no cabelo, mas é legal usar no pulso;
  4. Para a ”maquiagem” padrão entre garotos e garotas, destaque mais o lápis de olho e nada mais;
  5. Para as garotas, batom nude ou vermelho e blush;
  6. Para o grunge, cuidado com a estampa xadrez, pois mesmo que seja sua marca, está voltando como se fosse uma simples estampa;
  7. Tente sobreviver sem botas ou coturnos, podemos, pelo menos uma vez, apostas em um tênis mais comum;
  8. Não use regatas de banda, isso vende feito água que qualquer um pode comprar (esse é o significado da palavra ”moda”)

Acho que você consegue sobreviver com essas oito dicas no verão, tenha algumas inspirações e crie suas dicas também.

Roupas pretas no verão? Siga as dicas

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Nota

 ”Não espero que acreditem na história que vou contar. Eu seria louco se esperasse por isso… E não estou louco e muito menos sonhando. Mas vou morrer amanhã e preciso fazer uma confissão para aliviar a minha alma. Meu objetivo é mostrar ao mundo uma série de acontecimentos domésticos cujas consequências me deixaram apavorado e destruído. Para mim, esses acontecimentos produziram horror. Outros podem considerá-los menos terríveis.

 Desde pequeno me sobressaí pela doçura e humanidade d meu caráter. Eu tinha tanta bondade no coração que meus amigos caçoavam de mim. Eu gostava muito de bichos e meus pais então permitiram que eu tivesse vários animais de estimação. Ficava a maior parte do tempo ao lado deles, fazendo carinho e lhes dando comida. Com o passar dos anos, essa minha particularidade se acentuou, trazendo-me ainda mais prazer. Aos que já amaram um cachorro inteligente e fiel nem é preciso falar sobre satisfação, gratificação e recompensa. O animal tem um amor natural pelo homem, amor que vai direto ao coração de quem já teve muitas ocasiões de pôr à prova a amizade mesquinha e a frágil lealdade do Homem.”

 

Essa é a introdução da história O Gato Preto da edição bilíngue do livro Contos de Terror e Mistério. Essa é uma das histórias mais famosas de Edgar Allan Poe.

Essa introdução faz o leitor pensar que é uma dócil história sobre animais de estimação, o que é mentira, pois esse conto mostra que a tese de que gatos são diabólicos e podem levar a morte pode ser verdadeira.

 

 

O Gato Preto

Nota

Quem me conhece sabe que antes de eu ter uma guitarra minhas unhas eram ”garras” até ao ponto de eu desenhar todos os integrantes da banda Kiss nas unhas, mas depois que eu comecei a tocar, eu comecei a quebrar todas as unhas, porém eu ainda gosto de Nail Art principalmente quando a cor principal é o preto, por esse motivo, pesquisei fotos desses desenhos fáceis que podem ser feitos em casa.

 

Nail Art Black

Nota

”Um carro prata e uma guitarra vermelha” era o que eu queria quando criança, mas só ganhei minha guitarra no meu aniversário de 14 anos.

Todos dizem que o certo seria aprender a tocar violão antes de ir para a guitarra, mas não fiz isso até mesmo por não gostar do som do violão.

Então quando comecei a tocar eu tinha uma lista de preocupações:

-Tocar sem quebrar as minhas unhas

-Arranjar tempo para ensaiar durante a semana

-Cifras e tablaturas 

-Tocar músicas só por ouvir o som de cada uma delas

-Como deixar de ter preguiça de acordar cedo para ir às aulas

-Acha uma loja que vendesse guitarras para canhoto…

 

Resolvendo os problemas:

A guitarra para canhoto foi fácil de achar, não foi cara e não era brasileira também,

Como é algo que eu adoro fazer (mesmo me machucando as vezes), eu não tinha e nem tenho preguiça de ir ao curso, mas digamos que sou um ”Ramone” para ensaiar.

Eu aprendi a ler cifras e tablaturas com a ajuda da minha professora e estudava muito em casa também e via algumas videoaulas.

Não adiantou, tive que cortar minhas unhas e não dá mais para desenhar os integrantes do Kiss.

A primeira música que eu aprendi sozinha foi com a cifra de What´s Up – 4 Non Blondies porque só tem três acordes na música toda, o ritmo é calmo e era uma música que eu ouvia desde pequena.

Para ensaiar, eu organizei meu dia por horário,assim ensaio bastante e posso treinar novas músicas a noite.

Sobre o som, podemos improvisar…detalhes a parte.

Minha professora disse que eu demoraria no mínimo três meses para aprender o básico, tipo acordes e demoraria muito muito muito tempo para tocar em pé, mas consegui tocar uma música toda na primeira aula e consigo tocar a música q eu quiser com a corrente, para mim foi super fácil aprender a tocar.

 

Vantagens:

Ouvir uma música perfeita que vocês mesmo está tocando, é como conseguir a nota máxima em uma prova ou coisa parecida.

Agora eu adoro o som do violão e será meu próximo presente.

Desvantagens:

Não sei se há alguma, o maior problema é ser bom o suficiente para tocar em uma banda.

 

Minha guitarra:

 

Minhas próximas guitarra:

 

Como Aprendi a Tocar Guitarra

Nota

Na verdade, a matéria seria sobre o preto e branco da época de Mae West, mas ao pesquisar melhor o figurino dela resolvi mudar o rumo do blog.

Mary Jane West nasceu em 1893, em Bushwick, no estado de Nova York, filha do boxeador Jack West e de mãe francesa. Começou aos 5 anos a trabalhar no teatro. Estudou bailado, atuou em espetáculos de variedades e em 1918 lançou o tipo de dança “shimmy”, que alcançou grande popularidade nos anos 1920. Escreveu novelas como “The Constant Sinner” e numerosas comédias, como “Diamond Lil”, caracterizadas pelo tom frívolo e picante. Algumas delas foram interpretadas pela própria Mae no teatro e no cinema.

Desde o começo da carreira, no “Caf’Conc”, em 1917, ela já chamava atenção com sua voz quebrada, a silhueta de formas pronunciadas e a atitude provocante. Converteu-se em pouco tempo no que se chama uma “estrela”.

 Sua consagração teatral veio em 1926, com a peça “Sex”, de sua autoria. Tanto o texto quanto a forma de atuar de Mae West eram de tal forma insólitos para a época, que os jornais se negaram a dar publicidade à obra. Mas o espetáculo resistiu a 375 apresentações com a casa lotada, até que a Sociedade para a Supressão do Vício conseguiu retirar a peça de cartaz. A autora foi condenada a 8 dias de prisão, por “corromper a juventude”.

Mae West sofreu o mesmo ”preconceito de revolução” da boneca dos desenhos Betty Boop

Sua foto polemica nos quartéis, os adolescentes a escondem em seus livros, os choferes a exibem em seus caminhões. Seu nome lembra o pecado tal como ele era concebido pela puritana América da época.

Em 1955, a atriz publicou a coletânea de suas canções: “The Fabulous Mae West”. Em 1966, dois álbuns de rock.

Os anos 1950 e a modificação da imagem da mulher viram Mae West afastar-se do cinema. Porém não do show business. Organizou então uma turnê por night-clubs, onde cantava seus êxitos de antes da guerra, cercada por jovens embevecidos muito mais por suas expressões corporais que por seu talento.

O busto avantajado levou-a inclusive a “participar do esforço de guerra”: a RAF (aviação britânica) deu seu nome aos coletes salva-vidas.

No ano de 1932 chegou a Hollywood com um contrato da Paramount de 5000 dólares por semana. Trabalhou sucessivamente em “Night After Night”, “She Done Him Wrong” (que bateu todos os recordes de bilheteria) e em “I’m No Angel”, todos filmes sem mensagens substanciais e de cujos roteiros participou, que destacavam seu “toque” sexy.

Mae  West tinha muitas frases marcantes

Mae West morreu no dia 22 de Novembro de 1980 aos 87 anos, após sofrer uma série de acidentes vasculares cerebrais. Encontra-se sepultada em Cypress Hills Cemetery, Brooklyn, Kings County, Nova Iorque nos Estados Unidos.

O Figurino de Mae West