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Oi pessoas, tudo bem?

O post de hoje é muito importante porque ele mostra um pouco do carinho das minhas bandas com os meus leitores e vice-versa.

Quando entrevistei a Cristiano Guerra Band, tive o intuito de mostrar para vocês música boa, de verdade, como sempre fiz e pretendo fazer. Mas dessa vez foi diferente! O pessoal respondeu as minhas perguntas com um vídeo bem bacana e isso, para mim, que tem um blog sobre Rock N’ Roll a tantos anos, mostra que ainda há bandas empenhadas em mostrar o seu conteúdo e atenção e são atitudes assim que transformam o nosso mundo.

Agora vamos acompanhar como foi essa entrevista cheia de amor e Rock N Roll!

 

Cristiano Guerra Band | Amor acima de tudo

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Oi pessoas, tudo bem?

A conversa de hoje é com o Stephano, baterista da banda Feed My Soul. A entrevista foi bem completa e ele contou um pouco sobre o cenário underground no Rio de Janeiro? Cadê os leitores cariocas?

Como você poderia resumir a historia da sua banda?

Nossa primeira reunião como Feed aconteceu em agosto de 2010, já tínhamos tocados juntos em outras ocasiões, nossa união musical vinha desde a época de colégio e esse projeto tinha a ver mais com o fato de quatro amigos que queriam arrumar um jeito de estarem juntos fazendo o que gosta do que necessariamente fazer sucesso ou algo do tipo.

Tínhamos muito material próprio na gaveta e com isso resolvemos gravar um primeiro álbum como registro dessa amizade, o trabalho resumiu bem esse espírito, a sonoridade refletiu bem o que a gente estava ouvindo naquele momento, tinha muita coisa do Creed, Alter Bridge com pitadas de Metallica, Iron Maiden e até um q de progressivo em algumas músicas.

Com esse material em mãos fizemos alguns eventos na nossa cidade natal mas outros compromissos fizeram com que a gente tivesse que dar uma pausa no projeto… porém o “vício” de estar tocando e se reunindo como amigos falou alto no ano passado e então decidimos que era hora de nos juntarmos de novo e começar a pensar de forma mais estruturada como banda.

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Quais as expectativas da banda para 2018?

Para 2018 vamos lançar nosso segundo trabalho autoral, que já está na fase final de pré produção, nele vamos tratar de todas as nossas influências e tentar traduzir isso de forma coerente, cada um aqui tem sua peculiaridade musical e estamos tentando colocar todo esse tempero de forma agradável.

Vamos ter a pegada post grunge, mas também vai ter uma pitada de funk rock, temas com violões e hard rock e esse trabalho será um epílogo de um álbum maior que virá no final de 2019, também vamos lançar um projeto que nele vamos mostrar influências nossas que não são necessariamente vindas do rock.

Além de, claro, tentar levar nosso som para cada vez mais longe, já estamos estudando propostas para Minas e São Paulo.

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Como você sente a cena underground no Rio de Janeiro?

O Rio é muito diverso, tanto falando apenas de cidade como de estado também, existe bons espaços para todos os estilos e bandas que fazem um excelente trabalho, seria injusto citar apenas algumas mas gostamos de acompanhar o trabalho da Canto Cego, Q4rto Teto, Innocence Lost e Venus Café, em relação a espaço gostamos muito do trabalho feito pela Jack Daniels Rock Bar, Heavy Duty, Calabouço, na baixada tem o Gato Negro Pub e “do outro lado da ponte” tem o Rock’n Beer Pub em São Gonçalo.

Na nossa cidade natal a cena é bem menor e mesmo assim estamos nos juntando com outras bandas parceiras para tentar aquecer o rock na cidade e estamos começando a notar a diferença, o público está comparecendo mais e as casas investindo mais no estilo.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’ s Blog?

Nosso recado é que vocês continuem procurando coisas novas, isso é fundamental para que o rock continue vivo, sempre vamos ter como referência a galera das antigas, eles chegaram primeiro e possuem todo o mérito. Mas não podemos parar no tempo, tem muita coisa nova surgindo e essa galera precisa da força do público e hoje em dia com a facilidade do streaming você consegue conhecer bandas de todo o canto e isso é incrível.

 

 



 

Alô Rio! | Feed My Soul

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Oi pessoas, tudo bem?

Hoje a entrevista é com a banda Circo de Fantoches. Eles contaram um pouco sobre o intuito de suas músicas , seus fãs e os planos para esse ano. Vem conferir!

Qual é a principal mensagem da banda?
A mensagem da banda é o assunto principal para nós, em nossos sons, procuramos explorar temas do cotidiano dos brasileiros, como a nossa desigualdade social, os incansáveis e incontáveis casos de corrupção em nosso país e também problemas sociais que infelizmente ainda existem nos dias de hoje, como o racismo e o preconceito. Nós fazemos um Heavy Metal em português justamente para aproximar o público brasileiro ao nosso som.

 

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Como fazem para ficarem próximos aos fãs?
Procuramos sempre estar junto de nossos fãs em nossos shows, conversando e conhecendo um pouco mais sobre eles. Já no Facebook lançamos promoções em que premiamos nossos fãs que estão conosco na divulgação da banda, isso é muito gratificante para nós!
 

Qual é a sua maior expectativa sobre a banda?
Todo o feedback do disco e do clipe vem sendo muito importante para nós, principalmente para nos mostrar que estamos no caminho certo. A galera que ouviu o som apoiou muito a nossa decisão de fazer as músicas em português, com a agressividade que o metal pede sem deixar a melodia de lado. Temos a expectativa de a médio/longo prazo ser uma banda reconhecida dentro do Metal nacionalmente.

Vocês já tem planos para 2018?
Gravamos um disco, depois veio o Lyric Vídeo e agora o nosso primeiro clipe. Nossos próximos passos são: Montar uma agenda de shows que cubra o máximo possível de cidades e locais para divulgar nosso som e a nossa mensagem. Queremos muito tocar em um grande festival esse ano. De novidades, pretendemos lançar ainda neste ano outro material em vídeo.

 

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Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Fala pessoal do Agatacett’s Blog, muito obrigado por acompanhar essa breve entrevista. Foi um grande prazer fazer parte do dia de vocês, que tiraram alguns minutos para acompanhar e conhecer um pouco sobre a nossa banda. Para quem curtiu o nosso som, gostaríamos muito de ter você em nossa página nos ajudando a divulgar e apoiando o crescimento da banda!
Comprem nosso disco, desta forma vocês nos incentivam e garantem que o próximo material chegue em breve! Muito obrigado a todos vocês e principalmente a Agatacett por ceder esse espaço para nós! Um grande abraço a todos!

 

Vai pegar fogo! | Circo de Fantoches

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Entrevista nova com a banda Psycho Monkeys

Quando a banda Psycho Monkeys foi ”fundada” e como escolheram o nome?

 Fundamos a banda no início de 2012, mas a formação atual segue desde setembro do ano passado. A escolha do nome foi simples na verdade, eu sempre achei que o nome da banda deveria ter “Monkeys” em algum lugar. No começo nos batizamos como “Monkey Business”, mas depois achamos melhor trocar o nome, e de alguma forma surgiu a “Psycho Monkeys”.

Quais são os artistas ou bandas que inspiraram vocês ?

 Temos diversas influências. Guns N’ Roses, Velvet Revolver, Alice in Chains, The Cult e Skid Row são algumas delas.

 Vocês tem planos futuros? Pode nos adiantar quais são eles?

 Muitos na verdade! Em novembro vamos lançar o single “Lights of the City”, finalizando assim nosso primeiro EP. Com ele finalizado vamos gravar o videoclipe dessa mesma música (Lights of the City) e então faremos vários shows para divulgar o material. O próximo passo será a gravação do nosso primeiro CD, que já esta praticamente todo composto. Provavelmente no segundo semestre de 2014 ele será lançado. Então fiquem ligados que muitas novidades estão por vir!

 Quando que a banda começou a ganhar maior reconhecimento? Vocês tiveram alguma ajuda?

A banda passou a ser notada quando as músicas do EP foram lançadas e quando começamos a fazer shows para divulgar o trabalho. Muitos sites e blogs de música nos ajudaram divulgando a banda também.

 Tem alguma dica para as bandas que estão começando agora?

Para as bandas que estão começando eu digo: Busquem sempre evoluir. Façam um trabalho bem feito, se preocupem com a composição e com a gravação de suas músicas. Pois um trabalho bem produzido e bem composto com certeza irá chamar muito mais a atenção daquele que lançar um material mal feito.

Acompanhe a banda

Facebook: https://www.facebook.com/psmonkeysBR

YouTube: http://www.youtube.com/psychomonkeysband

SoundCloud: https://soundcloud.com/psychomonkeysband

Especial Psycho Monkeys

Nota

  Eu particularmente tenho um amor incondicional pelos vampiros, não sei o motivo, talvez seja pela força, pela frieza ou pelo fato de continuar o mesmo para sempre, por isso, resolvi fazer uma homenagem especial para esses seres que realmente deveriam existir.

 ”Nunca beba dos mortos”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para Aqueles Que Eu Amo

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O Agatacett´s Blog entrevistou Rod Havokk, baterista da Dissonant nightmare e da Serpens Albus (whitesnake cover)

Para  ver música da banda,acesse: https://agatacett.wordpress.com/2013/09/02/o-som-da-perfeicao/

Como e quem começou a banda?

A Dissonant Nightmare começou como um projeto do nosso baixista Vikki Svart. Depois de várias tentativas dele com diversas formações, em 2011 ele convidou Lizzie Maverick para os vocais, que por coincidência era minha amiga de escola e me convidou pra entrar na banda.

É mais fácil tocar uma música própria ou um cover?

Na verdade nenhum dos dois é fácil. Pra você tocar em uma banda cover, o grande desafio é tirar a musica do jeito mais idêntico possível, o que não é nem um pouco simples. Já o lance de compor suas próprias linhas instrumentais em uma banda de som próprio está mais ligado á coerência. Ambos são difíceis.

Qual foi o acontecimento na banda que você mais gostou?

Muitas coisas legais aconteceram ao longo desses dois anos. Mas o que mais mexe com a gente é ver pessoas de diferentes partes do mundo apoiando a gente ao curtir nossa página, ver nossos videos, baixar nossas músicas. Realmente é uma sensação muito boa.

Como a banda começou a ser divulgada? Foi fácil ser reconhecido ou ainda lutam por isso?

Boa parte do que tivemos de divulgação se deve as pessoas que nos apoiam, em especial as nossas meninas do Streat Team, Gabi, Suh e Iza. Quando lançamos as nossas duas músicas no começo do ano passado elas tiveram um papel fundamental de divulgação, o que nos trouxe uma visibilidade legal dentro da cena. Porém ainda estamos lutando pelo nosso reconhecimento, tarda, mas não falha. Ficamos um ano parados, sem dar notícias, mas voltaremos com força total quando menos esperarem.

O que vocês mais gostam de tocar?

Temos influências diversas, portanto nosso som é bem variado, tanto que no nosso setlist tocamos covers que vão de System of a Down, passando por Def Leppard até Backstreet Boys e Michael Jackson.

Recado da banda:

Por favor, parem de rotular a Dissonant Nightamare como Hard Rock, nosso som não tem cara de Poison ou Cinderella, por mais que sejam influências! (risos). E pra quem estiver lendo isso, peço que abra a cabeça em relação a bandas de som próprio independentes. Parece que quando falamos “banda independente” já rola um preconceito, mas toda a banda grande já passou por essa fase um dia, a diferença é que eles tiveram apoio. Portanto apoie o som próprio sempre!

 

Entrevista