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Nota

Oi pessoas, tudo bem?

A conversa de hoje é com o Stephano, baterista da banda Feed My Soul. A entrevista foi bem completa e ele contou um pouco sobre o cenário underground no Rio de Janeiro? Cadê os leitores cariocas?

Como você poderia resumir a historia da sua banda?

Nossa primeira reunião como Feed aconteceu em agosto de 2010, já tínhamos tocados juntos em outras ocasiões, nossa união musical vinha desde a época de colégio e esse projeto tinha a ver mais com o fato de quatro amigos que queriam arrumar um jeito de estarem juntos fazendo o que gosta do que necessariamente fazer sucesso ou algo do tipo.

Tínhamos muito material próprio na gaveta e com isso resolvemos gravar um primeiro álbum como registro dessa amizade, o trabalho resumiu bem esse espírito, a sonoridade refletiu bem o que a gente estava ouvindo naquele momento, tinha muita coisa do Creed, Alter Bridge com pitadas de Metallica, Iron Maiden e até um q de progressivo em algumas músicas.

Com esse material em mãos fizemos alguns eventos na nossa cidade natal mas outros compromissos fizeram com que a gente tivesse que dar uma pausa no projeto… porém o “vício” de estar tocando e se reunindo como amigos falou alto no ano passado e então decidimos que era hora de nos juntarmos de novo e começar a pensar de forma mais estruturada como banda.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé

Quais as expectativas da banda para 2018?

Para 2018 vamos lançar nosso segundo trabalho autoral, que já está na fase final de pré produção, nele vamos tratar de todas as nossas influências e tentar traduzir isso de forma coerente, cada um aqui tem sua peculiaridade musical e estamos tentando colocar todo esse tempero de forma agradável.

Vamos ter a pegada post grunge, mas também vai ter uma pitada de funk rock, temas com violões e hard rock e esse trabalho será um epílogo de um álbum maior que virá no final de 2019, também vamos lançar um projeto que nele vamos mostrar influências nossas que não são necessariamente vindas do rock.

Além de, claro, tentar levar nosso som para cada vez mais longe, já estamos estudando propostas para Minas e São Paulo.

A imagem pode conter: texto

 

Como você sente a cena underground no Rio de Janeiro?

O Rio é muito diverso, tanto falando apenas de cidade como de estado também, existe bons espaços para todos os estilos e bandas que fazem um excelente trabalho, seria injusto citar apenas algumas mas gostamos de acompanhar o trabalho da Canto Cego, Q4rto Teto, Innocence Lost e Venus Café, em relação a espaço gostamos muito do trabalho feito pela Jack Daniels Rock Bar, Heavy Duty, Calabouço, na baixada tem o Gato Negro Pub e “do outro lado da ponte” tem o Rock’n Beer Pub em São Gonçalo.

Na nossa cidade natal a cena é bem menor e mesmo assim estamos nos juntando com outras bandas parceiras para tentar aquecer o rock na cidade e estamos começando a notar a diferença, o público está comparecendo mais e as casas investindo mais no estilo.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’ s Blog?

Nosso recado é que vocês continuem procurando coisas novas, isso é fundamental para que o rock continue vivo, sempre vamos ter como referência a galera das antigas, eles chegaram primeiro e possuem todo o mérito. Mas não podemos parar no tempo, tem muita coisa nova surgindo e essa galera precisa da força do público e hoje em dia com a facilidade do streaming você consegue conhecer bandas de todo o canto e isso é incrível.

 

 



 

Alô Rio! | Feed My Soul

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Nota

O Agatacett´s Blog entrevistou Rod Havokk, baterista da Dissonant nightmare e da Serpens Albus (whitesnake cover)

Para  ver música da banda,acesse: https://agatacett.wordpress.com/2013/09/02/o-som-da-perfeicao/

Como e quem começou a banda?

A Dissonant Nightmare começou como um projeto do nosso baixista Vikki Svart. Depois de várias tentativas dele com diversas formações, em 2011 ele convidou Lizzie Maverick para os vocais, que por coincidência era minha amiga de escola e me convidou pra entrar na banda.

É mais fácil tocar uma música própria ou um cover?

Na verdade nenhum dos dois é fácil. Pra você tocar em uma banda cover, o grande desafio é tirar a musica do jeito mais idêntico possível, o que não é nem um pouco simples. Já o lance de compor suas próprias linhas instrumentais em uma banda de som próprio está mais ligado á coerência. Ambos são difíceis.

Qual foi o acontecimento na banda que você mais gostou?

Muitas coisas legais aconteceram ao longo desses dois anos. Mas o que mais mexe com a gente é ver pessoas de diferentes partes do mundo apoiando a gente ao curtir nossa página, ver nossos videos, baixar nossas músicas. Realmente é uma sensação muito boa.

Como a banda começou a ser divulgada? Foi fácil ser reconhecido ou ainda lutam por isso?

Boa parte do que tivemos de divulgação se deve as pessoas que nos apoiam, em especial as nossas meninas do Streat Team, Gabi, Suh e Iza. Quando lançamos as nossas duas músicas no começo do ano passado elas tiveram um papel fundamental de divulgação, o que nos trouxe uma visibilidade legal dentro da cena. Porém ainda estamos lutando pelo nosso reconhecimento, tarda, mas não falha. Ficamos um ano parados, sem dar notícias, mas voltaremos com força total quando menos esperarem.

O que vocês mais gostam de tocar?

Temos influências diversas, portanto nosso som é bem variado, tanto que no nosso setlist tocamos covers que vão de System of a Down, passando por Def Leppard até Backstreet Boys e Michael Jackson.

Recado da banda:

Por favor, parem de rotular a Dissonant Nightamare como Hard Rock, nosso som não tem cara de Poison ou Cinderella, por mais que sejam influências! (risos). E pra quem estiver lendo isso, peço que abra a cabeça em relação a bandas de som próprio independentes. Parece que quando falamos “banda independente” já rola um preconceito, mas toda a banda grande já passou por essa fase um dia, a diferença é que eles tiveram apoio. Portanto apoie o som próprio sempre!

 

Entrevista