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Oi pessoas, tudo bem?

O post de hoje é pra você que quer colocar seu single nas plataformas mais famosas para disponibilizar música boa para todo mundo! Que tal deixar o pessoal ouvindo você e sua banda enquanto navega pelo Spotify e ainda ganhar dinheiro com isso?

Pesquisei um pouquinho mais e o FGMarcas me deu as instruções necessárias para fazer uma música ou álbum bombar no streaming, então mãos a obra!

 

Resultado de imagem para spotify

 

  1. Escolha uma distribuidora

Ela fará a conexão entre a banda e a plataforma desejada, seja ela Spotify, Deezer ou Youtube. As distribuidoras recomendadas pelo Spotify são Tunecore, CD Baby, Emu Bands, Record Union, Spinnup e Awal e cobram uma taxa inicial de serviço. Também há uma opção que trabalha ‘a cobrar’, chamada ONErpm.

 

2. Disponibilize o seu material

Escolha a sua distribuidora, cadastre-se através do site e deixe que eles tenham acesso ao seu álbum. Lembrando que você pode trabalhar com um álbum inteiro ou apenas uma música de trabalho, chamada de single, que deverá subir para o site no formato WAV.

Capriche na arte da capa do álbum e na autenticidade da sua música. Seja você!

 

A partir da opção Spotify For Artist você pode usar a sua conta de ouvinte para disponibilizar o seu material, similar ao SoundCloud. Além de visibilidade, a plataforma te dá informações sobre seus fãs e ouvintes, o que, futuramente, te ajudará a direcionar melhor as suas propagandas, tornando suas ações mais efetivas.

Você será pago pela plataforma conforme a sua música for ouvida.

Como ter sua música no Spotify ou Deezer

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Oi pessoas, tudo bem?

A conversa de hoje é com o Stephano, baterista da banda Feed My Soul. A entrevista foi bem completa e ele contou um pouco sobre o cenário underground no Rio de Janeiro? Cadê os leitores cariocas?

Como você poderia resumir a historia da sua banda?

Nossa primeira reunião como Feed aconteceu em agosto de 2010, já tínhamos tocados juntos em outras ocasiões, nossa união musical vinha desde a época de colégio e esse projeto tinha a ver mais com o fato de quatro amigos que queriam arrumar um jeito de estarem juntos fazendo o que gosta do que necessariamente fazer sucesso ou algo do tipo.

Tínhamos muito material próprio na gaveta e com isso resolvemos gravar um primeiro álbum como registro dessa amizade, o trabalho resumiu bem esse espírito, a sonoridade refletiu bem o que a gente estava ouvindo naquele momento, tinha muita coisa do Creed, Alter Bridge com pitadas de Metallica, Iron Maiden e até um q de progressivo em algumas músicas.

Com esse material em mãos fizemos alguns eventos na nossa cidade natal mas outros compromissos fizeram com que a gente tivesse que dar uma pausa no projeto… porém o “vício” de estar tocando e se reunindo como amigos falou alto no ano passado e então decidimos que era hora de nos juntarmos de novo e começar a pensar de forma mais estruturada como banda.

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Quais as expectativas da banda para 2018?

Para 2018 vamos lançar nosso segundo trabalho autoral, que já está na fase final de pré produção, nele vamos tratar de todas as nossas influências e tentar traduzir isso de forma coerente, cada um aqui tem sua peculiaridade musical e estamos tentando colocar todo esse tempero de forma agradável.

Vamos ter a pegada post grunge, mas também vai ter uma pitada de funk rock, temas com violões e hard rock e esse trabalho será um epílogo de um álbum maior que virá no final de 2019, também vamos lançar um projeto que nele vamos mostrar influências nossas que não são necessariamente vindas do rock.

Além de, claro, tentar levar nosso som para cada vez mais longe, já estamos estudando propostas para Minas e São Paulo.

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Como você sente a cena underground no Rio de Janeiro?

O Rio é muito diverso, tanto falando apenas de cidade como de estado também, existe bons espaços para todos os estilos e bandas que fazem um excelente trabalho, seria injusto citar apenas algumas mas gostamos de acompanhar o trabalho da Canto Cego, Q4rto Teto, Innocence Lost e Venus Café, em relação a espaço gostamos muito do trabalho feito pela Jack Daniels Rock Bar, Heavy Duty, Calabouço, na baixada tem o Gato Negro Pub e “do outro lado da ponte” tem o Rock’n Beer Pub em São Gonçalo.

Na nossa cidade natal a cena é bem menor e mesmo assim estamos nos juntando com outras bandas parceiras para tentar aquecer o rock na cidade e estamos começando a notar a diferença, o público está comparecendo mais e as casas investindo mais no estilo.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’ s Blog?

Nosso recado é que vocês continuem procurando coisas novas, isso é fundamental para que o rock continue vivo, sempre vamos ter como referência a galera das antigas, eles chegaram primeiro e possuem todo o mérito. Mas não podemos parar no tempo, tem muita coisa nova surgindo e essa galera precisa da força do público e hoje em dia com a facilidade do streaming você consegue conhecer bandas de todo o canto e isso é incrível.

 

 



 

Alô Rio! | Feed My Soul

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Oi pessoas, tudo bem?

Hoje a entrevista é com a banda Circo de Fantoches. Eles contaram um pouco sobre o intuito de suas músicas , seus fãs e os planos para esse ano. Vem conferir!

Qual é a principal mensagem da banda?
A mensagem da banda é o assunto principal para nós, em nossos sons, procuramos explorar temas do cotidiano dos brasileiros, como a nossa desigualdade social, os incansáveis e incontáveis casos de corrupção em nosso país e também problemas sociais que infelizmente ainda existem nos dias de hoje, como o racismo e o preconceito. Nós fazemos um Heavy Metal em português justamente para aproximar o público brasileiro ao nosso som.

 

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Como fazem para ficarem próximos aos fãs?
Procuramos sempre estar junto de nossos fãs em nossos shows, conversando e conhecendo um pouco mais sobre eles. Já no Facebook lançamos promoções em que premiamos nossos fãs que estão conosco na divulgação da banda, isso é muito gratificante para nós!
 

Qual é a sua maior expectativa sobre a banda?
Todo o feedback do disco e do clipe vem sendo muito importante para nós, principalmente para nos mostrar que estamos no caminho certo. A galera que ouviu o som apoiou muito a nossa decisão de fazer as músicas em português, com a agressividade que o metal pede sem deixar a melodia de lado. Temos a expectativa de a médio/longo prazo ser uma banda reconhecida dentro do Metal nacionalmente.

Vocês já tem planos para 2018?
Gravamos um disco, depois veio o Lyric Vídeo e agora o nosso primeiro clipe. Nossos próximos passos são: Montar uma agenda de shows que cubra o máximo possível de cidades e locais para divulgar nosso som e a nossa mensagem. Queremos muito tocar em um grande festival esse ano. De novidades, pretendemos lançar ainda neste ano outro material em vídeo.

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas no palco, pessoas tocando instrumentos musicais e violão
Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Fala pessoal do Agatacett’s Blog, muito obrigado por acompanhar essa breve entrevista. Foi um grande prazer fazer parte do dia de vocês, que tiraram alguns minutos para acompanhar e conhecer um pouco sobre a nossa banda. Para quem curtiu o nosso som, gostaríamos muito de ter você em nossa página nos ajudando a divulgar e apoiando o crescimento da banda!
Comprem nosso disco, desta forma vocês nos incentivam e garantem que o próximo material chegue em breve! Muito obrigado a todos vocês e principalmente a Agatacett por ceder esse espaço para nós! Um grande abraço a todos!

 

Vai pegar fogo! | Circo de Fantoches

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Oi pessoas, tudo bem?

No começo da semana, contei um pouquinho sobre o Matheus e o Thiago, da Banda AL9 e hoje vamos continuar o assunto, mas com algumas curiosidades sobre o single “Quando Te Conheci”.

 

  • Os meninos administram a própria imagem e cuidam dos posts e do relacionamento com os fãs através das redes sociais. Não é a toa que hoje eles contam com o apoio de pelo menos 5 fã clubes até mesmo pelo Whatsapp, sendo reconhecidos em viagens dentro e fora do país;

 

  • O Matheus Khouri tem 19 anos e o Thiago Khouri, 17 e moram na cidade de São Paulo. Eles afirmam que conquistaram todos os públicos, mas que a grande parcela de seus ouvintes são do gênero feminino.

 

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  • A música é de composição realmente autoral. A produção, arranjo e gravação ficaram por conta deles.

 

  • A maior influência dos meninos são os Beatles, a ponto de usarem instrumentos. A guitarra do Matheus é uma Rickenbacker 325 de 1994, mesmo modelo utilizado por John Lennon. O baixo do Thiago é um Hofner 5000/1 alemão de 1967, mesmo baixo que Paul McCartney usa até hoje. Até a gaita que Matheus usou para gravar é uma Marine Band, alemã, mesma gaita utilizada por John Lennon;

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  • Durante a gravação, Matheus e Thiago optaram em gravar da maneira que se gravava antigamente, ou seja, sem usar recursos de estúdio para afinação de vozes ou qualquer “correção” nos instrumentos. As vozes foram gravadas ao vivo e os instrumentos também;

 

 

Curiosidades | AL9

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Hoje vou mostrar para vocês uma banda diferente, a Bump Ahead faz tributo à banda Mr. Big.

Membros da Bump Ahead:

Priscila Bleidorn – Teclados
Nelson Renesto Furlani – Guitarra/Voz
Eric Akune – Baixo/Voz
Rodrigo “Rocky” Armoa – Bateria/Voz
Joaquim Shcaira – Vocal

 

Curtam a página da banda no Facebook, clicando aqui.

Bump Ahead – Mr. Big Tribute

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Nesses últimos dias, li várias publicações em redes sociais criticando a administração política do Brasil, mas o que adianta reclamar em para todos e não mudar seu modo de votar?

Desde a um tempo, muitas bandas nacionais dedicaram seu sucesso, ou parte dele, para criticar o governo (que a muito tempo deixa de desejar), bandas como RPM, Titãs e Ultraje A Rigor se expressaram através da música sua insatisfação. Confira 5 músicas que todos conhecem.

Campanha Contra o Governo