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Oi pessoas, tudo bem?

Com a união de vários estilos musicais para o fortalecimento das cenas atuais, conversei com o MC Fraza, que uniu o RAP ao MPB.

De onde surgiu a ideia de mixar o MPB com o RAP? Qual foi sua inspiração?

A Ideia surgiu do rap americano, eu acompanho muito a cultura dos caras, pois o rap nasceu la, e la é bem comum os artistas se misturarem e fazer colaborações, ouço muito Jay z, chris brown, eminem entre outros e sempre vejo grandes canções com outrosartistas o famoso “feat” principalmente com cantoras de outros seguimentos como Rihanna, Alicia Keys, Katy Perry Etc
Foi da ai que veio a minha inspiração, fiz o convite para Paula ela topou e tai #OTempo foi o resultado deste encontro.
Você tem um publico especifico ou sua musica é feita pra todo mundo ouvir?
Eu sou um artista que nasci e faço parte da cultura hiphop, mas não me prendo apenas a este meio, musica é arte e arte envolve sentimento, quero que minha musica toque o maximo de pessoas possiveis, independente do seu estilo, se ela é religiosa, funkeira, drag queen e independente de classe social faço pra todos que estejam com os ouvidos e corações abertos para receber nossa arte. O mundo ja é preconceituoso demais e minha musica veio pra quebrar isso e unir as pessoas, porque no fim TODOS nós somos iguais.
Como você se sente sobre os artistas que estao surgindo agora? Quais as maiores dificuldades?
Cara, viver de musica e fazer seu trabalho dar certo não é facil, são muitos desafios. Começando pelo preconceito que é muito grande, musico e artista em começo de carreira é visto como “Vagabundo” “Drogado” etc… Mas nosso amor pela arte e pelo que agente faz tem que ser mais forte que tudo isso, e acredito que o mundo são das pessoas que tem coragem de acreditar nos seus sonhos e lutar por eles. No começo é tudo muito escuro agente erra muito tentando acertar, pois é um meio muito restrito “pra poucos” mas se você persiste e faz com amor as coisas começam a dar certo. As maiores dificuldades que enfrentei são essas, o preconceito das pessoas, as vezes da propria familia que não entende, pouco espaço para divulgar seu trabalho, pouca grana no inicio para investir, shows vazios. etc etc
Se a pessoa não tiver uma força mental muito grande ela concerteza não aguenta e desiste.
Ainda mais no RAP o preconceito é 10 vezes maior.
Tem alguma ideia de mix para os proximos singles? Rock, talvez…?
Eu sou um artista muito aberto a parcerias, acho que o Rap é um dos generos que mais crescem no pais e quanto mais agente se misturar com outros artistas mais ele vai crescer e derrubar preconceitos, curto rock sim, cresci ouvindo charlie brown, cpm 22 e bandas gringas como nirvana, blink182 etc
Então aqui no brasil tem grandes artistas que admiro muito em todos os estilos, quero trabalhar com varios, não só do rock, mas do pop, do sertanejo etc etc gosto de sair da minha zona de conforto e mearriscar em novos caminhos.
Tem algum recado para os leitores do Agatacett´s Blog?
Gostaria de deixar um Salve especial para os leitores do Agatacett´s Blog, tamo junto de coração e convidar a todos pra acompanhar nossas redes socias que estamos com muito trabalho novo engatilhado
Acabamos de Lançar o clipe #OTempo com minha parceira Paula Bressann e vem muita novidade por ai.
É Isso, Lutem pelos seus sonhos que o impossivel não existe, Paz!!!!

Link para o YouTube:

https://youtu.be/MnbtpLvB240

A união musical | MC Fraza

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Oi pessoas, tudo bem?

Recentemente, os integrantes da banda Santa Cruz se pronunciaram em suas redes sociais e isso não deixou os fãs muito felizes.

 

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A banda de Glam Metal criada em 2007 na Finlândia levava consigo o clássico do estilo que agrada fãs de banda como Reckless Love e CrashDiet. Além disso, os integrantes lançaram o álbum Bad Blood Rising, se seria o retorno triunfal com o single Young Blood Rising, com direito a um videoclipe que levou os ouvintes a loucura e hoje ultrapassou a margem de 275 mil visualizações no Youtube.

Mas, a pouco mais de dois meses, os integrantes, individualmente, escreveram uma carta através de um post no Instagram, agradecendo os fãs pelo apoio e relatando que todos os integrantes estavam precisando desse tempo com a banda. Os fãs se manifestaram em inúmeros comentários e os integrantes da Santa Cruz, mostraram-se disponíveis e agradecidos pelo carinho e reconhecimento.

A interrupção foi feita durante a turnê da banda para o lançamento oficial do álbum.

Semanas depois, foi postada a foto do guitarrista Brody DeRozie como um recado de boas vindas. Os fãs, já revoltados, comentaram frases como ”unfollow now”, ”Santa Cruz is over” e ”please, #dontcometobrazil”.

O vocalista da banda voltou a ensaiar com o líder da banda Reckless Love, Ollie, no projeto The Local Band, na semana do dia 1 de julho de 2018.

 

Enquanto as novidades não surgem, vamos aproveitar um pouquinho do último álbum dessa banda que deixará saudades.

 

 

O que aconteceu? | Santa Cruz

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Oi pessoas, tudo bem?

Recentemente o portal Terra anunciou que, em 2019, será lançado o segundo filme da Mulher-Maravilha, que se passará no ano de 1984.

Esse película trará muitas semelhanças com a renomada banda Metallica, já que no mesmo ano, foi lançado o clássico álbum Ride The Lightning.

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A curiosidade mais bacana entre esses dois ícones é que a Mulher-Maravilha é uma fantasia do universo CD, enquanto Ride The Lightning é baseado na obra, também fantasiosa, The Stand, dos escritores Stephen King e H.P. Lovecraft;

E para quem, assim como eu, é fã da tradicionalíssima Lynda Carter, essa notícia é sensacional, já que a atriz deverá aparecer no segundo filme dessa franquia.

Os antigos lançamentos | Metallica

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Oi pessoas, tudo bem?

A dica de hoje é para você que investiu em lançar uma música em outra língua e quer atingir públicos diferentes.

Hoje está muito comum a internacionalização de músicas e outros itens da cultura brasileira, que sempre despertou a curiosidade do pessoal lá fora.

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É claro que, independente do material ser nacional ou não, deve ser de qualidade, mas é muito legal se você mostrar que teve cuidado ao idealizar aquele produto, então a dica #1 é: capriche na identidade da banda, da música e do material de divulgação.

Após isso, disponibilize esse material nas plataformas onde você acredita que seu público esteja, seja em plataformas streaming (que eu já te ensinei no post anterior), no Youtube ou no SoundCloud. A ideia aqui é deixar um link de fácil acesso para que a pessoa que curtir o seu som possa ouvi-lo sem dificuldades de achar.

Se você tem amigos que moram em outro país, convide eles a conhecer e a divulgar o seu material, mostre sinceridade e diga que quer fazer música de qualidade para o mundo inteiro. Cative seu público e o torne próximo de você, pois a sua ideia inicial é fazer com que seu material seja conhecido e reconhecido, o restante do sucesso é a consequência do trabalho duro.

 

E se você pensa que isso é só para a música, está enganado! Foi com esse trabalho de formiguinha que o Agatacett´s Blog ultrapassou a margem de 70 mil acessos em mais de 90 países! O importante é nunca desistir de fazer diferente.

Lancei uma música em outra língua

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Oi pessoas, tudo bem?

O post de hoje é pra você que quer colocar seu single nas plataformas mais famosas para disponibilizar música boa para todo mundo! Que tal deixar o pessoal ouvindo você e sua banda enquanto navega pelo Spotify e ainda ganhar dinheiro com isso?

Pesquisei um pouquinho mais e o FGMarcas me deu as instruções necessárias para fazer uma música ou álbum bombar no streaming, então mãos a obra!

 

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  1. Escolha uma distribuidora

Ela fará a conexão entre a banda e a plataforma desejada, seja ela Spotify, Deezer ou Youtube. As distribuidoras recomendadas pelo Spotify são Tunecore, CD Baby, Emu Bands, Record Union, Spinnup e Awal e cobram uma taxa inicial de serviço. Também há uma opção que trabalha ‘a cobrar’, chamada ONErpm.

 

2. Disponibilize o seu material

Escolha a sua distribuidora, cadastre-se através do site e deixe que eles tenham acesso ao seu álbum. Lembrando que você pode trabalhar com um álbum inteiro ou apenas uma música de trabalho, chamada de single, que deverá subir para o site no formato WAV.

Capriche na arte da capa do álbum e na autenticidade da sua música. Seja você!

 

A partir da opção Spotify For Artist você pode usar a sua conta de ouvinte para disponibilizar o seu material, similar ao SoundCloud. Além de visibilidade, a plataforma te dá informações sobre seus fãs e ouvintes, o que, futuramente, te ajudará a direcionar melhor as suas propagandas, tornando suas ações mais efetivas.

Você será pago pela plataforma conforme a sua música for ouvida.

Como ter sua música no Spotify ou Deezer

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Oi pessoas, tudo bem?

O som de hoje é da banda Krias de Kafka, criada em Santo André – São Paulo e que contou com um financiamento coletivo para a gravação do segundo álbum da banda.

A banda Krias de Kafka lançou, em dezembro de 2017, seu segundo álbum independente, “Deserto Sem Extraterrestres”. O trabalho foi viabilizado graças a uma campanha de financiamento coletivo realizada na internet, com a pré-venda de 50 kits compostos por CD, camiseta e adesivo.

O mais novo e aguardado disco de Mateus Novaes (vocal), Hector Alves (baixo), Lucas Campos (guitarra) e Álvaro Burns (bateria) foi gravado, mixado e masterizado no estúdio Mestre Felino, em Mogi das Cruzes (SP), por Danilo Sevali, quem também produziu o disco junto à banda, e Helena Duarte, ambos da Hierofante Púrpura.

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“Diferente do primeiro álbum, as faixas foram gravadas de forma mais orgânica. Queríamos chegar o mais próximo da banda ao vivo, sem apelar para recursos digitais sem sentido”, explicou Novaes, responsável pelas letras. “Em ‘Deserto’, nós trabalhamos com uma sonoridade diferente. Optamos por uma guitarra a menos para que as músicas soassem mais claras e as palavras, importantes para o grupo, mais diretamente inteligíveis”, completou o vocalista e compositor.

O processo criativo foi bem enxuto. Grande parte das 12 canções que integram o álbum já existia. A cada noite de ensaio, regadas a doses de conhaque, as letras e melodias foram remodeladas, com o objetivo de entregar ao público um material “cru e direto”, que refletisse os anseios dos quatro rapazes de Santo André.

A capa de “Deserto Sem Extraterrestres” – um rato morto em um aparente espaço estrelado – foi concebida pelo artista plástico Daniel Camatta, também do Grande ABC, em conjunto com o Krias.

 

 

Cena Santo André | Krias de Kafka

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Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje é totalmente diferente do que vocês estão acostumados. Eu conversei com o Cauan Machado, integrante da banda Jolt, que contou para a gente que ainda tem espaço para os mais novos no mundo colorido da música.

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Vocês lançaram um clipe recentemente. Ele é animado e colorido e foi dirigido pelo produtor Rick Bonadio. Quais foram as inspirações de vocês?

Nossas inspirações foram Um Maluco no Pedaço, e Finesse de Bruno Mars.

Quem são seus ídolos da música?

Adoramos DNCE, Bruno Mars, Michael Jackson , Maroon 5, JotaQuest e Skank.

Vocês apostaram em um som dançante. O foco é o público teen ou é mais abrangente que isso?

O foco é que a nossa música possa fazer qualquer pessoa e de qualquer idade dançar ao nosso som, e assim, melhorar seu dia de alguma forma.

Qual foi o maior obstáculo da banda até agora?

A questão da idade, por eu e minha irmã sermos muito novos, já foram fechadas muitas portas para nós, mas mesmo assim continuamos sem desistir do nosso sonho.

Qual é o seu maior sonho como músico?

Que a nossa música toque as pessoas e que signifique algo para elas, melhorando seu dia ao escutar o som. A coisa que mais me deixa feliz é quando alguém diz que se identificou na música e que ela fez seu dia melhor .

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’ Blog?

Somos uma banda de jovens mas temos muito para mostrar e muita estrada para andar ainda, e espero que nos acompanhem nesta jornada.

Abra espaço | Jolt

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Hey Guys, who are you?

He is a guitarist, producer ans live in Berlin. With 31k followers on Instagram, @lovis.rocks make music with his soul!

 

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Your passion in the guitar, how this love started?

It started when I was a little boy. My Dad used to crank up music like Steely Dan, Stones, Nirvana, Led Zeppelin, Eric Johnson, etc. when he drove me to kindergarden every morning. So I think I was like 6 years old when I said to my Dad ”I wanna be a like Rockstar” haha 🙂

 

Introduce yourself, please?

”Hi, I’m Lovis :)”

 

What´s your dream like a musician?

My biggest dream is to record all my songs in a professional studio with Top producers and musicians.

 

Do you have a band ou you´re a solo guitarist?

I used to play in many bands but now I’m a solo artist.

 

What´s your plans for 2018?

I’m gonna record 10 songs like my first single Dark in my home studio. I’m also trying to hit 100K on Instagram and I wanna find a DJ/producer/buddy who wants to make music with me.

 

Do you have a message by the Agatacett´s Blog readers?

DO WHAT YOU LOVE NO MATTER WHAT ANYONE HAS TO SAY TO YOU!!!

 

Nenhum texto alternativo automático disponível.

 

Guitarist of Berlin | Lovis Rock

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Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje é com o ícone na cultura gótica nacional, que se destaca pelo seu canal no YouTube e pelas fotos no Instagram. Isso mesmo, a Gaga contou para a gente um pouco sobre esse estilo que chama tanta atenção.

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Você uniu o Pop da Lady Gaga ao estilo Gótico. Quando você definiu seu estilo?

Eu conheço e acompanho a Gaga desde os meus 9/10 anos, então praticamente moldei a minha vida enquanto acompanhava ela. Aos 13 as pessoas começaram a falar que eu me parecia com ela, então comecei meu trabalho como cover, mas só podia me apresentar em eventos de cosplay ou aniversário de amigas. Porém eu era muito “oprimida” nessa fase, e tinha bastante problema com isso de ser eu mesma, então eu me vestia como ela no dia a dia também. Mas desde sempre me identifiquei com o gótico, mas não me sentia livre para ser assim. Apenas aos 15 anos eu me “libertei” e comecei a pesquisar sobre a subcultura, e me identifiquei de verdade, e aderi isso pra minha vida, para o meu estilo e para tudo, sem deixar o meu lado “Gaga” morrer. Eu amo impersonar a Gaga, mas amo ser eu mesma dentro da subcultura, então decidi unir os dois, principalmente no lado profissional 🖤

 

Qual conselho você daria para alguém que está se descobrindo ou buscando uma tribo?

Seja forte para aguentar comentários e atitudes desagradáveis. Principalmente da sociedade no geral, mas também dentro da própria cena. As pessoas, especialmente aqui no Brasil, infelizmente tentam ser “mais” que as outras, isso é bem triste. Mas eu mesma presencio momentos em que a galera discute simplesmente por julgar que “fulano é poser” ou coisa do tipo. Só seja forte pra não ligar pra isso! E tente evitar discussões assim!

 

Qual é o maior mito da subcultura gótica que você já ouviu?

Que nós somos tristes! Quem diz que nós somos “pra baixo”, “deprimidos” ou “tristes” é porque certamente nunca foi e nem teve interesse em conhecer a realidade da gente hahaha

 

Qual é o tipo de música que você considera uma verdadeira tortura e por quê?

Sertanejo, pagode, samba, axé… Músicas nesses estilos eu não consigo ouvir de jeito nenhum! Mas não tem um exato porquê.. É só por não ser um estilo musical que me agrade mesmo, não é algo que eu ache interessante de ouvir, mas absolutamente nada contra quem ouve haha

 

Como você acha que as pessoas das tribos do Rock N’ Roll podem contribuir com a cultura nacional?

Pra mim cultura é um conjunto de costumes, práticas, arte, música de um determinado grupo de pessoas, então acredito que o Rock pode ser sim considerado cultura, afinal ele une tudo isso, certo?
Acho que o maior jeito de contribuir é mantendo a cena ativa, indo aos eventos, participando das coisas, a representatividade é essencial.

 

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Meu recado é que vocês sempre mantenham o respeito com o próximo, sempre, independente do estilo que você se encaixa. Apoiem a cena local, apoiem novos artistas, mas também apreciem os antigos. Abram a mente. Corram atrás do que vocês querem, sejam vocês mesmos, e sejam corajosos o suficiente pra não ligar sobre o que os outros pensar de você. É isto 🖤

Esse é o meu estilo! | Gaga

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Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje foi com a banda Beline, que nos deu uma verdadeira aula de marketing para divulgação da sua banda.

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É perceptível a preocupação da banda com o feed do Instagram, quem cuida da imagem e do marketing de vocês?
Nós mesmos que administramos o conteúdo. Nos preocupamos em manter um relacionamento próximo com o público para conhecê-lo melhor e dando oportunidade para eles também nos conhecerem. Isto é um fator muito importante, principalmente no início da nossa carreira. Esse elo é fundamental para o nosso desenvolvimento, contribuindo cada vez mais para a melhoria contínua do nosso trabalho.
De onde vocês são e como anda a música na cidade de vocês?
Somos da Baixada Santista, em São Paulo. A cena aqui é bem diversificada e conta com bandas e grupos bem interessantes. Em relação ao nosso gênero, o Rock, a galera está aprimorando muito a forma de compartilhar suas mensagens, principalmente pelo fato de outros gêneros serem mais populares no momento. O público que ainda é fiel ao nicho aposta muito nos trabalhos interdependentes e apoia conceitos mais alternativos. Isso nos dá liberdade de buscar cada vez mais vertentes para nosso som. É uma oportunidade única.
Quem compõe a banda?
Somos em três: Nando Oliveira (Guitarrista e vocalista), Erick Oliveira (Baixista) e Matheus Oliveira (Baterista). Apesar de termos o mesmo sobrenome, nosso “parentesco” surgiu com a banda hahaha.
 
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O que você acha que falta no Brasil no quesito “música”?
Acredito que a palavra do momento seja Respeito. Muita gente critica o cenário musical, mas tudo tem o seu momento. Claro que o mainstream gera oportunidades de uma forma mais fácil, mas nadar contra essa maré nos faz explorar mais nossa capacidade de melhorar e isso gera um resultado além da expectativa. Apesar disso, o importante é termos diversidade. Cada público escutando o gênero que gosta, respeitando o gosto alheio, não menosprezando de alguma forma. Isso é oriundo da famosa rivalidade online. Tudo é 8 ou 80, a nuance se perdeu no caminho. Temos que nos unir para dar à Cultura o devido valor.
Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s blog?
Apoiem as bandas que vocês gostam! Deem opiniões sobre os trabalhos, compartilhem para que outras pessoas também possam contribuir. Esse é o maior incentivo que o atual músico independente, principalmente, pode ter. E busquem sempre coisas novas para enriquecer o repertório – isso ajuda muito na hora de pontuar críticas negativas ou positivas.

Go Beline!