É O FIM DO BLOG? | Evolução

Ai que saudade quando todo mundo só tinha o orkut, tudo parecia tão mais fácil, não é? Brincadeiras a parte, a internet só evolui a cada dia, assim como as ferramentas das redes sociais, que vem beneficiando artistas e empresas de todos os nichos, mas e o blog?

O blog antes era uma ferramenta que funcionava como um e-book (olha que moderno), onde nós, criadores de conteúdo, compartilhávamos textos imersivos e convincentes sobre qualquer coisa. As postagens poderia ser diárias ou semanais, mas sempre exclusivas, ou seja, uma espécie de site com atualizações mais frequentes e engajadas. Mas os famosos posts do Facebook ou Instagram já estão fazendo isso por nós.

Então é o fim do blog? De todos os blogs do mundo? Até porque, hoje em dia nem precisa ter blog para ser chamado de blogueiro, né mores.

ERRADO!

Acredite, ainda tem gente nesse mundo de meu Deus que lê textos, dá para imaginar? Além disso, os blogs funcionam como suporte para outras redes sociais também, isso significa que o que antes era foco, se tornou apoio, pois querendo ou não, aqui ainda podemos escrever mais, do nosso jeitinho, compartilhando foto, links, experiências e tudo mais. Eu sei, é tipo o Facebook não é? Mas você me entendeu.

Mas e quem não tem blog?

Simples, não é blogueiro! É influencer, criador de conteúdo, instagramer e tudo mais que quiser ser, menos blogueiro, afinal, você não chama um engenheiro de médico, se ele é formado em engenharia, certo? Esse é o famoso ”dar nome aos bois”, então por gentileza, use o nome certo haha.

E sinceramente, abrindo meu coraçãozinho doce para vocês, acho que mesmo que alguém olhasse no fundo dos meus olhos e dissesse que o blog já está morto e enterrado e que isso é uma perda de tempo, eu ainda viria aqui escrever, mesmo que ninguém visse, mas só para expressar o amor e dedicação que eu tenho por esse espaço, que abriu as portas para que eu fosse quem eu sou hoje.

Sei que a recíproca é verdadeira.

XoXo,

Agatacett

TOP 5 AUTORAIS | Playlist

Oi pessoas, tudo bem?

Vocês sabem que eu sempre fui muito engajada na causa dos artistas independentes, não é? E quem nos acompanha nas redes sociais já sabe da nossa playlist AUTORAIS DO MOMENTO, que tem como principal objetivo reunir músicas de bandas e artistas do rock, do Brasil e do mundo, como uma coletânea de divulgação mútua.

Então hoje vim mostrar para vocês um Top 5 das bandas que estão disponíveis por lá e, se você gostar, te convido a visitar a playlist e conhecer o restante do nosso catálogo, pois tenho certeza que você vai se apaixonar pelo que está por lá. Promessa de blogueira!

  1. GANG

2. TOLLREST

3. HONEY ASH WALKERS BAND

4. EXORDDIUM

5. MATADORO

NADA SE CRIA | Desabafo

Oi pessoas, tudo bem?

Esse post será um dos mais sinceros que você vai encontrar nesse blog e, de coração, espero que muitos leiam, mas nem todos precisam gostar (a sinceridade já começou aqui).

Estou há tempos perambulando pelo mundo da internet e nem me atrevo a dizer que um dia tudo isso aqui já foi 100% bom, mas posso garantir que já foi bem diferente. Sabe o que eu quero dizer, não é? Os tempos foram sendo agilizados para agradar a gregos e troianos, o que já sabemos ser humanamente impossível, como uma forma de alimentar egos de pessoas que querem ser uma estrela cadente no céu. Isso me preocupa.

Me preocupa o fato das pessoas quererem dormir pobres e acordar ricas, dormir anônimas e acordar famosas, colocando na frente do próprio caminho os obstáculos numéricos – sejam eles em estatísticas ou monetários – com a finalidade de mostrar para o outro que se é especial e aí, o que realmente deveria ser especial, passa a ser tão banal e traiçoeiro quanto uma casca de banana em um chão liso e encerado.

E para esses quinze minutos de fama tudo é válido: criar, copiar, repaginar, mentir, fingir, vender o almoço para comprar o jantar, aparecer rindo ou chorando, maquiado ou sem maquiagem, falar do que é moda ou do que ninguém mais fala, ou sei lá mais o que se pode inventar. Vale implorar por atenção, fazer das tripas, coração e passar pela tela do celular a impressão de que a vida é perfeita. Mas não é, nunca foi e nunca vai ser.

Não existe fórmula do sucesso, não existe equação para vender mais e sinceramente, creio que a única coisa neste mundo virtual que realmente existe é sorte atrelada ao dinheiro. Te chocou? Mas é a verdade. Isso acontece porque o nosso cérebro quer transformar o nosso corpo em algo utópico, inspirando-se não em pessoas normais, como eu e você, mas em pessoas que fazem tudo parecer lindo, caro e inatingível, com chás milagrosos e um app que te emagrece enquanto você dorme.

Não queremos gente falando de luta, de fome, da vida real como ela deveria ser vista e trabalhada. Queremos ego e, enquanto isso, inflamos o que ego daqueles que já estão no topo, transformando todo esse terreno em uma televisão, conhecida pela lavagem cerebral, sem nenhum conteúdo de verdadeira qualidade.

Na real, acho que isso deixou de ser um desabafo, para se tornar um alerta, para te acordar deste transe hipnótico de likes e seguidores e te incentivar a fazer uma faxina nas redes sociais, antes que tudo isso destrua sua autoestima de uma vez.

Livros de Terror para ler rapidinho | KINDLE

Oi pessoas, tudo bem?

O universo do terror e da bruxaria está constantemente ligado do Rock N’ Roll, não é mesmo? Então daremos jus ao título, até no universo literário.

Além de altamente imersivo, sou sempre atraída para a leitura assustadora, pois acredito que estimula a minha imaginação, me mostrando de um jeito menos impactante, até onde pessoas, espíritos e seres do mal podem chegar (sim, ainda acredito que livros do gênero são menos assombrosos do que telejornais).

Pensando nisso, dediquei um mês inteiro a leituras que permeiam esse estio. Comecei com o Porém Bruxa, que conta a história de uma investigação de três casos interligados na cidade de São Paulo, resolvidos por uma bruxa, mergulhei na história de morte e sofrimento coletivo em um conto sanguinário de Babi Lacerda e fechei com uma oração celta, em um livro com dicas para grimórios.

Ufa, é muita informação, né? Além disso, coincidentemente cai na magia feminina, ao me dar conta que, além de nacionais, todos estes livros foram escritos por mulheres, incríveis, diga-se de passagem.

Serei sincera ao dizer que não conseguiria descrever em texto a intensidade dessas leituras, que mesmo curtas, acrescentaram muito em meu histórico de devoradora literária, então resolvi unir esses títulos em um vídeo, para te levar comigo para uma experiência aterrorizante, vem comigo?

Músicos para trás | CRÍTICA

Oi pessoas, tudo bem?

Recentemente, publiquei em nosso canal do YouTube uma análise crítica sobre o mundo da música, voltado às produtoras e gravadoras, expondo problemas que não são resolvidos com o passar das décadas.

Tive como inspiração a história da banda Nightwish e das cantoras Tony Braxton e Britney Spears. Que? Isso mesmo! Mesmo parecendo tão diferentes, eles tem em comum o desfecho e o cansaço que permeia a fama. As vezes me pego pensando o quão responsável nós, fãs, somos por isso, mas também entendo que em alguns assuntos, nem mesmo a voz de quem realmente paga é ouvida.

E isso não é uma exclusividade dos grandes nomes da indústria (e sinceramente, nem só do mundo da música), pois até mesmo no cenário underground da cultura, que envolve músicos, jornalistas, rádios e comunicadores, a sensação se der passado para trás pelos grandes veículos é comum, afinal ninguém gosta de ser escravizado ou sugado para produzir mais, por menos, não é?

Essa insatisfação faz parte também de diversos âmbitos da vida de todos nós, seja no trabalho, em casa, nos relacionamentos, mas o importante é se impor e não deixar que falem mais alto que você. Quer saber a história completa? Assista o vídeo abaixo!

Allen Key | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Hoje de preparar sua playlist para receber uma nova banda! Conheça a Allen Key, que vai te conquistar com sua sonoridade e presença. E claro que 2021 terá novidades e lançamentos, afinal, um ano pós-apocalíptico merece muita música, não é?

Sejam bem-vindos ao Agatacett’s Blog! Conte um pouquinho do surgimento da banda e como vocês se conheceram.

Muito obrigada por todo o carinho! A banda surgiu a 8 anos atrás, com uma antiga formação, que acabou se desfazendo. Então, a Karina continuou o projeto, e, ao mudar de escola, conheceu o Victor Anselmo. Por 2 anos, os dois seguiram com o projeto sozinhos, quando conheceram o Felipe Bonomo e o William Moura em uma Jam, e o Pedro Fornari era aluno da escola onde a Karina trabalhava, onde ficaram amigos e então, parceiros de banda.

Quais as maiores inspirações para as músicas?

As músicas refletem a realidade das nossas vidas. São músicas extremamente pessoais. Então a vida em si, o cotidiano são as nossas maiores inspirações.

Já teve alguma história que virou música? Se sim, pode contar como foi?

Todas as músicas da Allen Key tem alguma história como inspiração. A Straw House fala sobre um relacionamento abusivo, enquanto a Goodbye fala sobre a perda de entes queridos.

Músicas, clipes, mídias físicas…o que vem por aí em 2021?

2021 vai ser uma manhã de Natal. Temos muitas novidades por vir. Entre elas, o nosso CD, “The Last Rhino”.

Deixe um recado para os leitores do blog!

Muito obrigada Agatacett’s Blog por terem nos chamado. Não deixem de seguir as nossas paginas: @allenkeyofficial no Instagram e Facebook, e assista aos nossos clipes de ” Straw house” e “Goodbye”.

Estado Zero | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Que tal conhecer uma nova banda hoje? A conversa da semana é com o pessoal da Estado Zero, que contou um pouquinho sobre a formação, como as coisas são feitas e, claro os planos futuros.

Conquistas são muito importantes e o San compartihou com a gente também sobre os melhores momentos da banda. Para saber mais, continue esta leitura!

Antes de falar sobre a banda, queria entender um pouco mais de como a música surgiu na vida de vocês!

Boa! Bom, antes de mais nada, agradecemos a oportunidade de nos expressarmos através desse blog, desse canal, a Agata abraçou a Estado Zero desde a primeira vez que nos ouviu e ela é uma mina do corre e faz muito pelas bandas independentes!

Olha, a música entra na vida dos integrantes da Estado Zero desde a adolescência de todos, se bobear, de alguns, até mesmo da infância. Fomos influenciados por parentes, por amigos de escola ou do bairro e fomos fisgados pelo rock e por essa vontade insana de montar uma banda de rock e sair tocando pelo mundão de meu Deus do céu desde muito cedo, pelo o que a gente troca ideia estamos nessa desde os 13, 14 anos de idade aproximadamente.

Como os integrantes mantém a sanidade para trabalhar juntos? Tem alguém mais criativo, outro mais “mão na massa”?

Essa é a segunda formação da banda, somos uma banda nova, em maio de 2021 completaremos 3 anos! Os grandes feitos da banda têm acontecido a partir do segundo ano de banda! Até agora não tivemos problemas que tenham colocado em risco nossa sanidade não! Kkkk! Tem funcionado muito bem, O Gui é o cara mais da área de edição de vídeos, tem começado a mexer com edição de sons também ele é o mano da “tecnologia” da bagaça, o Bruno e o Thi trabalham bem juntos na parte de composição e o San é aquele cara que tá sempre dando aquele empurrão inicial para as coisas andarem logo e saírem do papel, uma espécie de produtor… No geral procuramos trabalharmos juntos e em comum acordo e estamos conhecendo nossos limites, isso implica mais participação de todos em todas as áreas, tem tudo para dar certo ou errado! Kkkkkk … 

Qual foi a maior conquista de vocês até agora e por quê?

Gravar e lançar o vídeo clipe de “CONEXÃO” foi bem especial. Tocar no Autoral Brasil Kiss FM da Kiss foi realmente muito foda, nos deu uma sensação animal, uma injeção de felicidade, mas na real, achamos que a grande conquista da banda está acontecendo nesse momento, estamos gravando nosso primeiro EP, tem muito de cada um de nós nas músicas desse trabalho, até mesmo do San que entrou por último e não participou do processo de composição das músicas, mas que conseguiu se conectar com as letras e conseguiu colocar um forte sentimento nas linhas de baixo que ele gravou. Compor, gravar e lançar, depois divulgar, não são tarefas fáceis, ainda mais quando se trata do primeiro EP de uma banda e vivendo o que o nosso país está vivendo. Com certeza será uma grande conquista, será bem comemorada e estamos fazendo com muito cuidado e carinho!

2021 traz muitas expectativas? Quais são os projetos?

Traz, sem dúvidas, de todos os lados! Do lado pessoal precisamos sobreviver a um governo atrapalhado e maldoso. Do lado profissional de muitos (roadies, músicos, produtores, técnicos de som e de luz, balconistas, garçons, donos de casas de shows, funcionários de limpeza e uma infinidade de pessoas e de profissionais que dependem do meio artístico em geral) a árdua tarefa de atravessar essa pandemia para assim recuperarem seus empregos. Do lado musical, em específico da Estado Zero, como já citamos aqui, estamos terminando de gravar o nosso primeiro EP! Estamos gravando as vozes, é possível que rola uma participação mais que especial em um dos sons, queremos logo mixar e masterizar esse trampo para soltá-lo nas redes. E ainda pretendemos lançar dois vídeos clipes! Será que dá tempo? rs … 

Deixe um recado para os leitores do blog!

Para buscar o novo, não é preciso ir muito longe, ele pode estar ao seu lado!

“Somos todos UM”

Stammer | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Hoje trago para vocês a entrevista exclusiva da banda Stammer, que admiro muito e que representa muito meu estilo musical. Nesse bate-papo falei com o Lucas Stammer, que vai nos contar um pouco mais sobre a história dessa banda que você com certeza vai amar também!

Sou fã de vocês, mas isso já sabem né? Como vocês percebem o carinho dos fãs?

Haha muito obrigado pelo carinho!  Isso é muito importante para a banda! Obrigado pelo trabalho que está fazendo para a cena e também pela oportunidade!  Acho que o carinho se sente na interação nos shows, nas redes sociais, as pessoas vem elogiar o show, cumprimentar e dar um feedback é necessário para um artista, é muito legal após um show você abrir o celular e ver as notificações, às vezes de pessoas que a gente não conhece ainda, isso mostra que o pessoal está gostando do trabalho, qual caminho devemos tomar.

Saudades do palco? Como será o ano da banda e o quão longe pretendem chegar este ano?  

Nossa, muita saudades, de rever os amigos que sempre nos acompanham, dos roles pós shows e até das tretas! HAHAHA Esse ano pretendemos fazer o que não conseguimos em 2020, em abril passado lançamos o nosso som de estréia e alcançamos países que nunca imaginamos. A cada dia que passa novos ouvintes aparecem, essa é a vantagem do mundo moderno, estamos parados mas, somos ouvidos.

Com a pandemia as coisas começaram a ficar mais complicadas, pois estávamos em processo de composição e não podíamos nos reunir, então tentamos algo remotamente mas, é diferente, não é a mesma coisa. Na segunda metade de 2020 fizemos uma reunião pra definir o futuro da banda e aconteceu que alguns integrantes seguiram caminhos diferentes, na banda ficaram apenas o Arthur Silveira (teclado) e eu. Então para esse ano, enquanto a situação não normaliza, nós estamos compondo junto com um antigo membro da banda, pretendemos lançar mais 5 músicas e um ou dois clipes, para mais futuramente fecharmos um álbum físico.


O mundo do Rock N Roll sempre traz grandes histórias. Qual episódio da banda mais marcou vocês?

Histórias é o que o mais temos para contar, engraçadas e polêmicas mas, acredito que a que mais marcou a banda foi quando eu (Lucas) fui selecionado para cantar a música Bleeding Heart com o Edu Falaschi, lembro que o Edu Violatto (guitarrista) comentou que minha voz combinava para essa música, então treinei ela por semanas com ajuda da minha professora de vocal e mandei o vídeo, não sei quantas pessoas mandaram o vídeo mas, para o show em Itajaí, SC, eu fui selecionado, me marcou muito porque a partir daquele dia, eu vi que era impossível, eu me senti mais seguro, menos exigente comigo e comecei a entender melhor a minha voz, acho que achei a minha voz.

Lembro que o Edu Violatto e eu entramos no camarim antes do show e estava a Helisa Queiroz, que foi selecionada para cantar No Pain for the Dead, com uma amiga e ficamos conversando com elas, algumas pessoas da equipe entraram, nos atenderam super bem, explicaram como ia funcionar a noite e tudo mais, alguns minutos depois o Edu Falaschi bate na porta e entra tranquilamente, nos parabenizou, conversou com a gente e explicou as divisões das músicas que iriamos cantar, foi uma noite emocionante, ali eu vi como um ídolo deve ser, como tratar os fãs, em poucas horas eu aprendi muito e minha admiração por ele aumentou ainda mais.

Se pudesse expressar algo que todos ouvissem e aprendessem com você, sobre o que falaria?

Um assunto que eu sempre procuro adicionar nas minha composições é sobre acreditar em si mesmo, nunca parar de sonhar, nunca desistir, tentar. As vezes eu me pego pensativo e deprimido, ainda mais nessa época de pandemia e procuro escutar músicas que me animem, com letras de motivacionais, isso ajuda muito a seguir em frente. Muito se comparam com os outros, não entendem que cada um tem o seu tempo, tudo que acontece com a gente, traz um aprendizado.

É normal ficar triste as vezes, ninguém consegue ser forte o tempo todo, chega uma hora que a pessoa percebe que chorar e reclamar não vai mudar nada e é isso que eu procuro mostrar.

Deixe um recado para os leitores do blog!

Sejam unidos, apoie seus amigos artistas, nunca menospreze o sonho de ninguém, quando as pessoas entenderem o que a música significa, elas entenderão que a pessoa pode até ter outras escolhas mas, a única que dá prazer, satisfação e arranca um sorriso é a que ela escolheu seguir. Parem de competir, uma pessoa pode e deve gostar mais de uma banda, pode vestir mais de uma marca de roupa, saiam dessa bolha de ego, acham que são exclusivos. Se o Rock fosse unido como o sertanejo é, com certeza o cenário estaria bem diferente. 

Hard N’ Dogs | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Nessa semana conversei com o Bdog Santos, integrante da banda Hard N’ Dogs, Death Road e ainda apresentador do canal DogShowTv Cast no Youtube.

São muitas tarefas, não é? E ele contou para nós como tudo isso funciona, então continue lendo para conhecer mais sobre o assunto.

Antes de falar de música, quero falar sobre você. Assim como eu, você trabalha em várias frentes, inclusive com o próprio programa no YouTube. Como se entrou na comunicação?

Primeiramente sou grato pela oportunidade de bater esse papo aqui em seu blog, e em relação ao meu interesse e entrada na comunicação veio desde pequeno onde sempre acompanhei e apoiei veículos de divulgação como zines, revistas e programas de TV principalmente na era de ouro da MTV. Inspirado nisso já tinha alguns projetos em desenvolvimento, mas somente quando ouve o isolamento social devido a pandemia em 2020 pude colocá-los em pauta e pratica criando o DOGSHOW TV CAST canal do youtube e podcast.

Agora sobre a música, esse lifestyle está no sangue, certo? Como tudo começou?

Bom, tudo veio desde pequeno quando meu pai tocava seus vinis de grandes clássicos como Van Halen, Nazareth, Scorpions, Kiss, entre outros. Mas aos 15 anos foi quando comecei a estudar música e me aprofundei mais e mais no mundo musical me envolvendo e desenvolvendo conteúdos, tive algumas bandas e atualmente respiro o rock n’roll em tudo que faço e conduzo.

Qual o som que mais gostou de criar? Como foi o processo criativo?

Usando o coração foi “Little Tough Dog” a primeira música da banda “Hard N’Dogs” onde a partir dela veio o combustível de seguir com o projeto autoral. Mas diversas outras composições que vieram em seguida tem sua importância, pois sempre trazem aquela evolução e amadurecimento musical e espiritual. Citando “Nowhere To Go” que será o primeiro single de nosso EP ‘The Client is Always Wrong’ com lançamento para este ano de 2021, foi composta por Ronie Valence, primeiro vocalista da banda e deveria ser uma balada mais por sua letra forte e com teor sentimental depressivo e de raiva optei em harmonizá-la de forma agressiva onde ela se tornou a música mais pesada do EP.

Vivendo nas redes, o que aprendeu e o que achava que seria de um jeito e acabou sendo de outro? 

Hoje, fazendo uma síntese de toda semana, estou trocando ideia com bandas do Brasil todo. Me faz crescer como pessoa, como músico e como criador de conteúdos. Procuro sempre trazer algo que sinto a necessidade de transmitir isso vem do que consumo e já fazendo ponte com a pergunta anexa, tudo acabou sendo de outro jeito..rsrs. No caso melhor.

Deixe um recado para os leitores do blog!

Agradeço mais uma vez e parabenizo o espaço que você trás para nós, que sempre estamos na luta pelo rock n’roll e quero convidar a todos para seguir o  DOGSHOW TV CAST nas redes sociais Instagram e Facebook somos: “dogshowtvcast”, inscrevam se em nosso canal no youtube “dogshowtvcast” e ouça nossos podcast nas plataformas streaming Anchor, Spotify, Deezer, entre outras. Siga a banda Hard N’Dogs onde em breve lançaremos nosso primeiro EP e logo em seguida já traremos conteúdo de nosso Full Album. Siga a banda Death Road onde em breve lançaremos nosso primeiro álbum ainda este ano de 2021. Me siga também @bdogsantos nas redes e em meu canal pessoal no youtube pois iniciarei uma serie de vídeos com conteúdos sobre guitarra, falar um pouco de filmes e séries também e diversos assuntos que não casariam com a proposta da DogshowTv.


Forte abraço e Let´s Rock Dogs!!!

O Verme Vencedor | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem com vocês?

Acharam que não teria entrevista em 2021? Pois estou aqui, pleníssima para dizer que SIM, teremos muita banda boa passando por aqui!

E para começar com um tapete vermelho, chamamos a banda O Verme Vencedor para que você possa conhecer ainda mais da cena underground. Quer saber mais? Então, continue a leitura abaixo.

Sejam bem-vindos ao Agatacett’s Blog e para começar, como vocês entraram no mundo da música?

Olá, primeiramente obrigado pelo convite, eu sou Wallace, baterista e vocalista da banda O Verme Vencedor de Carapicuíba, na Grande São Paulo. A maioria de nós começou querendo tocar as músicas que gostávamos de ouvir. Isso na adolescência, com o tempo montamos bandas e fomos aprendendo a tocar e a compor. Aí é um caminho sem volta. 

Como foi o ano de 2020 para a banda e como planejam 2021?

Foi difícil, tínhamos um EP em processo de gravação e expectativas de shows e divulgação. Conseguimos terminar o EP e lançar na pandemia. Apesar de não ter rolado nenhum evento de lançamento como planejamos, conseguimos divulgar bastante através das redes sociais. No fim do ano participamos de um festival online do Motim Underground, então foi meio que o “show de lançamento” do EP. Quanto a 2021 esperamos uma melhora, quando todos estiverem protegidos e for possível aglomerar novamente nós queremos tocar por aí e divulgar nosso som.  

Sabemos que o mundo da música não é nada fácil. Já pensaram em desistir, por que?

Diversas vezes. Ninguém na banda vive de música, então tocar é algo que gera gastos e leva tempo. Muitas vezes em épocas específicas não dá pra tocar, pois alguém está atarefado no trabalho e etc. Além disso é tudo muito caro, um prato, um pedal de guitarra… então é necessário investir dinheiro, e a gente sabe que ganhar dinheiro não é fácil. Enfim, apesar de acontecerem episódios que nos faça querer parar, a gente sempre continua, pois faz porque ama.

Podem nos dar algum spoiler do que está por vir?

Bom, com o EP lançado em Dezembro vem um videoclipe agora em Janeiro. pretendemos lançar mais um audiovisual até o meio do ano para divulgarmos o EP o máximo que der. Depois do meio do ano planejamos gravar um single que está quase pronto. 

Deixem um recado para os leitores do blog!

Gostaria de agradecer a todos que leram e se interessaram em saber sobre a banda e nossas experiências. Obrigado ao blog pelo espaço. E se você se interessou peço que siga nossas redes sociais, veja nossos lyric vídeos, escute no Spotify, Deezer e etc… dê opinião, troque ideia e mantenham a chama acesa. Muito obrigado.