Colecionando Vinis | Música

Oi pessoas, tudo bem?

Começar uma coleção não é fácil e nem barato. Além do dinheiro, uma coleção de itens físicos demanda espaço, além da dedicação em busca de complementos para valorizar ainda mais o conjunto, mas com algumas dicas é super possível colocar isso em prática.

Eu coleciono vinis vorazmente por volta de 1 ano, mas desde pequena já comprava um ou outro esporadicamente e confesso que foi a coleção mais certeira da minha vida! Hoje tenho uma quantidade bacana, considerando que moro em um apartamento pequeno e, como disse anteriormente espaço também é fundamental.

Para começar a coleção, busquei maneiras de otimizar as oportunidades de garimpo que eu tinha, moro na cidade de São Paulo e ter acesso aos bolachões não é difícil. Um dos pontos principais com certeza é o financeiro, afinal, como fazer com que parte do seu orçamento se destine agora a compra de objetos tão específicos?

E foi assim que comecei com os discos de novelas e greatest hits, com a intenção de ter o maior número de faixas avulsas que me agradassem a um preço mais acessível, afinal, estes títulos são mais fáceis de achar, para só assim comprar álbuns desejados ou até desconhecidos, possibilitando novas – e incríveis – descobertas.

Quer saber mais dicas para começar a sua coleção? Assista o vídeo a seguir:

E então, bora investir em novos discos para ouvir música boa de um jeitinho tradicional?

XoXo,

Agatacett

Runas Nórdicas | Magia

Oi pessoas, tudo bem?

No cotidiano escuta-se muito sobre Tarot e tipos semelhantes de leituras para consultarmos nosso passo, presente e futuro, mas a minha leitura favorita é feita com runas.

As runas são pedras (também podem ser talhadas em madeira ou desenhadas em moedas, por exemplo), que tem como função responder perguntas de maneira completa, a partir dos significados de seus símbolos, traçados como um alfabeto.

Algumas tradições não consideram a posição da runa ”sorteada” de modo invertido, mas eu aconselho que, para um retorno mais específico sobre seus questionamentos, a leitura utilize a simbologia também em tal posição.

Assim como qualquer item mágico, você pode confeccioná-las em casa ou comprar o kit prontinho, da maneira que preferir, mas é importante colocar sua energia no material e, a cada leitura, concentrar-se inteiramente tanto na pergunta, quanto em quem busca sua ajuda.

Sendo fortemente ligada à cultura nórdica, a leitura em runas pode te guiar para caminhos mais assertivos ao responder sobre o futuro, assim como te trazer uma visão mais abrangente sobre o seu passo, quando feita uma leitura de forma mais dinâmica.

Para te ajudar a entender um pouco mais sobre o assunto, preparei um vídeo especial com dicas e instruções, mostrando como eu utilizo este instrumento mágico.

Espero ter ajudado você em mais uma descoberta mágica!

XoXo,

Agatacett

Começando no Youtube | Conteúdo

Oi pessoas, tudo bem com vocês?

Quem me acompanha nas redes sociais sabe que em 2020 eu retomei as atividades do meu canal no youtube e foi neste momento que descobri a importância desta plataforma.

Confesso que hoje em dia é muito mais difícil ”influenciar” pessoas por lá, por milhares de motivos diferentes, pois quando eu comecei a gravar, há anos atrás, tudo era bem diferente do que é hoje inclusive as métricas e alcance, mas confesso estar amando essa nova fase, com um olhar mais profissional, tanto dos meus conteúdos, quanto do desenvolvimento do canal. Então, preparei algumas dicas, para você que quer começar a fazer isso também.

  1. QUEM FALA PARA TODOS, NÃO FALA PARA NINGUÉM

É engraçado falar isso, mas por mais que se queira alcançar o maior número de pessoas possível com a sua voz, é preciso determinar com quem você realmente se identifica, o que chamamos no Marketing de ”nicho”, ou seja, uma fatia da população que fala sobre o mesmo assunto que você.

Eu, por exemplo, falo sobre Rock N’ Roll, mas não só sobre a música, mas sim sobre todo o estilo de vida em torno deste tipo de personalidade, desde restaurantes, bandas, críticas, análises e inserção desta cultura na sociedade.

2. SEJA VOCÊ SEMPRE!

Não importa se você grava com o seu celular, apoiado em uma caixa de papelão (sim, foi assim que eu comecei, sentada na minha cama, sem script ou muito preparo), ou se você montou um estúdio em casa. O que importa é a autenticidade e a veracidade do seu conteúdo, alinhadas à sua interação com o público, afinal, você deve ver o seu seguidor como um amigo, que te escuta e permanece atento ao que você tem a dizer.

3. ESTUDE O SEU CANAL

Acompanhe sempre as principais fontes de tráfego do seu canal, de quais redes seus espectadores vêm, como te encontram e sobre o que gostam de ouvir. Eu por exemplo, descobri que, além do Rock em sim, muitas pessoas gostam de assuntos místicos, assim como eu, então periodicamente, compartilho meus conhecimentos sobre este tema também.

4. NÃO É SÓ YOUTUBE, VOCÊ TERÁ UMA IMAGEM PÚBLICA

Não é necessário ter um milhão de seguidores para ser uma figura pública. A partir do momento em que você está na frente de uma ideia, mostrando-se ao mundo, você já tem uma imagem e é responsável pelo seu conteúdo e poder de influência e, por esse motivo, entender o mecanismo de suas redes sociais vai te ajudar a engajar ainda mais.

Assista dois dos vídeos em meu canal, onde falei um pouquinho mais sobre isso:

Espero ter te ajudado com essas dicas e aproveito para te convidar a se inscrever no meu canal lá no Toutube que tal?

XoXo,

Agatacett

AC/DC Revive | Música

Oi pessoas, tudo bem?

Em novembro a internet parou pelo lançamento que abalou as estruturas dos fãs do Rock Clássico, o AC/DC lançou uma nova música!

A vibe é bem dentro do que a banda está acostumada a trabalhar, caracterizando toda sua história e revivendo o amor que quem curte os gigantes do rock, estava precisando.

Em momentos de tantas perdas nas músicas, ter uma novidade no nível de qualidade do AC/DC me faz ter esperança de que todo o estilo de vida e todo o amor pela boa música e respeito pela história do rock está sendo defendido.

Eu particularmente amei a novidade e já faz parte da minha playlist, além disso, gostei muito da interação da banda com os fãs, onde, por meio do site oficial da banda, você poderia realizar o download das suas iniciais com a clássica fonte em neon.

Espero que esta atitude inspire muitas outras bandas, grandes e pequenas também, a respirarem fundo e prosseguir no rock, criando e caminhando para o melhor rumo possível.

Lançamentos a Caminho | INLUZT

Oi pessoas, tudo bem?

Nesta semana, tive a honra de entrevistar uma das bandas mais presentes do underground, a Inluzt. Representada pelo Fabz Zambon, conversamos sobre o lançamento do novo álbum da banda.

A banda Inluzt é uma das minhas favoritas na cena e sempre que posso recomendo. Como vocês sentem o carinho do público?

Nós adoramos o carinho que recebemos! Procuramos inclusive retribuir sempre como podemos e é claro, com um bom trabalho!
Realmente muitas pessoas se tornam inclusive nossos amigos e amigas!
São esses fans que viram parte da nossa vida e que muitas vezes nos ajudam em viagens, montagem de palco, ilustrações e tudo mais!
Somos muito gratos por isso!

Tem novidade por aí, né? Conta para a gente sobre o lançamento da banda!

Sim! No dia 13 de novembro! Uma sexta (coincidência?!) o primeiro álbum da banda estará disponível em todas as plataformas digitais! Intitulado Echoes of Revolution, o trabalho conta com 9 faixas que entregam muito do que somos e muito da nossa trajetória até aqui!
Como compositor das musicas e letras, estou muito orgulhoso! A banda toca em alta performance e as contribuições e identidade de cada um dos músicos em cada faixa tornou o material uma delicia para fans de Rock em geral!
Em nossas redes sociais as pessoas podem já encontrar o link de pré-aviso para quando sair já serem lembradas e poderem conferir tudo que está lá!
O álbum será disponibilizado online pela Civil Alien Records de Los Angeles e tem arte de capa de Andre Meister meu amigo, alem da mix do meu também amigo Henrique Canale!

O que inspira a Inluzt nesse momento? A pandemia também virou tema para vocês?

A inspiração da banda em existir é o sonho que temos de viver o que gostamos e a percepção de que podemos ser relevantes na vida dos fãs através da nossa arte! Motivações como grana não são as maiores; seria impossível na verdade! (risos)
O que queremos mesmo é fazer parte da trilha sonora da vida das pessoas! Inspirar os fans de alguma forma!
Como compositor posso dizer que quero passar minhas ideias, compartilhar as experiencias de vida que tenho e outras de pessoas que observo e acho interessantes!
Quero que o que eu penso e vivo e me transforma possa de alguma forma ser relevante na caminhada das pessoas!
Quanto à pandemia, é um tipo de tema que não aparece exatamente no disco, já que foi escrito muito antes de tudo isso. Contudo,com certeza a experiência que vivemos como humanidade deve ou deveria ao menos ter impacto em todos nós, e naturalmente, o que aprendemos com isso se materializa mesmo que indiretamente no que fazemos! Não só eu como compositor! Acho que isso é algo para todos os humanos!
Mas devo dizer: no início da pandemia, com a reclusão, escrevi umas 15 músicas novas (risos)

Como nós, fãs das músicas e do som, podemos contribuir para que o Rock se fortaleça no pais, no seu ponto de vista?

Acho que nada deve ser forçado! Se você gosta, ouça! Quer ver ao vivo, vá!
Quer comprar produtos, compre! Isso tudo ajuda com certeza!
Mas o fortalecimento de qualquer arte hoje é complicado porque as pessoas estão mais acostumadas a ver videos e ouvir músicas no celular.
O rock n roll e a música em geral sempre teve uma proposta de experiencia de grupo, e até mesmo envolvimento com movimentos sociais. Como estamos mais distantes (isso não tem nada com a pandemia) e menos engajados, é natural que o rock se enfraqueça.
As bandas mesmo precisam buscar mais significado na minha visão.
Minha dica é! Tente experimentar mais como era a um tempo atrás, que naturalmente você descobre o prazer de fazer parte de algo, de um fan clube que seja, e dai, naturalmente você vai fazer todo o resto que mantém o “mercado” musical vivo.

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Primeiro agradeço ao blog! Fico feliz em dar essa entrevista! Convido a todos a seguir nossa banda em todas as redes sociais! Procurem por Inluzt e nos acharão em todas!
Se gostarem compartilhem e não deixem de ouvir o album Echoes of Revolution a partir do dia 13 de novembro em todas as plataformas digitais!
Continuem acompanhando a page aqui e procurem sempre o melhor de vocês!
Ah! Se divirtam também! É importante! E quando for preciso larguem mão de qualquer medo e metam o loco mesmo (risos). Mudem o mundo!!! Pra melhor!
Grande abraço!
Inluzt boyz are gonna get you!

Viajar na Pandemia | #partiuviajar

Oi pessoas, tudo bem?

Vocês sabem que eu amo viajar, mas confesso que esse ano abalou minhas estruturas. Pensei que a situação não iria melhorar e muitas vezes questionei minha segurança e saúde, claro.

Mas está dando tudo certo e, como dizem, a tendência é melhorar! Então vou te dar algumas dicas de como planejar a viagem ideal para os tempos em que vivemos.

  1. Máscara sempre, quanto mais, melhor!

Ande sempre com máscaras – no rosto e na bolsa – e opte por modelos mais confortáveis, mas que sigam as orientações. Os modelos 3D são ótimos para passeios com caminhadas, já que te permite respirar melhor, além disso, troque a cada 2 ou 3 horas ou quando perceber que a máscara está úmida.

2. Selo de qualidade e higiene.

Sim! Selos são indicativos muito importantes e você deve se atentar a três: selos em restaurantes que mostrem que as precauções estão sendo tomadas, nos hotéis, podendo ser consultado no ato da reserva (dê prioridade aos hotéis com este selo no site onde for reservar, ok?) e também o selo de turismo responsável, que indica as cidades em que as medidas estão redobradas.

3. Mais roupas que o costume.

Leve uma ou duas trocas de roupa a mais do que costuma levar, assim você não precisa vestir alguma roupa que já utilizou, uma vez que o tecido serve para ”transportar” o vírus em um local contaminado e ao vestir uma blusa assim e encostá-la no rosto, próximo aos olhos, nariz e boca, poderia se contaminar.

4. Busque direto da fonte.

Planejar a viagem é sempre necessário, mas procure informações complementares, como páginas nas redes sociais dedicadas ao seu destino e feedbacks de pessoas que visitaram o lugar recentemente, para te confirmar que as medidas (e selos) estão sendo respeitadas. Sites e redes das prefeituras podem te atualizar precisamente da faixa e reabertura das regiões.

5. Divirta-se!

Com responsabilidade sempre, é claro. Não divida copos, talheres e máscaras, mas seguindo todos os cuidados, você consegue fazer uma viagem bacana e gastando menos (isso mesmo, passagens aéreas e hospedagens também estão mais baratas). O importante é ter uma ótima experiência para relaxar após um ano tão difícil.

Espero que tenha aproveitado as dicas de hoje e que planeje sua próxima viagem com cuidado e muita coisa bacana e agora #partiuviajar !

Thiê Rock | Entrevista

Heeeey rockers!

A entrevista de hoje é com ninguém mais, ninguém menos que o rei das sextas-feiras no Instagram, o Thiê Rock. O roqueiro que vem conquistando cada vez mais espaço nas redes sociais veio falar sobre seu conteúdo e claro, muita música!

Thiê Rock bombou na internet nos últimos tempos, sendo de vocalista de banda a tema de festa de aniversário dos seguidores, mas a sua história no rock vem de antes disso. Conta um pouquinho para a gente.

Thiê: Olá! A Lion Heart tem 18 anos de estrada e estamos lançando o CD “O Ferro do Escorpião”, que é nosso quinto álbum. Quando comecei a banda eu tinha 21 anos, faço 40 agora em novembro. Antes dela eu tive muitas bandas desde a adolescência, então são 25 anos desde os primeiros projetos, é uma história grande. Hehe Sempre gostei de fazer parte do rock’n’roll de alguma forma, não somente como músico, pois já fui DJ de inúmeros eventos e bares, além de produzir o evento Rock na Praia que rolava em frente ao mar do Leme aqui no Rio. Gosto muito de comparecer como público aos shows, dar força e viver o rock, acima de tudo sou um rocker, um fã do som, está na veia e isso me acompanhará eternamente. Coleciono discos desde sempre, enfim, onde há rock’n’roll, há Thiê Rock!

Como você lida com o pessoal fervoroso das redes sociais? Já recebeu alguma mensagem ou depoimento meio maluco de algum seguidor?

Thiê: De uma forma geral os fãs são respeitosos e entram em contato para agradecer pelas músicas que fazem parte da trilha sonora da vida deles, deixar alguma mensagem motivadora ou carinhosa, pedem shows e tentam comprar algum produto relacionado à banda. Um ou outro mais exagerado aparece de vez em quando, mas eu levo numa boa, são ossos do ofício. haha

A música faz parte de você, como a Lion Heart começou e onde visam chegar?

Thiê: Eu e Brandon tivemos outros projetos anteriores à Lion, nos separamos por uns 6 meses e depois voltamos no meio de 2002 para fazer aquilo que mais amávamos: uma banda de rock inspirada nos nossos ídolos das bandas de hard rock clássicas como Kiss, Van Halen, Aerosmith, entre outros. A química segue até hoje. Nossa única meta definida é manter a banda para sempre, enquanto tivermos forças para tocar, cantar e compor. Temos empregos fora dela, então a pressão por resultados diminui, o que curiosamente facilita as coisas a acontecerem, pois fazemos tudo por amor, e quando se há amor e leveza no trabalho, os frutos são cada vez maiores.

Seus vídeos são mais do que virais, são mensagens de ânimo e autoestima. Isso veio com a pandemia ou você sempre gostou desse tipo de conteúdo?

Thiê: Obrigado! Eles sempre existiram e foram nessa pegada. A pandemia possibilitou eu ter mais tempo para fazê-los e divulgá-los melhor pelas redes sociais. Isso ajudou a atingir um número muito maior de pessoas com eles. Os vídeos passaram a ser constantes, trouxeram trabalho, ajudaram muitas pessoas e criaram uma conexão muito maior com os fãs. Obviamente, isso também ajudou demais na divulgação da banda. Estou muito feliz com tudo isso.

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Thiê: Acreditem em seus sonhos e trabalhem duro por eles. Estabeleçam caminhos para que sempre possam fazer aquilo que amam, isso trará muito mais felicidade. É fundamental desenvolvermos nossos potenciais e sermos nossos maiores incentivadores, pois se não dermos valor ao que fazemos, quem mais dará? Os frutos não são instantâneos, demoram para chegar, mas eles chegam. Continuem cultivando a paixão pela música, vivam o rock’n’roll em sua essência e terão espírito jovem eternamente. Sigam a Lion em nossas redes sociais e nos ouçam em todas as plataformas digitais. Um beijo no coração de vocês! 

Thiê Rock dá entrevista exclusiva sobre sua carreira ao Agatacett´s Blog.

Machado de Einstein | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

O entrevista de hoje é o Daniel Siebert, integrante da banda Machado de Einstein e dono de um talento ímpar. Ele contou um pouquinho sobre seu início na música e como está se preparando para o retorno nos palcos.

Seja bem-vindo, Daniel Siebert, mas como somos amigos, vou te chamar de Dani, ok? Haha. Me conta um pouquinho sobre como você entrou nesse mundo maluco da música.

Olá Agatacett, muito obrigado pela oportunidade claro pode me chamar de Dani, que é meu apelido para amigos e familiares. Bom eu entrei no mundo da música acredito que por vocação, sabe? Eu costumo dizer que nós não escolhemos ser músicos e sim a música que nos escolhe. Tudo o que fazemos deve ser feito com paixão, então é isso que é música significa pra mim, é uma grande paixão. 

Como está sua rotina nessa pandemia? Está mais perto do público?

Esse período de pandemia pra mim tem sido um momento  de muito aprendizado. Tanto aprendizado pessoal, no sentido de pensar e se preocupar com o bem estar e segurança dos outros, quanto na minha própria e da minha família e amigos. E que estamos todos conectados, precisamos pensar no coletivo, ser menos egoístas. Quanto ao trabalho musical, eu já vinha trabalhando em material inédito durante todo o ano de 2019 e esse material estava praticamente pronto, quando começou o isolamento social . Sendo assim, eu consegui lançar um EP com 5 faixas e 2 clipes. A presença nas redes sociais também foi intensificada principalmente na divulgação do material novo, o que nos aproximou do nosso público e tem apresentado o material para pessoas novas que acabam se tornando fãs também. 

Além da música, qual tipo de material você curte produzir? Vídeos, lives…por que? 

Junto com as músicas, temos nos esforçados na produção de vídeos que acompanham as músicas, pois acreditamos que os clipes ajudam na divulgação, agregando valor artístico e fortalecendo a mensagem. Recentemente nós começamos ensaiar para fazer a nossa primeira live, A ideia de fazer a live, além de nos aproximar do nosso público é também gerar recurso para uma ONG aqui da nossa cidade chamada Viva Bichos. É uma maneira a mais de contribuir com a nossa cidade. 

Como você está se preparando para os palcos e novidades no mundo pós-apocalipse? 

Nós acreditamos que o período pós pandemia vai ser muito rico em oportunidades para as bandas e acreditamos que a cena já está se fortalecendo, através da união de bandas junto com web rádios e isso é muito positivo. Nós reiniciamos as atividades da banda agora, primeiramente para fazer a live e depois para já deixar o show pronto. Eu continuo sempre compondo e graças a Deus tenho conseguido lançar material tanto com a banda quanto material solo e isso pra mim é uma grande conquista

Deixe um recado para os nossos leitores!

O recado que eu deixo para o pessoal é para manter a calma, a positividade, a fé viva em Deus e ter a certeza de que esse período vai passar e que nós vamos sair fortalecidos. As oportunidades sempre se renovam, em diferentes circunstâncias, mas se renovam. E que do lado da dor, Deus sempre coloca uma consolação, acredito nisso. Vamos pensar naquilo que a gente deseja para nossas vida, manter o foco em nossos objetivos, pois com trabalho e perseverança tudo é possível, tudo vai dar certo. Muito obrigado pela oportunidade e uma forte abraço a todos. 

Low High | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Vai ter banda nacional cantando em inglês por aqui também. Falamos sempre da valorização da cultura nacional, mas essa galera também faz parte deste grupo sensacional de artistas multitalentosos, então hoje você vai conhecer a banda Low High junto comigo!

Welcome, Low High! Vocês são brasileiros cantando em inglês. Foi algo que decidiram ou viram uma oportunidade no idioma?

Luke: Thank you! Cara, só aconteceu assim. Eu sempre fui muito ligado com a língua, desde criança, e também ao longo da minha vida consumi muita música e arte em geral de fora do país, então quando comecei a fazer minhas próprias músicas lá no começo de tudo, fez sentido ser assim. Não foi nada muito pensado não, só aconteceu.

Como está sendo o ano para a banda? Algo saiu do papel neste período?

Luke: A quarentena atrapalhou bastante os planos da banda, mas conseguimos ao menos lançar uma música feita a distância, e agora voltamos a trabalhar no nosso próximo álbum, que tava pausado desde fevereiro mais ou menos.

Júlio: Felizmente o ano não foi totalmente perdido. Encontramos um jeito de fazermos ‘Nicolle’ estando cada um em sua casa e ficamos muito felizes com o resultado. Como também começamos o processo de pré-produção do próximo disco, que irá sair em algum momento de 2021.

Lara: Tivemos que nos adaptar ao período em que estamos vivendo. Conseguimos produzir um clipe à distância e isso nos deu bastante confiança em continuar a produzir conteúdo. No momento estamos na fase de pré-produção do novo disco!

Qual momento mais icônico viveram juntos?

Luke: O tempo gravando em Porto Alegre foi bem memorável. Os meses do início da banda em 2016 também têm diversos momentos que eu não vou esquecer nunca. O nosso primeiro show com a Lara foi bem legal também, e todo o processo que veio antes, de produção do EP Coal, as fotos e tudo. E eu também aprecio muito o momento em que estamos agora. Temos muitos planos, e sempre que conseguimos nos juntar, seja online ou pessoalmente é muito divertido e empolgante!

Júlio: Me recordo vários como tocar no Hangar 110 e meu primeiro voo de avião. Porém o processo de produção do Act Normal em 2017, tendo em vista que passamos duas semanas vivendo à base de música em Porto Alegre, foi um dos momentos mais divertidos da minha vida, mesmo sendo roubado.

Lara: Bom, eu sempre lembro com muito carinho do primeiro show que fiz com a Low High. Foi em Volta Redonda – RJ, altos perrengues no transporte, porém deu tudo certo no final. Como foi o show de retorno da banda, foi irado ver e sentir a galera marcando presença e cantando junto! Fora que dividimos palco com bandas amigas que gostamos muito! Foi um dia e tanto hahaha.

Como músicos, qual o conselho de vocês para quem está pensando em ingressar na área?

Luke: Eu diria pra ficar atento ao mundo em que vivemos agora, mas ser sempre fiel ao que você quer fazer como artista, e não tentar fazer outras coisas só porque acha que vai fazer mais sucesso. Isso parece meio bobo e clichê de falar mas é real, tem público pra qualquer coisa no mundo, você só precisa encontrar o seu público. Outra coisa que eu acho importante lembrar também é que atualmente a atenção do pessoal tá muito dispersa e disputada, então antes de qualquer coisa, tenha certeza de que o que você tá fazendo vale a atenção e o tempo das pessoas. Ou seja, foca em deixar a sua música o melhor possível, e sempre que for fazer algo, faça o melhor possível! Estude bastante tudo que envolve a sua arte, e você vai conseguir ser cada vez mais certeiro e chegar nas pessoas certas!

Júlio: Se mantenha fiel ao teu objetivo, explore novas influências e sempre mantenha o ânimo mesmo com todos contra. É a sua vida, então escolha vivê-la do seu jeito. Quando as coisas apertarem, é sinal de que precisamos buscar evoluir.

Lara: O famoso “não desista dos seus sonhos” é real. Se é o que você ama, só vai! Mulheres principalmente, mesmo com todas as dificuldades que sabemos que existem, continuem! Precisamos de vocês!

Deixe um recadinho para os nossos leitores!!!

Luke: Fiquem de boa, fiquem seguros, usem máscara, e sigam a Low High nas redes sociais! E claro, queria agradecer demais à Agatacett’s pelo espaço!

Júlio: Muito obrigado ao pessoal do Agatacett’s (adorei o nome) e aos leitores. Esperamos que gostem do nosso som, pra nos achar nas redes é @lowhighofficial. Se cuidem e mantenham o pique. Obrigado!

Lara: Agradecer demais ao pessoal do Agatacett’s pelo espaço e a você que chegou até o final dessa entrevista haha. Geral que apoia a banda meu muitíssimo obrigada! Fiquem bem, escutem e compartilhem nosso som: @lowhighofficial

Rafael Denardi | Entrevista

Oi pessoas, tudo bem?

Projetos de artista solo também tem um espaço especial em nossos corações e também no nosso cantinho da internet, então hoje eu vim apresentar para vocês o trabalho de um dos músicos que sempre nos acompanha, o Rafael Denardi.

Oie Rafa, seja-bem vindo! Você é um projeto solo que leva música de qualidade para todo mundo. Como surgiu essa vontade? 


Oi, Agata! Essa vontade de criar e tocar por conta é algo que vem comigo desde muito cedo. Eu sempre gostei de ouvir música e tive muita influência no que toco hoje em dia baseado no que minha família curtia quando eu era criança. Por volta dos 16 anos, comecei a compor com um pouquinho mais de seriedade e vi que tinha gente curtindo meu som, eu levei um pouco mais a sério o lance da música. Desde então, são 13 anos compondo e, desde o fim do ano passado, comecei a gravar profissionalmente.

Pretende ter uma banda no futuro ou você a realmente um lobo solitário? 


Olha, honestamente, se aparecer uns três ou quatro cabras ou cabretes que curtam o que eu toco e queiram pular de cabeça no projeto, eu abraço a oportunidade, sim! A impossibilidade de tocar sozinho é algo que me deixa bem chateado, porque, por menor que seja, sempre tem um público a fim de te ver ao vivo e poder dividir esse êxtase com mais gente é um sonho para mim.


Como seu trabalho vem se desenvolvendo as redes sociais durante a pandemia? 

A pandemia arrastou todo mundo que não tem uma saúde mental super estável para o chão. A incerteza do que o futuro aguarda, a crise econômica e falta de emprego te tiram um pouco da vontade de criar e te jogam numa vala de onde você tem que ralar muito para sair. No fim das contas, a consequência dessa crise toda foi o que motivou o lançamento do meu último EP, o “Adios, Rick”, em homenagem ao meu antigo Rickenbacker que foi vendido para saldar as dívidas que uma pandemia que perdura quase um ano trouxe. Então até que houve um engajamento bacana em certos círculos, mas o desânimo que a situação atual trouxe acabou se refletindo no ímpeto de divulgar mais. Fora que o Facebook ama fazer você pagar por engajamento e, né? Sem emprego, paga como? rs


O que está preparando para quando pudermos nos aglomerar novamente? Muitos shows em mente? 

Atualmente estou lapidando as canções para meu álbum de estreia. Os dois EPs foram o que eu precisava para ter certeza de que o caminho musical é algo que quero trilhar daqui para frente. Criar, sem amarras ou limitações, é algo que me cativa muito. Saber que há gente que curte o que crio me dá mais vigor ainda para seguir compondo e, sem a obrigação de uma gravadora, posso gravar da maneira que me agrada, então 100% do que o público está ouvindo é 100% do que estava na minha cabeça. Claro que, caso eu consiga reunir uma banda, as opiniões de todos serão levadas em conta para criar uma expressão da criatividade de todos como uma entidade mas, mesmo assim, será do jeito que nós queremos e acreditamos.

Deixe um recadinho para os nossos leitores!

Prestigiem ao máximo todo mundo que está ralando por um pouco de exposição. Alguns de nós estamos nessa indústria pela pura paixão pela música, mas essa não é a realidade para uma galera que tá sofrendo todo dia para botar seu nome no ouvido do público pela necessidade de se sustentar e, em ambos os casos, exposição é crucial, então prestigiem as bandas menores, mesmo que você não curta. Algoritmos adoram volume e, quanto maior o volume, maior é a exposição e o nosso som começará a chegar nos ouvidos de quem gosta! Se puder, ajude financeiramente também. Enquanto não houver a possibilidade de realizar shows, compra aquela camiseta, o bonezinho, o patch, o álbum digital. Qualquer ajuda já é muito para quem vive disso.
E muito obrigado pela entrevista, é um prazer estar no seu blog, Agatacett!