Arquivo mensal: abril 2018

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Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje é com o ícone na cultura gótica nacional, que se destaca pelo seu canal no YouTube e pelas fotos no Instagram. Isso mesmo, a Gaga contou para a gente um pouco sobre esse estilo que chama tanta atenção.

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Você uniu o Pop da Lady Gaga ao estilo Gótico. Quando você definiu seu estilo?

Eu conheço e acompanho a Gaga desde os meus 9/10 anos, então praticamente moldei a minha vida enquanto acompanhava ela. Aos 13 as pessoas começaram a falar que eu me parecia com ela, então comecei meu trabalho como cover, mas só podia me apresentar em eventos de cosplay ou aniversário de amigas. Porém eu era muito “oprimida” nessa fase, e tinha bastante problema com isso de ser eu mesma, então eu me vestia como ela no dia a dia também. Mas desde sempre me identifiquei com o gótico, mas não me sentia livre para ser assim. Apenas aos 15 anos eu me “libertei” e comecei a pesquisar sobre a subcultura, e me identifiquei de verdade, e aderi isso pra minha vida, para o meu estilo e para tudo, sem deixar o meu lado “Gaga” morrer. Eu amo impersonar a Gaga, mas amo ser eu mesma dentro da subcultura, então decidi unir os dois, principalmente no lado profissional 🖤

 

Qual conselho você daria para alguém que está se descobrindo ou buscando uma tribo?

Seja forte para aguentar comentários e atitudes desagradáveis. Principalmente da sociedade no geral, mas também dentro da própria cena. As pessoas, especialmente aqui no Brasil, infelizmente tentam ser “mais” que as outras, isso é bem triste. Mas eu mesma presencio momentos em que a galera discute simplesmente por julgar que “fulano é poser” ou coisa do tipo. Só seja forte pra não ligar pra isso! E tente evitar discussões assim!

 

Qual é o maior mito da subcultura gótica que você já ouviu?

Que nós somos tristes! Quem diz que nós somos “pra baixo”, “deprimidos” ou “tristes” é porque certamente nunca foi e nem teve interesse em conhecer a realidade da gente hahaha

 

Qual é o tipo de música que você considera uma verdadeira tortura e por quê?

Sertanejo, pagode, samba, axé… Músicas nesses estilos eu não consigo ouvir de jeito nenhum! Mas não tem um exato porquê.. É só por não ser um estilo musical que me agrade mesmo, não é algo que eu ache interessante de ouvir, mas absolutamente nada contra quem ouve haha

 

Como você acha que as pessoas das tribos do Rock N’ Roll podem contribuir com a cultura nacional?

Pra mim cultura é um conjunto de costumes, práticas, arte, música de um determinado grupo de pessoas, então acredito que o Rock pode ser sim considerado cultura, afinal ele une tudo isso, certo?
Acho que o maior jeito de contribuir é mantendo a cena ativa, indo aos eventos, participando das coisas, a representatividade é essencial.

 

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Meu recado é que vocês sempre mantenham o respeito com o próximo, sempre, independente do estilo que você se encaixa. Apoiem a cena local, apoiem novos artistas, mas também apreciem os antigos. Abram a mente. Corram atrás do que vocês querem, sejam vocês mesmos, e sejam corajosos o suficiente pra não ligar sobre o que os outros pensar de você. É isto 🖤

Esse é o meu estilo! | Gaga

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Oi pessoas, tudo bem?

A entrevista de hoje foi com a banda Beline, que nos deu uma verdadeira aula de marketing para divulgação da sua banda.

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé, barba, céu e atividades ao ar livre

É perceptível a preocupação da banda com o feed do Instagram, quem cuida da imagem e do marketing de vocês?
Nós mesmos que administramos o conteúdo. Nos preocupamos em manter um relacionamento próximo com o público para conhecê-lo melhor e dando oportunidade para eles também nos conhecerem. Isto é um fator muito importante, principalmente no início da nossa carreira. Esse elo é fundamental para o nosso desenvolvimento, contribuindo cada vez mais para a melhoria contínua do nosso trabalho.
De onde vocês são e como anda a música na cidade de vocês?
Somos da Baixada Santista, em São Paulo. A cena aqui é bem diversificada e conta com bandas e grupos bem interessantes. Em relação ao nosso gênero, o Rock, a galera está aprimorando muito a forma de compartilhar suas mensagens, principalmente pelo fato de outros gêneros serem mais populares no momento. O público que ainda é fiel ao nicho aposta muito nos trabalhos interdependentes e apoia conceitos mais alternativos. Isso nos dá liberdade de buscar cada vez mais vertentes para nosso som. É uma oportunidade única.
Quem compõe a banda?
Somos em três: Nando Oliveira (Guitarrista e vocalista), Erick Oliveira (Baixista) e Matheus Oliveira (Baterista). Apesar de termos o mesmo sobrenome, nosso “parentesco” surgiu com a banda hahaha.
 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, barba e violão
O que você acha que falta no Brasil no quesito “música”?
Acredito que a palavra do momento seja Respeito. Muita gente critica o cenário musical, mas tudo tem o seu momento. Claro que o mainstream gera oportunidades de uma forma mais fácil, mas nadar contra essa maré nos faz explorar mais nossa capacidade de melhorar e isso gera um resultado além da expectativa. Apesar disso, o importante é termos diversidade. Cada público escutando o gênero que gosta, respeitando o gosto alheio, não menosprezando de alguma forma. Isso é oriundo da famosa rivalidade online. Tudo é 8 ou 80, a nuance se perdeu no caminho. Temos que nos unir para dar à Cultura o devido valor.
Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s blog?
Apoiem as bandas que vocês gostam! Deem opiniões sobre os trabalhos, compartilhem para que outras pessoas também possam contribuir. Esse é o maior incentivo que o atual músico independente, principalmente, pode ter. E busquem sempre coisas novas para enriquecer o repertório – isso ajuda muito na hora de pontuar críticas negativas ou positivas.

Go Beline!

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Oi pessoas, tudo bem?

Hoje eu conversei com um dos caras mais icônicos de São Paulo. Se você quer ouvir o Victor Augusto e a banda Zona Western, basta ir até os pontos mais bacanas e variados da cidade.

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É bem comum acompanhar o seu trabalho na cidade de São Paulo. Qual foi o lugar mais legal que você já se apresentou?

Nós tocamos em alguns lugares que foram icônicos pra nós, é difícil te dizer um só lugar, mas com certeza tem uma energia diferente tocar nas ruas de São Paulo. Nos últimos meses nó fizemos parte de um projeto no Mirante 9 de Julho, nos correspondeu com uma energia absurda!

 

O que você acha dos meios de divulgação que as bandas dispõem atualmente?

Acredito que hoje é bem mais fácil do que 10 anos atrás por exemplo. A cada dia que passa nós temos nas mão mais ferramentas para divulgação, mas em contra ponto temos muita divulgação de tudo, acredito que isso sature um pouco as pessoas e faça com que elas não olhem da mesma forma a sua timeline ou por exemplo os convites para eventos. Acho que o boca a boca e um bom show ainda são os mais eficientes.

 

A imagem pode conter: 1 pessoa, no palco, tocando um instrumento musical, violão, barba e chapéu

 

Em qual momento da sua vida você entrou no mundo da música?

Quando eu não me via mais fazendo outra coisa que não fosse música. Entre 16 ou 17 anos, então com 18 eu fiz uma grande amizade com Dan Muñoz que me introduziu no meio. Depois do primeiro cachê, eu já tinha decidido haha

 

Qual dica você tem para quem quer começar uma banda agora?

Comece! Toque com amor, tudo! E então as coisas vão acontecendo naturalmente.

 

Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?

Claro! LET’S ROOOCK! Que continuem lendo o blog, claro!! Que vá aos shows, conversem com a gente, tirem suas duvidas sobre o estilo e tudo mais. Gostaria de avisar que esse ano estamos prestes a gravar nossas musicas (do qual vc já tem um garantido, Ágata) e que continuem com esse bom gosto!

Rumo ao Oeste