Arquivo mensal: fevereiro 2015

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Para uma pessoa tão fascinada pela música como eu, qualquer som é essencial para que uma melodia esteja perfeita, então, pensando nisso, o DIY de hoje vai ser um pouco diferente, eu tenho certeza que você vai prestar mais atenção nos sons que estão a sua volta e no fim ainda tem um bom exercício para os seus ouvidos e imaginação.

Vamos fazer essa experiência em duas partes, uma com o uso de objetos e outra com o uso de uma música da sua escolha. O importante é que tudo seja feito em um lugar silencioso, sem ruído algum e espaçoso.

 

PARTE 1

Você vai precisar de

  • Uma superfície plana (mesa ou chão)
  • Três objetos que, ao entrarem em contato com a superfície, emitam sons diferentes, como o grave e agudo

Como fazer:

  • Em silêncio, bata levemente um objeto de cada vez sobre a mesa, o ideal é que seja um copo de plástico, canetas, bolinhas…
  • Perceba cada som e imagine uma música ou pense em alguma na qual aqueles sons se encaixem
  • Tente reproduzir ou criar uma música somente com a batida daqueles instrumentos, palmas e estalos de dedos também valem e assim você terá quase um Cup Song.

 

PARTE 2

Você deve

  1. Escolher uma música que deve ser ouvida com fones de ouvido, pois isso faz a música entrar diretamente na sua cabeça e você prestará mais atenção
  2. Escolha um dos instrumentos tocados na música para analisar e ignore um pouco o vocal. O baixo e a bateria são os mais legais para isso
  3. Deite-se no chão (é mais divertido e você terá mais espaço para ficar a vontade) e feche os olhos
  4. Ouça cada compasso da música e foque no instrumento que escolher

Você nunca mais ouvirá aquela música sem prestar atenção novamente…

 

O PODER DO PENSAMENTO

Eu particularmente nunca comi no Pizza Hut, mas um comercial deles me chamou muito a atenção, então coloque os fones de ouvido, feche os olhos e abuse o poder da sua imaginação.

DIY – Experiência do Som

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Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Mesmo com toda história de que ”deve-se fazer o bem e apreciar ele” todo mundo sabe que em um bom o filme o vilão sempre se destaca, principalmente, para os garotos, quando eles dominam o mundo e possuem armas potentes, ou para as garotas se eles forem bonitos então vou mostrar alguns dos meus vilões e assassinos favoritos dos filmes…qual é o seu?

 

 

Eu ♡ Vilões

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Entrevistei o Vinícius, da banda The Surface que é a representante do blog em 2015, quer saber mais sobre a banda? Continue lendo.

 

Agatacett´s Blog: Em resumo, de onde veio a ideia de ter uma banda?

Vinícius Ribeiro: Na adolescência eu era atleta, disputava atletismo e futsal. Aos 16 anos me lesionei no joelho e acabei ficando incapacitado de continuar disputando em alto nível e acabei achando na música o conforto necessário para superar esse problema.
Comecei tocando Punk Rock e Hardcore com a banda 288fq, foi nessa época que conheci o palco, o público e a adrenalina de tocar as suas próprias composições e percebi que gostaria de continuar fazendo isso na vida toda. Fui passando por diversas bandas e atualmente estamos felizes com o The Surface e com a musicalidade que estamos atingindo.

ACB: Você acha que esse é um sonho clichê adolescente, assim como o ter o primeiro carro ou coisas assim?
Vinícius: Não é um clichê, apenas fazemos o que gostamos de fazer! Algumas pessoas se divertem com esportes, outras com carros, no nosso caso a música nos move e nos motiva à sempre melhorar e sempre criar novas músicas.
Nós da banda The Surface não somos diferentes das outras pessoas, estamos sempre em busca de transformar o nosso trabalho em algo prazeroso e se for possível viver da Nossa música realmente seria um sonho realizado! O ser humano precisa de metas e objetivos sim para evoluir, mas acredito que o sonho é o alimento da alma.
ACB: Você toca algum instrumento em especial? Como aprendeu?
Vinícius: Sou baixista, sempre gostei da sonoridade dos graves. É um instrumento muito importante em qualquer estilo de música e a gama de técnicas do contrabaixo é muito grande! Como quase todo bom roqueiro sou autodidata, mas conforme o tempo foi passando tomei aulas do instrumento
ACB: Qual o princípio para seguir a carreira musical?
Vinícius: Ter prazer em fazer música e tocar para si mesmo, se você estiver se agradando a chance de agradar o seu ouvinte é muito maior. O importante é ter certeza do que você espera da música e não se frustrar se o retorno monetário não for imediato, nesse seguimento o dinheiro é consequência do seu trabalho.
 ACB: De onde veio o nome The Surface?
Vinícius: The Surface traduzido para o português significa ´a superfície`. O nome representa  a idéia de que, por mais que algo ou alguém decole, vai sempre existir `a superfície`, ou seja, independente do trabalho realizado e dos objetivos alcançados, jamais se perdem as raízes e influências.
 ACB: Você se lembra qual foi a primeira banda que ouviu?
Vinícius: No meu caso, comecei a gostar do formato “banda” com os Mamonas Assassinas em 1994, tinha 9 anos na época e achei muito legal e divertido essa brincadeira! Fui atrás das influências deles e cheguei aos Raimundos, depois aos Ramones e por consequência disso tido comecei tocando Punk Rock e Hardcore, com a evolução da musicalidade fui mudando o estilo, mas nunca deixei de gostar do bom e velho Punk HC!
ACB: Tem algum recado para os leitores do Agatacett’s Blog?
Vinícius: Nunca desista do que te deixa feliz! Se te faz bem continue, se faz mal retire da sua vida imediatamente! A vida é muito frágil para se perder tempo fazendo coisas que não te trazem felicidade!

Entrevista The Surface

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

A cada mês uma mulher diferente para você, com aquela inocência de menina, mas com corpo de mulher, o que acharia disso? Antigamente os calendários com imagens das lindas pin-ups eram bem normais, hoje, quase raridades, esses folhetos que marcam os dias do mês, os meses do ano com foto de mulheres bonitas custariam um pouco mais, mas, como nessa internet tudo se encontra, você pode conferir um pouquinho aqui no blog, que tal?

Calendário Pin-Up

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Sabe aquela música que, quando você está triste ou com raiva, você simplesmente escuta e parece que está gritando por dentro e pensando algo do tipo ”dane-se tudo, não ligo” do jeito menos educação possível? Então, pensando nisso, listei somente algumas músicas que tem esse efeito sobre mim, mas e para você, qual a música que te liberta?

 

 

Playlist da Libertação

Nota

Naquela noite havia uma festa acontecendo e eu estava com fome, com sede, precisava acabar logo com aquilo e logo pensei em uma solução. Eu estava muito bem vestida e ela também, rindo e conversando a puxei para o canto e logo começamos a brincadeira.

Devorei sua carne com vontade enquanto pressionava minha mão esquerda fortemente sobre os seus lábios para abafar aqueles gritos chatos – aquela era a pior parte da caçada – e quando arranquei-lhe com as presas o coração, os gritos pararam e eu pude calmamente degustar minha refeição da noite.

Uma carne macia doce e suculenta que me fazia sorrir a  cada pedacinho mastigado e engolido, uma das melhores refeições que eu já tive em toda a minha vida, mas será que é considerado um pecado dizer que eu devorei a minha melhor amiga? Bom, isso podemos resolver depois, agora eu tenho que terminar o meu jantar, com sua licença, próximo da lista…

 

Contos Para Dormir IX – Carne, Doce Carne

Nota

Wisconsin, 17 de Março

Hoje é a minha formatura, finalmente terminei o colegial e merecido, já que passei dez, vinte ou trinta anos tentado passar dessa fase como se fosse o jogo do Mario, ou daquele outro bichinho verde, mas e agora o que faço?

Ser médica nem pensar, desculpa se não tenho vocação para o que os meus pais escolheram para minha, mas nem engenharia, nem máquina de fazer biscoitos (mesmo essa sendo uma ótima ideia)…quero ser o que eu quiser ser!

E se eu quiser ser um animal selvagem, uma atleta ou modelo mesmo estando acima do peso? Ninguém pode me impedir, pois nascemos com dons e vocações que só nós mesmos podemos entender, executar e aperfeiçoar, é claro que pode dar errado, mas também pode dar certo e vai dar, pois conseguimos sucesso em tudo que fazemos com carinho, amor e dedicação.

Talvez e eu você precisemos de um tempo a mais para pensar e chegar a ilustre conclusão do que queremos dessa viagem, mas não podemos demorar muito, a gente não tem muito tempo para perder se distraindo ou dando atenção àqueles que não valorizam os nossos dons, aquilo que realmente somos e o que queremos fazer, temos uma vida que deve ser vivida intensamente, mas com cuidado para não perdemos isso que temos de tão precioso…e agora eu sei exatamente o que farei nesse meu ”futuro”.

 

Futuro, o que fazer?

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Vamos analisar três quase proibidos no mundo por motivos…toscamente estranhos.

Aviso: esse post não tem como intenção culpar, ofender, defender ou agredir quaisquer ponto de vista, os assuntos em questão são neutros, pessoais e intransferíveis, por isso, cabe ao leitor se posicional diante eles.

 

Religião: desde que eu sou pequena, escuto minha mãe dizer ”não critique nenhuma religião, cada um tem sua crença e deve ser respeitada” ou então quando eu quase fui para um colégio de ensino religioso ” não diga nada sobre algo que não concorde ”, mas afinal de contas, porque um assunto tão comum em uma sociedade laica deve ser tratado com tanto sigilo e discrição? Para quem não sabe, o Brasil é um país laico, ou seja, não tem uma religião unificada imposta para o seu povo, sendo assim, a escolha da mesma é livre, então porque eu não posso expor meu ponto de vista ou simplesmente dizer ”eu não acredito” sem ser alvejada com frases prontas? Eu não fui criada por uma família de ateus, muito pelo contrário, acredito em muitas coisas e em muitas visões, mas não vou simplesmente expor os meus pensamentos se não é de interesse geral, só acho que um assunto tão fundamental deveria sim ser debatido, uma vez que ele se trata da nossa origem, do surgimento da vida e da nossa paz de espírito, não de uma escravidão eterna, pelo menos assim creio eu, afinal de contas, se religião fosse algo concreto, não existiriam tantas.

 

Política: com dezesseis anos de idade a minha vida mudou: cartões de crédito, emprego novo, conta no banco, novos documentos e, junto com tudo isso, o título de eleitor e eu me lembro muito bem que eu sai do Tribunal de Justiça pensando ”agora eu vou ferrar todo mundo”, mas eu parei, olhei para aquele simples papel e pensei ”não, é uma pessoa contra o Brasil inteiro”. Sim, o voto com a minha idade é opcional, mas eu estava com tempo de sobra para tirar o meu título e acha que aquilo iria mudar alguma coisa, mas a gente finge que vai ser uma revolução, uma vez que eu não ganho para isso. Eu quero dizer que nós somos tão comprados, tão manipulados, que não há mais o que se fazer, apenas abaixar a cabeça e aceitar, pois assim como religião, não tem muito para se discutir de uma coisa que não vai nos levar à lugar nenhum, uma vez que vivemos em uma ditadura, reconhecemos e concordamos, voluntária, comprada ou involuntariamente. Agora vou esperar a próxima eleição e me arrastar num domingo até o colégio em que eu tenho que votar e ”garantir a minha cidadania”, porque só estudar, trabalhar e ter um RG não está significando muita coisa.

 

Sociedade: sabe aquela frase ”mata e faz outra”, então, também vale nesse caso. Nunca pensei que eu viveria em um sistema tão regrado, preconceituoso, egoísta e planejado como esse, na verdade eu nem tenho muito para falar sobre isso e dessa vez admito que não é culpa nem da religião e nem da política, mas sim das pessoas que formam esse enorme grupo, pois, querendo ou não, estamos juntos, no ”mesmo barco” e se o mundo acabar agora, vamos juntos, então você que acha que seu sobrenome vale alguma coisa nessa sociedade, lamento estragar seu sonho, pois você com um sobrenome impronunciável fez muito menos do que eu com dezesseis anos e com um sobrenome comum. Olhe mais para o lado, e essa sociedade, se tornará uma comunidade, unida, de interesses semelhantes onde todos podem ter a mesma chance de ser feliz e descansar em paz na hora certa.

 

 

Espero que vocês reflitam mais sobre a vida e que esse pequeno texto consiga abrir os olhos de muitas pessoas que só precisar estender as mãos para um novo horizonte, então compartilhe com seus amigos, para que, mesmo em menor número, façamos a diferença.

 

Religião, Política e Sociedade

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Sabe aquela bebida bem gelada que só de pensar você já se sente mais feliz? Você pode fazer qualquer receita virar um texto, uma expressão, uma lição, um lembrete…se quiser saber quais são os meus ingredientes, é só continuar lendo esse texto bem curtinho sobre a receita mais fácil e rápida de bizarrices.

 

INGREDIENTES

  • Um copo de leite fresco, de preferência daqueles unicórnios que tem duas casquinhas de sorvetes na cabeça, aqueles são os melhores unicórnios produtores de leite fresco do mundo!
  • Você vai precisar de uma porção generosa de sorvete com pedaços de pernas de aranhas africanas, mas devem ser especificamente dessas aranhas, pois caso seja de outra espécie, o sabor pode ser alterado;
  • Pode usar cubos de gelo com pedaços pequenos de gafanhotos para dar um sabor especial;
  • Não podemos esquecer da calda de chocolate com asas de morcego, isso é essencial para a decoração.

 

MODO DE PREPARO

– Bata tudo em um mixer e sirva gelado.

 

Milk Shake – Receita Exagero

Nota

Oi pessoas, tudo bem?

Eu sempre prezei a ideia da liberdade de expressão e que o seu estilo é a sua identidade, mas vamos combinar que tudo tem seus limites, certo? E quais são esses limites?

Para quem (ainda) não sabe, eu estudo na ETEC e na minha unidade a única parte obrigatória do uniforme até então é a camiseta, mas isso não significa que eu posso ir com uma minissaia enquanto eu estiver com a camiseta certa ou que eu possa customizar o uniforme com um monte de spikes, pintar o nome de todas as bandas que eu gosto nela e chegar no colégio dizendo ”pelo menos estou usando a parte obrigatória do uniforme”. Eles não me impedem de usar as coleiras, as pulseiras ou minhas calças jeans rasgadas, respeitam isso, então, também em respeito as regras do colégio, eu uso a camiseta, branca ou  preta, sem problema algum.

No meu trabalho não é obrigatório o uso de roupa sociais, mas toda peça deve ser usava com tal consentimento, pois aquela é uma empresa renomada e, acima de tudo, é meu local de trabalho, ou seja, eu não vou chegar lá com uma camiseta de banda, no máximo um coturno por questão de que a ”princesinha” aqui não consegue usar uma sapatilha sem se machucar, por isso, evito o uso de roupas ”normais” quando vou trabalhar, até mesmo pelo motivo de que as paredes tem olhos e ouvidos e qualquer destaque pode te levantar, ou derrubar.

Quando eu fui na minha entrevista de emprego, me enviaram um e-mail dizendo ”compareça com traje esporte fino”, traduzindo para o bom e velho português: isso é uma empresa, não a casa da sua amiga, então venha com roupa social, mas o engraçado é que todos receberam o mesmo e-mail e somente eu cumpri com a obrigação, o que, claro, me levou a um certo destaque, tanto pelo meu currículo, -que mesmo básico, pode sim abrir muitas portas- horário e principalmente presença.

Porém quando eu estou em casa ou vou sair, ninguém pode interferir com que eu roupa eu saio ou não (até porque eu sou a única humana no mundo que vai na pizzaria e depois para uma caminhada de espartilho, mas isso é só um detalhe) e é ai, neste ponto, que entra a sua liberdade,onde ninguém pode criticar se você sair do jeito que acordou, ou com uma Barbie de R$ 1,99 de tanta maquiagem, ou seja, aquela frase chata que te diziam ”sua liberdade termina quando a minha começa” é extremamente válida para os lugares que você frequenta.

Espero ter ajudado vocês, contando um pouco do que acontece no meu colégio e trabalho.

XoXo Agatacett´s Blog

 

Cada coisa em seu lugar