Contos para dormir III – Feliz Natal

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Naquele dia acordei sem ouvir barulhos, nem dos meus pais e nem dos meus irmão ( Meg de dois anos e Lucas de doze ). Resolvi levantar para ajudar minha mãe a preparar a ceia, pois nossos vizinhos iriam comemorar o Natal conosco durante aquela data.
Desci cada degrau com cuidado e silêncio, observando os ornamentos talhados a mão pelo caminho da escadaria, quando me deparei com um enorme pinheiro decorado no centro da sala, rodeado de pacotes de presentes. Sorri com a cena e fui abrir um pacote azul e um pouco pesado de modo delicado…quando terminei de rasgar o embrulho, me afastei, empurrando o “presente” para o lado, era o corpo de minha irmã embrulhado em uma caixa pequena. Corri desesperado até a cozinha, onde havia uma mesa de café da manhã muito bem feita onde minha mãe estava deitada sobre, suja com os alimentos e sem sinais de vida.
Eu estava desesperado, chorando e com raiva, umsvez que não conseguia sair pois as portas e janelas estavam trancadas e eu não conseguia abrir.
Desembrulhei o restps dos supostos presentes, onde estavam os restos mortais do meu pai e meu irmão, onde, desesperado, corri até o meu quarto na esperança de conseguir quebrar o vidro e sair, mas quando cheguei lá, avistei um homem estranho, sem rosto, que se aproximou e disse no meu ouvido “feliz natal”.

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